Como escolher bons fornecedores de TI?

A dependência das organizações por provedores de serviços de TI tem aumentado a cada dia. Por isso, é importante traçar uma estratégia para que eles se tornem não apenas fornecedores de produtos, mas verdadeiros parceiros que contribuem efetivamente para o sucesso dos negócios. É fundamental que a organização busque por fornecedores bem posicionados no mercado e que possam oferecer soluções que façam a diferença na rotina administrativa. Para que essa escolha seja feita corretamente, a empresa deve analisar os perfis e capacidades dos provedores e algumas de suas características.



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Acompanhe a seguir quais são os aspectos importantes que precisam ser considerados:

1. Verificar os antecedentes da empresa: Primeiramente, antes de fechar acordo com um fornecedor de TI, é preciso pesquisar sobre o histórico da empresa em outras parcerias, buscando a opinião e avaliação de outros clientes. É necessário verificar se a empresa é confiável e se realmente entrega o que promete. O fornecedor ideal de TI é aquele que possui capacidade para atender a todas as exigências de uma empresa não apenas no presente, mas também no futuro. Ele deve ter uma estrutura capaz de acompanhar o crescimento das demandas, implementando novas soluções à medida que se tornam necessárias.

2. Consultar as certificações do fornecedor: Justamente por não serem especialistas em tecnologia, as organizações buscam parceiros que possam oferecer sua expertise sobre o assunto. Portanto, é necessário consultar se o provedor do serviço possui certificações que comprovem seu conhecimento e habilidades. Essas certificações são obtidas por meio de auditorias feitas por empresas especializadas. Elas servem para provar que o fornecedor possui os requisitos técnicos necessários para cumprir com todas as demandas que ele oferece.

3. Conhecer o portfólio oferecido: É sempre importante conhecer o portfólio dos fabricantes para entender quais soluções são oferecidas e se elas realmente atendem as demandas da empresa. Para isso, a organização precisa conhecer sua própria realidade e desenvolver um planejamento sobre quais ferramentas serão essenciais para o futuro de seus negócios. Assim, é possível contratar aquele fornecedor que consiga atender a todas as necessidades.

4. Descobrir o tipo de suporte técnico: Outro ponto importante para se tomar uma decisão, é o tipo de suporte técnico oferecido. Nos dias de hoje é essencial manter a disponibilidade total dos serviços para não perder clientes. As empresas podem ter grandes prejuízos caso seus sistemas enfrentem períodos de inatividade. Portanto, o fornecedor de TI deve ser aquele que estará disponível sempre que necessário, oferecendo um suporte 24 horas por dia, 7 dias por semana.

5. Saber quais diferenciais são oferecidos: Há uma série de fornecedores de tecnologia disponível no mercado. Por isso, na hora de fazer uma escolha, as corporações precisam analisar o que é oferecido além de seu pacote básico. Isso é fundamental, pois as empresas estão em constante evolução e poderão ter novas demandas no futuro que exijam ferramentas mais complexas. Desse modo, os fornecedores de TI devem ser especializados em algumas áreas importantes, como na segurança da informação, oferecendo soluções mais robustas e as principais tendências do mercado.

6. Considerar o custo-benefício: Outro passo importante para a parceria ser bem-sucedida, é selecionar um provedor de TI que ofereça seus serviços com qualidade e por um preço justo, claro, pois toda empresa visa economizar. Portanto, como você pode ver, para buscar por uma parceria de sucesso, é necessário encontrar fornecedores de TI que sejam confiáveis, tenham uma boa reputação no mercado, um portfólio variado e grande domínio sobre o assunto.

(Fonte: Canal Comstor)

13 Principais Profissões de TI que Estarão em Alta em 2019

O setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, sobretudo com a Transformação Digital, é uma das que mais apresenta crescimento e está em constante desenvolvimento, exigindo novas habilidades, aptidões e novos perfis de profissionais de TI para cargos que sequer existiam até então. É uma área que tem exigido muito dos departamentos de Recursos Humanos, uma vez que os candidatos às vagas a serem preenchidas pelas empresas precisam ter muitos conhecimentos acumulados em pouco período que tiveram para aprender as funcionalidades de novas tecnologias, até que novas já começam a surgir no mercado. A revolução digital tem trazido maior dinamicidade à economia, mas também algumas incertezas, sobretudo no que se refere ao desenvolvimento e manutenção de talentos de TI. Para se ter uma ideia, somente no Brasil, o setor gera mais de 1,3 milhão de empregos e apresenta um déficit de mais de 48 mil profissionais, que, de acordo com dados da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), se essa carência não for suprida, pode gerar perdas de receita de até R$ 115 bilhões até 2020. Pesquisa da consultoria de recrutamento Page Personnel aponta quais os cargos terão maiores oportunidades de trabalho até o final de 2019:

1 – Desenvolvimento de software: uma das atividades que não sai do radar das empresas, que buscam profissionais qualificados em programação especialmente para desenvolver programas específicos que vão atender a demandas personalizadas dos negócios.

2 – Projetos de ERP: ouvir as necessidades dos usuários, corrigir bugs e realizar melhorias no processo de uma rede já existente é função deste profissional, que também precisa saber programar o sistema para fazer os ajustes necessários.

3 – Gestão da Informação: trabalhar com banco de dados e mantê-lo organizado para que a busca seja eficiente é uma das funções do cargo. Deve conhecer linguagens e estruturas específicas de alguns bancos. É um profissional de demanda crescente, uma vez que as informações são primordiais para alimentar Big Data, Inteligência Artificial e Machine Learning.

4 – Gestão de Projetos: são muitos os projetos desenvolvidos ao mesmo tempo em um departamento de TI e este profissional deve ser minimamente organizado para fazer a coordenação das ações para que tudo funcione no prazo estipulado.

5 – Suporte: solução de problemas técnicos é outra vaga que não sai de moda e que vai perdurar infinitamente. Porém, as exigências para a função são cada vez maiores, uma vez que as tecnologias e ambientes estão mais complexos. 6 – Usabilidade: a necessidade de interfaces simples e usuais, fáceis de serem utilizadas pelos usuários abre a necessidade de ter um profissional para cuidar desta questão.

7 – Business Intelligence: o profissional de BI deve ter o olhar preditivo, acompanhando a jornada digital do cliente, além dos movimentos de mercado e do setor para antecipar seus passos e gerar demandas internas para que o negócio antecipe as suas decisões.

8 – Infraestrutura de redes: o mercado está com alta necessidade de segurança dos dados e das informações e grande tendências da utilização de sistemas integrados por isso, profissionais que tem especialização em infraestrutura de rede serão demandados não somente em 2019 como também nos próximos anos.

9 – Segurança da Informação: está é outra das funções fundamentais com o desenvolvimento das tecnologias e exigências da Transformação Digital. O especialista em segurança da informação deve, porém, se manter atualizado com os tipos de ameaças e buscar soluções de proteção. Para a atuação no ambiente digital, especialistas outras possibilidades de carreiras que se apresentam como promissoras para os profissionais de TI até meados de 2020, sobretudo aquelas que estão relacionadas com experiência do consumidor, design, arquitetura da informação e cultura organizacional;

10 – Analista de growth hacking: uma denominação recente, o growth hacking pode ser entendido como um novo modelo de estratégia de marketing. O analista dessa nova metodologia, baseada em experimentos para fazer a empresa crescer de forma acelerada e sustentável, precisa entender de forma bastante aprofundada de análise de dados e associar esse conhecimento a áreas correlatas, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Big Data, além das metas e estratégias das empresas.

11 – Chief Culture Officer: numa adaptação para o português, o termo significa Diretor Executivo de Cultura. Esse profissional deve entender tanto do mercado como da cultura organizacional e tem a missão de mostrar para todos os líderes da empresa, da chefia aos cargos de operação, a importância de uma cultura que defina o DNA do negócio.

12 – Designer especializado em experiência do cliente: mais um conceito novo: Costumer Experience ou na tradução Experiência do Cliente, designa uma área exclusiva das empresas voltadas a entender seus clientes. Este designer especializado é o profissional capaz de tornar a experiência do cliente profunda e incrível de ponta a ponta.

13 – Especialista de arquitetura em TI e APIs: conhece APIs e microsserviços como ninguém. Espera-se desse profissional que proponha para os negócios novas tecnologias a serem analisadas, testadas e aplicadas nas soluções já existentes, assim como ser uma referência tecnológica para o time e ajudar a criar as soluções de forma detalhada. Enfim, profissionais que estão se formando ou pensando em iniciar cursos e buscar certificações, essas são algumas indicações de profissionais que estão nos radares das empresas de diferentes portes e segmento.

(Fonte: Canal Comstor)

Como Gerenciar um Data Center Corretamente?

Para garantir a alta performance e o bom funcionamento dos equipamentos da empresa, é necessário tomar alguns cuidados com o centro de dados.      

As empresas estão apostando, cada vez mais, na digitalização de suas infraestruturas para serem capazes de acompanhar o mercado competitivo atual e passarem pela Transformação digital. Nessa nova realidade, diversos dispositivos conectados, sistemas e plataformas modernas estão sendo implementados nos ambientes de trabalho. Graças à isso, as organizações tornam-se capazes de compartilhar inteligência entre pessoas e máquinas. No entanto, isso tem exigido mais esforços das equipes de TI e dos data centers.

Os data centers estão no centro da evolução das empresas e eles precisam ter capacidade para lidar com novas demandas que estão surgindo. Por isso, é preciso contar com uma equipe de TI preparada para realizar seu gerenciamento corretamente. Possuir um data center de alta performance e bem gerenciado é fundamental para as empresas acompanharem as inovações. É nele que organizações abrigam seus servidores, máquinas e outros equipamentos, além dos enormes fluxos de dados. Esses ambientes oferecem toda a infraestrutura crítica para o funcionamento dos processos das empresas. Por isso, é preciso manter o centro de dados cuidadosamente projetado e monitorado. No entanto, sua gestão está cada vez mais detalhada e complexa. Por isso, muitas empresas ainda possuem dúvidas sobre como gerenciar um data center corretamente e o que deve ser levado em consideração no processo.

As empresas devem buscar por data centers e formas de gerenciamento que atendam às necessidades de seus negócios. Para isso, alguns aspectos fundamentais devem ser avaliados: velocidade, disponibilidade, dinamicidade, integração e segurança. Desse modo, o processo de gestão deve acompanhar todos os equipamentos utilizados, assim como todos os usuários da empresa, seu funcionamento, estado de uso e movimentações em tempo real, 24 horas por dia. Portanto, para gerenciar um data center corretamente e ser capaz de identificar e controlar qualquer problema, é necessário considerar alguns pontos. Confira a seguir quais são eles.

 

1. GESTÃO DA DISPONIBILIDADE

Para gerenciar um data center corretamente, é necessário monitorar a disponibilidade de todos os elementos importantes para o funcionamento da empresa. Portanto, é preciso criar processos internos no data center para monitorar possíveis incidentes, detectar suas causas e solucioná-las. Isso garante que a empresa não passe por momentos de indisponibilidade.

 

2. REDUNDÂNCIA DE HARDWARE

Normalmente, os provedores dos serviços do data center ficam responsáveis pelo gerenciamento dos hardwares que suportam as principais aplicações da empresa. Eles fornecem ainda planos de contingência para que seja possível controlar falhas humanas, ciberataques e desastres naturais. No entanto, possuir redundância de hardware é necessário para que a empresa não perca seus dados, nem fique fora do ar caso algum problema aconteça. Além disso, as organizações devem implementar processos de automação para a substituição das máquinas que apresentarem problemas.

 

3. GESTÃO DE BACKUP

Outra questão importante para gerenciar um data center corretamente é verificar se ele conta com gestão de backup. Uma rotina de realização de cópias de segurança é essencial, principalmente dos dados críticos do negócio, garantindo a continuidade das atividades mediante qualquer contratempo.

 

4. SEGURANÇA DO AMBIENTE

Além dos backups, quando o assunto é tráfego de dados e ativos de TI, a segurança, tanto física quanto digital dos servidores, deve ser de alta qualidade. Isso é fundamental para garantir que as informações hospedadas no data center fiquem protegidas contra ciberataques e vazamentos de dados.

 

5. REFRIGERAÇÃO EFICIENTE

Quando o data center é local, alguns cuidados físicos também são necessários, como garantir uma climatização adequada. Isso é fundamental para o seu bom funcionamento e para a vida útil dos equipamentos da empresa. Portanto, é necessário projetar um sistema de refrigeração de acordo com o porte do data center e a quantidade de servidores que ele hospeda. Para gerenciar um data center corretamente, a empresa precisa analisar quais fatores podem comprometer o rendimento de suas máquinas e quais estratégias são necessárias para garantir a refrigeração adequada. Por meio de um gerenciamento bem-sucedido, as empresas são capazes de controlar totalmente o que acontece em seu ambiente. Dessa forma, elas acompanham a complexidade dos processos atuais e se mantêm à frente dos concorrentes no mercado.

(Fonte: Westcon)

5 Habilidades Essenciais para Profissionais de Big Data

Extrair o máximo de valor de seus dados para usá-los de forma certeira e estratégia fazem parte dos desejos de toda empresa. Quanto mais acesso aos dados a empresa tiver, mais qualificados estarão seus processos e mais a frente da concorrência e próxima dos seus clientes ela estará. E para ter acesso a todos esses dados, a empresa precisa ter em mãos os melhores profissionais de TI, que estejam aptos para atender um aumento de volume de referências disponíveis para extrair o máximo de seus recursos. O profissional de dados será cada vez mais requisitado, tendo em vista que as estimativas da IBM para até 2020 é que as informações geradas em banco de dados seja 300 vezes maior do que em 2010. Para isso será necessário dispor de profissionais altamente capacitados para dar suporte nessa nova realidade. Os cientistas de dados são profissionais que o mercado busca a todo tempo. E não só para ficar nos bastidores, executando tarefas críticas de banco de dados. O profissional de hoje precisa não só manipular um grande volume de dados mas também ter uma visão de longo alcance para detectar e interpretar as informações a partir da análise dessas informações. Dessa forma, é possível prever resultados e mitigar riscos e ameaças à corporação. Mas quais outras características um especialista em Big Data precisa ter? A seguir exploramos 5 habilidades essenciais que esses profissionais devem ter e quais as características fundamentais os ajudam em suas tarefas.

 

1.PENSAMENTO CRÍTICO

Antes de fazer qualquer julgamento, o cientista de dados precisa desenvolver o pensamento crítico. Assim, ele consegue não só reunir dados, mas fazer análises objetivas antes de fazer um relatório final. Para isso, é preciso ter sabedoria para ignorar informações irrelevantes e analisar as que realmente importam para o negócio. Essa é uma habilidade que determina a astúcia e o sucesso do profissional de Big Data. Além de ter experiência e intuição, e deixar as crenças pessoais de lado para analisar a situação a olho nu de forma crítica, sem interferências. Trata-se de saber avaliar uma situação com maturidade e vários pontos de vista, de acordo com as diretrizes da empresa que ele está atuando. Somente um profissional analítico com pensamento crítico é capaz de solucionar problemas dessa forma.

 

2. PROGRAMAÇÃO

Códigos não são problemas para esses profissionais. Eles são capazes de lidar com programação e saem ganhando quando se especializam cada vez mais nessa área. A quantidade de dados produzida diariamente requer especialistas em codificações e algoritmos. Para o profissional de Big Data se dar bem, ele precisa ter habilidade em códigos, matemática, algoritmos, saber lidar com grande volume de dados, computação em nuvem, trabalhar com dados em tempo real, árvore de decisão, entre outros. De toda forma, se por acaso o profissional não souber codificar, não é um problema grave. Mas é importante que ele tenha na sua equipe alguém que saiba e atenda essa demanda.

 

3. TECNOLOGIAS

Com o aumento da capacidade computacional e alta conectividade, é preciso que o profissional de Big Data esteja acompanhando de perto as novas necessidades da empresa e que saiba analisar qual tecnologia é a ideal para determinada demanda. Nem sempre a solução será a tecnologia de ponta. Algumas soluções podem até ser bem simples, por isso é recomendado que o profissional tenha um olhar treinado para distinguir isso. Entre as principais tecnologias que o cientista de dados precisa estar de olho são Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Big Data Analytcis e Machine Learning. Todas funcionam online e conseguem aprender de forma contínua. Mesmo assim, o profissional é extremamente requisitado pois é preciso que uma inteligência humana seja capaz de contextualizar esses dados para fazer melhor uso deles.

 

4. ANÁLISE DE RISCOS

Entender como a engenharia da rede funciona é primordial para que o cientista de dados consiga fazer uma análise de risco certeira para a melhoria nos processos da empresa. Grande parte dos processos de TI envolvem riscos e testes. Por isso, ter uma análise de risco bem no início de cada processo pode mitigar os riscos e tornar os procedimentos mais seguros, além de garantir a confiança dos clientes.

 

5. SOLUÇÃO PROBLEMAS

Mesmo que solucionar problemas esteja entre as habilidades mais procuradas em profissionais de Big Data, é interessante que o profissional consiga antecipar tendências. Por isso, construir análises de riscos que prevejam possíveis entraves ainda na fase de desenvolvimento pode ser mais efetivo do que esperar o erro acontecer para consertá-lo depois. Resolver pendências está no escopo de trabalho do profissional de Big Data. Eles já possuem o olhar treinado para analisar os dados de forma a corrigir possíveis erros. Entendem que tipo de ferramenta é ideal para cada caso e, por isso, trabalham de maneira assertiva e rigorosa para alcançar resultados. Basicamente, para ser um grande profissional de Big Data e analisar dados é preciso ter duas grandes características bem contraditórias: inteligência cognitiva para o processamento de dados e uma forte intuição para a solução de problemas.

(Fonte: Westcon)

8 HÁBITOS QUE TODO LÍDER DIGITAL DEVE TER PARA SER EFICAZ

Há muito tempo, um líder digital deixou de ser apenas um técnico de TI capaz de resolver problemas tecnológicos. Os desafios com a Transformação Digital são muito mais relacionados à liderança e gestão de pessoas do que simplesmente implementação de ferramentas. Um líder digital de sucesso é aquele que possui habilidade de visão de futuro, engajamento com as metas, problemas e com a equipe, além da pessoa que tenha conhecimento de gestão e desenvolveu ferramentas pessoais para fazer uma boa governança interna. Entre as muitas habilidades exigidas de um líder digital eficaz, algumas são mais comuns de serem encontradas, como:

1 – Comunicação clara: o gestor sabe o que quer e consegue transmitir de forma clara os comandos, as necessidades e fazer a divisão de tarefas de forma eficiente.

2 – Ser um bom ouvinte: ouvir a opinião da equipe e sugestões de outros departamentos é uma habilidade muito forte desses líderes, que não pensam somente nos seus departamentos, mas buscam soluções em todas as possibilidades.

3 – Desburocratizar processos: agilidade e qualidade nas entregas. Essa é uma das metas diárias dos gestores que tentam facilitar ao máximo o fluxo dos processos, questões de aprovações, definições rápidas, pouco tempo gasto em reuniões desnecessárias e muito mais dedicação na ação.

4 – Contratar perfis inovadores na equipe: o líder de sucesso é o que busca colaboradores para a sua equipe que tenha perfil complementar aos que já estão contratados, mas que também desafiam toda a equipe para que saiam da zona de conforte e busquem novas demandas. Especialistas acreditam que todo o paradigma tecnológico é quebrado porque existe em primeiro lugar uma demanda humana, uma pessoa que precisou de algo que ainda deve ser desenvolvido. Um gestor eficaz busca essas pessoas, as que vão enxergar uma necessidade futura para poder antecipar demandas.

5 – Colocar a mão na massa: apenas coordenar e organizar o processo de trabalho não é possibilidade para os gestores de liderança. Quem tem esse perfil coloca a mão na massa e trabalha junto com a equipe, seja para desenvolver, resolver, compartilhar ideias ou mesmo dar o exemplo para o time.

6 – Aceitar que erros acontecem: mesmo que são feitos vários planejamentos, reuniões de alinhamento, diagnósticos e todo processo parece estar correto, os erros são iminentes. Sejam grandes ou pequenos, sejam erros humanos ou de máquinas e o gestor precisa aceitar que existe essa possibilidade e deve saber trabalhar com frustrações, coordenar uma nova fase do processo e mesmo motivar a equipe para começar um projeto do zero.

7 – Relacionamento interpessoal multinível: diretor só se relaciona com diretor, gerente só com gerente. Errado! Líderes eficazes conhecem os estagiários, as pessoas de outros departamentos, as secretárias e porteiros e sempre buscam ouvir suas opiniões em busca de soluções.

8 – Ter visão de futuro: antecipar a necessidade do negócio e já ter a solução nas mãos é o ideal para esses gestores. Para isso, porém, precisam estar atentos aos movimentos do mercado do segmento ao qual a empresa faz parte, assim como das novas tecnologias que entram diariamente a venda. Devem conhecer de ponta a ponta a infraestrutura tecnológica do negócio e saber quais os gaps, quais os ativos que precisarão de ajustes em breve ou que estão ficando obsoletos, deixando de acompanhar a Transformação Digital. Enfim, é um trabalho árduo. Além de todo o conhecimento técnico adquirido ao longo dos anos, todas as vivências desses gestores são utilizadas nas tomadas de decisão e no relacionamento com outras pessoas.

(Fonte: Canal Comstor)

4 Profissões de Análise de Dados que Estão em Alta no Mercado

Contratar profissionais capazes de analisar e interpretar grandes fluxos de dados é fundamental para que as empresas consigam entender seus clientes e aumentar suas vendas.

As profissões ligadas a análises de dados estão cada vez mais em alta no mercado. Isso tem acontecido graças ao aumento da importância de tratar e interpretar os grandes fluxos de dados gerados pela sociedade.

As análises de Big Data têm possibilitado que as empresas captem insights poderosos sobre seus consumidores, permitindo que elas tomem decisões estratégicas para seus negócios. O volume de dados gerado constantemente se tornou um dos principais desafios das empresas na atualidade. Portanto, elas passaram a depender, cada vez mais, de profissionais capacitados a realizarem todas as etapas de uma análise de dados – armazenar, separar, traduzir e fazer bom uso das informações.

O campo da Ciência de Dados é muito amplo, abrangendo diferentes etapas, desde a limpeza de dados até a implementação de modelos de análises preditivos. Portanto, para um profissional de TI ser capaz de trabalhar com essa enorme quantidade de dados, é preciso desenvolver habilidades científicas, além de se atualizar constantemente, já que novas ferramentas de processamento de dados surgem a todo momento no mercado.

Há diversos requisitos essenciais para executar análises de dados de forma efetiva, como adquirir conhecimentos em áreas de exatas e tecnológicas, como estatística, computação e matemática. O universo de análise de dados é tão amplo, que diferentes profissões ligadas a esse processo estão surgindo no mercado. Um único cientista de dados não é capaz de lidar com todas as áreas. Normalmente, esse profissional torna-se especialista apenas em alguns processos.

Por isso, para ter uma equipe completa para realizar análises efetivas de Big Data, a empresa precisa contar com diferentes profissionais, cientistas e analistas.   Confira a seguir quais são as principais carreiras que envolvem as análises de dados:

1. ENGENHEIRO DE DADOS

Os engenheiros de dados são membros fundamentais para uma equipe corporativa de análises de dados. Eles são responsáveis por detectar tendências nos conjuntos de dados analisados e desenvolver algoritmos para transformar as informações brutas em insights úteis para a empresa. É esse profissional que projeta os sistemas e estruturas que irão reunir e armazenar todos os dados dos usuários e resolver problemas, garantindo que todos os conteúdos sejam mantidos em segurança e possam ser facilmente recuperáveis.

2. ANALISTA DE DADOS

Esse profissional realiza a coleta, compilação, análise e interpretação dos dados para encontrar insights que afetam diretamente as decisões nas empresas. Eles são responsáveis por fazer diversas análises todos os dias e, normalmente, envolvem-se com as atividades diárias da organização. O analista auxilia as demais equipes, como as de marketing e vendas para ajudar a melhorar as estratégias utilizadas.

3. VISUALIZADOR DE DADOS

A importância desse profissional tem aumentado entre as empresas. Ele tem a função de apresentar os insights conseguidos por meio das análises, utilizando painéis informativos sobre as métricas da organização.

4. CIENTISTA DE DADOS

Um cientista de dados projeta modelos e mecanismos de aprendizado orientados para os negócios. Para isso, ele utiliza técnicas matemáticas para encontrar soluções de problemas de negócio ou científico. O cientista promove informações para que as empresas possam otimizar processos e maximizar a eficiência das análises. Ele pode, por exemplo, projetar algoritmos para recomendar quais são os produtos mais populares da empresa para os compradores a partir de históricos de navegação, compras ou parâmetros semelhantes. Dessa forma, a empresa torna-se capaz de compreender o cliente e aumentar sua lucratividade.

Estas são apenas algumas carreiras que surgiram com o avanço das análises de dados. Esse campo é muito extenso e tende a se ampliar cada vez mais. É fundamental que os profissionais de TI estejam sempre em busca de ampliar seus conhecimentos.

Além disso, as empresas também precisam estar atentas à necessidade de contratar novos colaboradores ou consultores especialistas para que consigam realizar análises mais completas e eficientes de seus dados.

(Fonte: Westcon)

3 Dicas Para Passar de Profissional de TI Para CIO de Uma Empresa

Veja o que é preciso para chegar a este importante posto de comando em uma empresa de tecnologia.

Se você é um profissional da área de TI, já deve ter ouvido falar em CIOs. O CIO, ou Chief Information Officer, é o termo que designa o cargo que se responsabiliza pelo TI das empresas. Alguém que é experiente na área de TI e tem capacidade de liderar o funcionamento dos sistemas é quem ocupa esse cargo.

O CIO entende tanto da gestão da empresa em relação à tecnologia da informação quanto dela em si. Ele é a ligação entre os gestores da empresa e a equipe de TI de uma empresa. Podemos dizer, portanto, que um CIO de uma empresa tem conhecimentos tanto de liderança e gestão quanto da informática e das tecnologias envolvidas da empresa.

DE QUE FORMA POSSO ME TORNAR CIO?

É muito comum querer o crescimento dentro da empresa, afinal, quanto maior o cargo, maior a relevância profissional e maiores as oportunidades. Entretanto, poucos sabem que atitudes devem tomar para conseguir escalar até chegar lá. Neste artigo, colocamos em questão 3 dicas básicas mas que não devem ser ignoradas nesta caminhada:

1 – ENTENDA AS NOVAS TECNOLOGIAS

Quem quer ser CIO precisa estar sempre a par da situação da tecnologia no país e no mundo, obviamente. Esse entendimento pode ser feito de várias formas: pós-graduações, especializações, cursos, workshops, enfim, capacitação. Um bom profissional está sempre se tornando mais certificado, mostrando que acompanha a evolução do mercado em que atua.

2 – DESTAQUE O SEU TRABALHO

Para ser visto no meio da multidão, você precisa ter algo que te diferencia dela. A partir do aprendizado constante você é capaz de mostrar um diferencial em relação aos outros profissionais dentro da sua empresa. Isso significa que para ser promovido, você precisa se destacar no seu trabalho e nos seus resultados. Mostrar resultados positivos e destacar o seu trabalho é apenas mais uma forma de se diferenciar dos outros profissionais de TI da empresa.

3 – ADQUIRA FACILIDADE EM CRIAR RELACIONAMENTOS DENTRO DA EMPRESA

Não adianta ser um excelente profissional de TI se não há uma habilidade de liderança ou gestão em você. Isso acontece porque uma empresa entende que o CIO consegue lidar com as pessoas e com a tecnologia. Desenvolver habilidades de criar bons relacionamentos com os times, portanto, é um dos passos para se aproximar do seu objetivo.

(Fonte: Westcon)

4 Cargos de TI que Estarão em Alta até 2020

Entre as áreas que se apresentam como promissoras para os profissionais de TI estão os cargos relacionados com experiência do consumidor, design, arquitetura da informação e cultura organizacional.

A área TI, sobretudo com a Transformação Digital, é uma das que mais apresenta crescimento e está em constante desenvolvimento, exigindo novos profissionais de TI para cargos que sequer existiam até então. A revolução digital tem trazido maior dinamicidade à economia, mas também algumas incertezas, sobretudo em relação ao desenvolvimento, manutenção e novas habilidades que os talentos de TI devem apresentar nesse mercado em constante reformulação.   Para se ter uma ideia, somente no Brasil, o setor de TI gera mais de 1,3 milhão de empregos e apresenta um déficit de mais de 48 mil profissionais, que, de acordo com dados da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), se essa carência não for suprida, pode gerar perdas de receita de até R$ 115 bilhões até 2020. Nesse ambiente digital, especialistas indicam algumas carreiras que se apresentam como promissoras para os profissionais de TI sobretudo aquelas que estão relacionadas com experiência do consumidor, design, arquitetura da informação e cultura organizacional.Confira abaixo alguns cargos que estarão em alta até 2020:

1 – Analista de growth hacking: uma denominação recente, o growth hacking pode ser entendido como um novo modelo de estratégia de marketing. O analista dessa nova metodologia, baseada em experimentos para fazer a empresa crescer de forma acelerada, precisa entender de forma bastante aprofundada de análise de dados e ser capaz de associar esse conhecimento a áreas correlatas, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Big Data. O objetivo, como apontado acima, é fazer o negócio crescer com rapidez e de forma eficiente. É um novo perfil de profissional que está no radar das empresas nos próximos anos.

2 – Chief Culture Officer: numa adaptação para o português, o termo significa Diretor Executivo de Cultura. Esse profissional deve entender tanto do mercado como da cultura organizacional. Ele tem a missão de mostrar para todos os líderes da empresa, da chefia aos cargos de operação, a importância de uma cultura que defina o DNA do negócio. Na prática, esse profissional deve interpretar a cultura de seu tempo e o comportamento humano, antecipando tendências e orientando a empresa a responder às mudanças do mercado rapidamente, de maneira a tornar o negócio mais inteligente. Walt Disney e Steve Jobs são exemplo desse perfil.

3 – Designer especializado em experiência do cliente: mais um conceito novo: Customer Experience ou na tradução Experiência do Cliente, designa uma área exclusiva das empresas voltadas a entender seus clientes. Evidente que as novas tecnologias de análise de dados trouxeram combustível para o setor, que cada vez mais exige um profissional capaz de transformar a experiência do cliente em todo o processo. Nesse sentido, este designer especializado é o profissional capaz de tornar a experiência do cliente profunda e incrível de ponta a ponta. Como se mimasse o consumidor, levando ele de mãos dadas a encontrar exatamente aquilo que procura.

4 – Especialista de arquitetura em TI e APIs: conhece APIs e micros-serviços como ninguém. Espera-se que esse profissional proponha para os negócios novas tecnologias a serem analisadas, testadas e aplicadas nas soluções já existentes, assim como ser uma referência tecnológica para o time e ajudar a criar as soluções de forma detalhada. O grande desafio das empresas é sair das grandes plataformas e partir para uma arquitetura disruptiva, que possa criar novos aplicativos, capazes de serem integrados com sistemas inteligentes e, por isso, estes especialistas serão buscados para inovarem em processos, buscando soluções futuras.   Em resumo, para se trabalhar com TI hoje em dia, o profissional vai precisar se reinventar, buscando uma visão sistêmica da sua função, além de todo o conhecimento técnico acumulado ao longo de suas experiências.

Fonte: Canal Comstor.

Por Que Devo Ter Um Site

Em breves palavras vamos tentar entender a importância de um site, seja para uma empresa grande, média, pequenos negócios, ou até mesmo para profissionais liberais/autônomos!

Muitas pessoas acreditam que não é necessário ter um site, basta ter as “redes sociais”!

Pois bem, isso não é verdade! É um erro pensar assim.

É certo que as redes sociais são muito importantes nos dias de hoje, mas não dispensam, jamais, um site e todo seu “poder de fogo”!

Entre vários pontos podemos citar:

  1. a rede social NÃO é sua, a qualquer momento ela pode ser alterada e ninguém vai perguntar para você se concorda com a alteração;
  2. você tem nenhuma garantia de que as suas informações colocadas ali estarão seguras, ou seja, se elas desaparecem por qualquer que seja a razão, não adianta reclamar – e acredite, é mais comum do que se imagina;
  3. todo mundo tem redes sociais, site só os “top”;
  4. as redes sociais de todos são exatamente iguais, layout e cores, só muda o conteúdo que você coloca;
  5. a rede social está sujeita a ficar “fora do ar” por motivos que não tem nada ver com você;
  6. o site é seu, mudanças só ocorrem por sua vontade e autorização;
  7. no site você tem segurança garantida em contrato de que suas informações estarão seguras;
  8. em hospedagens de empresas como a Vitae Tec você tem garantia de disponibilidade;
  9. hospedando seu site na Vitae Tec você recebe contas de e-mail ilimitadas;
  10. o site mostra para seus clientes e clientes em potencial, maior credibilidade do seu negócio;
  11. o site ajuda a reforçar sua marca, seu nome;
  12. o site permite que você tenha recursos ilimitados como: atendimento online, cadastro de clientes, pagamentos, orçamentos personalizados, total liberdade para criar layout das páginas, formulário de contato, mapa de localização, vitrine online e muito mais;
  13. com o domínio do site e as contas de e-mail você poderá atender seu público de maneira personalizada. Imagine você recebendo um e-mail “joao_1950@gmail.com” e outro “joao@nomedalojadojoao.com”, qual deles lhe passaria maior credibilidade?!

Estes são só alguns exemplos que mostram as vantagens de um site!

No entanto, também não é indicado ter o site e não ter presença nas redes sociais. SIM é muito importante manter as redes sociais, além do site!

 

O que dizem as pesquisas

1) Pesquisa mostra que a maioria do público entrevistado (63%) procura informações na internet antes de realizar uma compra! (EGM – Estudo Geral de Meios, Ipsos Connect)

2) Estudo realizado pela E-commerce Radar – Atlas, primeiro semestre de 2017.

3) Pesquisa do Sebrae no último dia dos pais mostra que 84,4% dos consumidores pesquisam na internet antes de realizar uma compra!

4) As pessoas passam diariamente, em média, 12h e 39m na internet (PC/Tablet/Mobile), e 02h e 37m assistindo TV. (Fonte: Hootsuite/We Are Social – Janeiro/2017)

 
Ainda tem dúvidas sobre a importância do site?!

Como posso ter um site? Qual o investimento?

Para ter seu site é muito mais simples do que você imagina, basta procurar uma empresa que lhe ofereça garantias!

Aqui na Vitae Tec você pode ter seu site de duas formas:

  1. Tradicional: A partir de R$ 2.300,00 (consulte o valor ao contratar) o site institucional mais simples, o valor vai aumentando de acordo com os recursos desejados. O site será desenvolvido especialmente para você, projeto específico, com layout voltado para seu negócio, e a homologação de entrega será apenas quando você disser que está tudo conforme você gostaria que estivesse! Neste modelo de trabalho você paga um valor e o site é seu. Depois você poderá hospedá-lo (deixar o site disponível para ser acessado) na aqui na Vitae Tec ou em qualquer outra empresa de sua preferência. O prazo para entrega depende do que será desenvolvido no site, em média a partir de 30 dias;
  2. Site-Express: R$ 79,00/mês (consulte o valor ao contratar) para alugar um pacote de serviços que inclui:
  • modelo de site (o cliente escolhe um dos modelos disponíveis – pode personalizar cores, imagens, textos, e outros pequenos detalhes)
  • hospedagem
  • domínio (endereço eletrônico)
  • e-mails ilimitados
  • prazo de entre em até 3 dias
 
 

Observações:

  1. Com os dois modelos de trabalho seu site terá um painel de controle para você mesmo administrar o conteúdo;
  2. Todos os sites negociados pela Vitae Tec são responsivos (se ajustam em qualquer tamanho de tela).

 

Veja no vídeo abaixo alguns exemplos de sites simples:

 

 
 

Conclusão

Podemos dizer que as redes sociais tem um papel importante em ajudar a divulgar seu negócio, o seu site tem importância em fortalecer sua marca, seu nome, e melhorar a interação com seu público.

E ao contrário do que alguns possam imaginar, é rápido, fácil, e um excelente custo x benefício adquirir um site!

Vem pra Vitae Tec!

 

Não fique para trás da concorrência, tenha ainda hoje seu site! Mesmo com os modelos mais simples que oferecemos seu negócio já passará mais credibilidade e segurança ao seu público!

E todos viveremos felizes para sempre!!! 🙂

 

Por que a Automação e os Algorítimos são o Futuro das Contratações em TI?

Por que a automação e os algoritmos são o futuro das contratações em TI

O setor da tecnologia está em constante evolução, tornando o mundo cada vez mais digital, o que faz o número de dados criados pela sociedade aumentar rapidamente. O funcionamento das empresas está se tornando altamente automatizado e complexo para conseguir lidar com essa grande quantidade de informação. Devido a isso, as corporações estão cada vez mais dependentes da tecnologia de algoritmos. Este é um mundo novo que apresenta inúmeras possibilidades.

Os algoritmos são responsáveis por transformar o grande volume de dados que essas empresas possuem em ações úteis e melhorar a experiência dos usuários. As decisões a serem tomadas no dia a dia, tanto por empresas, como por toda a sociedade, estão passando a depender ainda mais deles.

A implantação de computação em nuvem, Internet das Coisas, dispositivos móveis, entre outras tecnologias, por corporações de diversos setores tem feito com que os principais cargos na área de TI se transformem. As empresas passam a depender da automação até para conseguirem encontrar os melhores candidatos para fazer parte de suas equipes.

Os algoritmos tornam essa tarefa mais simples. Eles são uma forma organizada de expressar determinada sequência de passos para se atingir um objetivo específico. Por isso, a partir deles, as corporações conseguem classificar os profissionais de TI e combinar os candidatos com as oportunidades de emprego disponíveis.

A demanda por esse modelo de contratação está crescendo rapidamente, pois é possível preencher as vagas disponíveis na metade do tempo e ter menores gastos do que se utilizando métodos de recrutamento tradicionais.

As empresas utilizam ferramentas programadas para analisar as respostas dadas pelos candidatos a partir de várias fórmulas criadas por gestores de TI, que calculam o resultado e definem, sem erros, quais profissionais têm os melhores pré-requisitos e se encaixam melhor nas vagas disponíveis.

Os algoritmos conseguem puxar dados disponíveis em sites e redes sociais, como Linkedin, Facebook e Twitter dos candidatos. Ele compara os perfis nessas redes, verifica as experiências que correspondem às qualificações exigidas, conseguindo priorizar aqueles que possuírem mais referências e habilidades desejadas.

É possível, também, utilizar algoritmos em bancos de dados. Normalmente, os recrutadores já possuem milhares de currículos de candidatos em suas bases de dados. O algoritmo torna mais fácil para eles verificar aqueles mais qualificados.

Utilizar esta metodologia garante uma grande vantagem competitiva, pois torna o ciclo de contratação mais curto e reduz gastos, encontrando apenas os candidatos certos com base na descrição do trabalho. Isso garante que a média de tempo no cargo aumente, diminuindo a necessidade de se realizar novos processos de contratação.

Cada empresa utiliza uma metodologia para realizar essa tarefa e leva em conta diversos pontos diferentes. Recrutar funcionários pode parecer uma tarefa incapaz de utilizar a automação, por exigir capacidades humanas, como interpretar indicadores sociais, porém, muitas vezes, a parcialidade e gostos pessoais podem atrapalhar. Por isso, o ideal é combinar o uso dos algoritmos com a entrevista pessoal para que as decisões sejam mais efetivas.

(Fonte: Westcon)

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Pesquisa mostra que a maioria do público entrevistado (63%) procura informações na internet antes de realizar uma compra!
(EGM – Estudo Geral de Meios, Ipsos Connect)

Se o seu negócio ainda não tem site já está atrás do concorrente que tem!

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América Latina enfrenta déficit de profissionais de TIC

Praticamente alheio às crises nacionais e internacionais, o mercado de TIC (Tecnologia da Informação e Telecomunicações) da América Latina pode continuar enfrentando um apagão de mão de obra especializada nos próximos anos. A demanda por profissionais irá superar a oferta em 449 mil até 2019, de acordo com um estudo encomendado pela Cisco à IDC.

O Brasil tem a maior lacuna de habilidades em rede da região: somente em 2015, o país teve um déficit de 195 mil profissionais capacitados e empregados em tempo integral, um número que deve diminuir para 161 mil até 2019.

LEIA MAIS: Faltam talentos na indústria de segurança

O estudo The Networking Skills in Latin America foi realizado em 10 países e analisou a disponibilidade de profissionais especializados em TIC na América Latina entre 2015 e 2019. Em 2015 houve uma defasagem de 474.000 profissionais de redes em toda a região e, embora exista um ligeiro decréscimo de 1,4% na demanda prevista em 2019.

O Brasil tem a maior lacuna geral de habilidades para trabalho em rede, tanto em termos absolutos como percentuais. A IDC estima que o mercado de TI no Brasil irá crescer de 2015 a 2019 a uma Taxa Composta de Crescimento Anual (CAGR, na sigla em inglês) de 3%. De acordo com o modelo, o Brasil teve em 2015 uma lacuna de 195.365 profissionais capacitados e empregados em tempo integral, diminuindo para 161.581 em 2019. Esses números representam uma lacuna de 41% em 2015 e 35% em 2019, respectivamente. 59% da lacuna em 2019 deverá ocorrer em tecnologias emergentes.

Segundo o estudo, as tecnologias emergentes requerem trabalhadores qualificados em vídeo, nuvem, mobilidade, datacenter & virtualização, big data, segurança cibernética, Internet das coisas (IoT) e desenvolvimento de software, além das habilidades básicas e em core de rede, tais como: competências em switches e roteadores, segurança de rede, redes sem fio, comunicações unificadas e colaboração.

Além disso, os profissionais de TIC requisitados devem desenvolver outras habilidades não-técnicas, tais como: proficiência no idioma de inglês, trabalho em equipe, resolução de problemas, gerenciamento de projetos, criatividade e inovação, capacidade de comunicação e uma atitude empreendedora. O fato demonstrou que o profissional de redes requisitado no mercado precisa combinar capacidades técnicas e não-técnicas para suportar um ambiente de negócios cada vez mais complexo.

Diversidade
Outro fator medido neste estudo está relacionado com a inclusão da mulher. Em média, a participação feminina no segmento de redes é de 13,3%; atualmente, 15,3% das companhias não tem nenhuma mulher nas suas equipes de redes. De acordo com a Unesco, as mulheres correspondem a 31% da população de estudantes de Ciências da Computação na América Latina. O estudo mostra que ainda há espaço para melhorias na região nesse sentido.

O estudo mostra também uma compreensão mais madura da rede nas empresas no Brasil. 45% das empresas vê a rede como a plataforma que sustenta processos de negócios, um valor mais alto do que a média de 37% da América Latina. Além disso, o investimento em novas tecnologias emergentes no Brasil é considerável. 38% das empresas no Brasil irá investir em projetos de IoT no curto prazo, mais do que qualquer outro país na América Latina. Todos esses fatores contribuem para dificultar a contratação de profissionais de redes com o conjunto adequado de habilidades.

A IDC realizou 760 entrevistas em oito países da América Latina: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, México, Peru e Venezuela.

(Fonte: http://www.portaldocanal.com/)

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A Vitae Tec oferece o serviço “Site Express”, onde o cliente escolhe um layout de site dentro das opções disponíveis, e escolhe o endereço eletrônico (domínio) para seu novo site. Em até três dias úteis após o pagamento o site escolhido estará disponível. Além da rapidez, o cliente pode gerenciar o conteúdo de seu site e personalizar textos e imagens. Pagamento mensal. Inclusos registro de domínio, hospedagem com 3GB de espaço, contas de e-mail personalizadas e ilimitadas. Saiba mais em http://vitaetec.com/br/site-express

5 medidas que deixam qualquer funcionário mais feliz

  • otimismo; felicidade; confiança; 2 (Foto: Shutterstock)

    Ser feliz faz bem. No trabalho, diante de reuniões, estresse e metas a cumprir, mais ainda. E o gestor também é responsável pela felicidade dos funcionários. O clima no ambiente de trabalho pode influenciar no desempenho dos colaboradores e até levá-los a sair do negócio.

    Para o professor João Baptista Brandão, coordenador do master em liderança e gestão de pessoas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e sócio do instituto Ibrand Brasil, a busca por um ambiente de trabalho mais feliz é tendência entre os empreendedores brasileiros. “Ao contrário do que muita gente pensa, ser divertido não é o contrário de ser negligente. Ser divertido é o contrário de ser chato. É possível conciliar essa felicidade a um trabalho bem feito”, afirma ele.

    De acordo com Brandão, algumas práticas bastante usadas para integrar a equipe e melhorar o clima, como happy hours, podem não surtir o efeito desejado. Ele lista cinco dicas para empreendedores que querem acabar com a sisudez do escritório.

    1) Mostre que o emprego e a empresa valem a pena – Não basta ter um belo discurso sobre os valores e a importância da empresa. Segundo Brandão, é preciso demonstrar que as palavras fazem sentido. “O funcionário que acredita no que faz e no lugar em que trabalha tende a ser feliz e a desempenhar seu papel com vontade.”

    2) Valorize a equipe – Em uma conversa com um empreendedor que não entendia por que ninguém ficava em sua empresa por muito tempo, o professor da FGV perguntou como ele tratava seus clientes. “O empresário disse que os tratava muito bem, ajudava no que era possível e era sempre simpático. Disse a ele que era fácil manter os funcionários: bastava tratá-los como se fossem seus clientes”, conta Brandão. Os empreendedores devem se lembrar de que não não são os únicos que querem ser bem-sucedidos – este é o mesmo objetivo dos colaboradores. “Recompense os funcionários, cuide da carreira deles e eles o ajudarão a crescer.”

    3) Não ignore os problemas deles – É difícil se concentrar no trabalho quando a cabeça está em outro lugar. “Caso o funcionário esteja passando por algum problema familiar, por exemplo, vale pensar em mandar a pessoa para casa”, afirma Brandão. Outro problema que pode acabar com a produtividade de alguém é a demora para chegar no trabalho por causa do trânsito. “Em um caso como esse, se a função permitir, por que não deixar o colaborador trabalhar de casa durante o horário de pico?”, sugere o especialista.

    4) O happy hour pode não ser uma hora feliz – Relaxar depois do expediente em um happy hour é uma prática bem comum entre colegas de trabalho. Tal medida vem sendo adotada pelas empresas, em uma tentativa de aproximar a equipe do pessoal da gerência. O problema é quando esse tipo de confraternização vai se tornando uma imposição da empresa. “Vai haver alguém que prefere ir para casa descansar e é ‘obrigado’ a ir para o bar. Pior: indo à força, pode ser que a reunião sirva para que todos falem mal da empresa”, afirma o professor.

    Para Brandão, o problema não é o happy hour – qualquer confraternização que ocorra espontaneamente, sem a pressão de ninguém, serve para aumentar a integração de uma equipe. “O happy hour pode ser nocivo e se transformar em uma válvula de escape para funcionários insatisfeitos, mas é uma iniciativa válida quando se torna uma consequência natural das relações entre eles.”

    5) Comemore conquistas e aprenda com o fracasso – Se uma comemoração faz sentido, todos ficam felizes em participar. “Quando uma meta é cumprida ou alguém consegue uma conquista pessoal, aí faz sentido fazer a celebração”, diz Brandão. Mas a felicidade no escritório não aumenta só fazendo festa. Na hora do fracasso, é importante marcar uma reunião e ver o que é possível fazer para que o resultado negativo não se repita. “Quando o empreendedor mostra que está junto com seus comandados no sucesso e no fracasso, maiores são as chances de que o clima da empresa se mantenha bom”, afirma o professor da FGV.

    (revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2013/08/5-medidas-que-deixam-qualquer-funcionario-mais-feliz.html)

Como investir em treinamento

“Todos nós adoramos vencer, mas quantas pessoas adoram treinar?”

(Mark Spitz)

* por Tom Coelho

A atividade de treinamento é inerente ao mundo corporativo. Algumas empresas a entendem como imprescindível para o desenvolvimento de seus colaboradores, elevando a produtividade com impacto positivo na última linha do balanço. Já outras companhias a enxergam como símbolo de desperdício – de tempo e dinheiro. E outras tantas apenas a realizam para colorir suas estatísticas de responsabilidade social corporativa a fim de concorrer a prêmios e ganhar títulos.

O fato é que o treinamento é primordial para capacitar, desenvolver, integrar e estimular as pessoas, permitindo-lhes realizar mais com menos, ensinando-as a trabalhar mais inteligentemente. Todavia, um programa formatado sem planejamento pode mesmo representar tempo, dinheiro e energia jogados ao vento.

Por isso, uma questão recorrente é: Como realizar um treinamento produtivo?

1. Palestra ou Treinamento?

O primeiro passo é compreender as diferentes abordagens possíveis.

Uma palestra caracteriza-se por ser um evento de curta duração, podendo se estender desde apenas quinze minutos até duas horas, sendo que convencionalmente gira em torno de 75 a 90 minutos.

Em regra, a palestra é proferida por um único ministrante que a apresenta em formato de monólogo, ainda que muitos profissionais façam uso de diversos recursos para interagir com a platéia, admitindo sua participação.

Diante do tempo disponível, uma palestra tem alcance reduzido, abordando diversos assuntos superficialmente, exceto se o tema for muito específico e de cunho técnico ou científico. Todavia, no universo empresarial, a palestra tem o poder de agir com caráter de sensibilização, buscando promover a reflexão, surpreendendo, provocando e estimulando as pessoas a saírem da zona de conforto para atentar sobre novas possibilidades.

Já um treinamento consiste em um trabalho de maior profundidade que demanda maior dedicação. Evidentemente que a carga horária recomendada depende de variados fatores, podendo transitar de um mínimo de oito horas até cerca de 100 horas ou mais, divididas em módulos exercitados no decorrer de semanas ou meses. Entretanto, diante das dificuldades de agenda das empresas, é comum observarmos a realização de treinamentos com carga de 8 a 16 horas, num sistema de imersão total (cursos de um ou dois dias integrais) ou parcial (cursos de meio período ou realizados à noite).

Um treinamento pode ser conduzido por um único facilitador, não sendo raro dois ou mais profissionais trabalharem em conjunto. Enquanto uma palestra pode ser apresentada para um público diminuto ou para grandes platéias, um treinamento, a fim de ser bem sucedido, deve considerar grupos menores, com um máximo de 50 participantes por turma, sendo desejável até a metade deste número em muitos casos.

O propósito de um treinamento é mais do que sensibilizar. Espera-se desenvolver nos participantes a habilidade de desempenhar uma determinada tarefa com desenvoltura e segurança. Isso justifica a recomendação de grupos menores, pois um treinamento deve contemplar a realização de atividades individuais e coletivas para fixação dos conceitos ilustrados. Não basta ao participante ouvir e falar. É imprescindível fazer.

Há outras modalidades de trabalho derivadas das anteriores, como por exemplo, os chamados workshops, que nada mais são do que mini-treinamentos com cerca de quatro até oito horas de duração.

Entre contratar uma palestra ou um treinamento, a empresa deve considerar seus objetivos e orçamento. Assim, para divulgar um novo conceito, reforçar um procedimento ou festejar uma conquista, a contratação de um palestrante é suficiente e adequada. Já para a implantação de projetos e desenvolvimento de competências, um treinamento faz-se necessário.

2. Planejando o Evento

Qualquer que seja a modalidade de trabalho escolhida, a ausência de um planejamento detalhado é o caminho mais curto para o fracasso. É dentro deste contexto que colhemos tempo perdido, investimento sem retorno e funcionários desestimulados.

O filme “Como Fazer o Treinamento Valer a Pena”, distribuído com exclusividade no Brasil pela Siamar, apresenta uma eficiente metodologia de planejamento para eventos de treinamento corporativo. A proposta básica consiste em gerenciar o antes, o durante e o depois do evento.

2.1. Antes do Evento

É responsabilidade do gestor levantar necessidades e objetivos que pretende atingir. Isso já sinalizará inicialmente qual modalidade de trabalho contratar.

Se o motivo for premiar os resultados alcançados pela força de vendas, a melhor opção é uma palestra com abordagem motivacional e até lúdica, pois o momento é de celebração. Porém, se os resultados estão insatisfatórios, a mesma palestra com perfil motivacional deve primar pelo conteúdo, buscando de forma envolvente apresentar técnicas que possam ser colocadas em prática com o intuito de auxiliar na reversão dos resultados adversos.

O local do evento também é importante. Muitos trabalhos podem ser realizados in company, dentro das instalações da própria empresa, minimizando custos com deslocamento e infra-estrutura. Contudo, treinamentos com imersão merecem um ambiente neutro, fora dos muros da corporação, para incentivar os participantes a se desligarem da rotina e entregarem-se de corpo e alma à atividade.

A contratação da empresa ou profissional que conduzirá o trabalho deve considerar formação, experiência, referências e, em especial, capacidade de personalização do serviço. Converse com o profissional. Observe se há a preocupação em conhecer o perfil dos participantes e os objetivos delineados pela empresa. Nada leva mais ao descrédito que uma apresentação que nitidamente não foi preparada para a audiência que a assiste. São os famosos “enlatados”, trabalhos padronizados que são indistintamente levados à apreciação de empresas de todos os portes, de todos os segmentos e para públicos de todas as idades, graus de escolaridade e níveis hierárquicos. A customização é um fator crítico de sucesso, pois cada empresa e cada público têm características próprias que exigem abordagens diferenciadas.

Definidos tipo de evento, objetivos e empresa contratada, é fundamental orientar e aconselhar os colaboradores. O grande erro neste estágio reside em enviar as pessoas para o treinamento sem prepará-las. Por isso, explique a necessidade do evento. Diga abertamente porque a empresa está investindo tempo e dinheiro na atividade. Demonstre claramente suas expectativas de melhoria no desempenho. E, sempre que possível, explicite como será feito o acompanhamento pós-evento, evidenciando que a proposta básica é utilizar efetivamente o aprendizado no dia-a-dia da empresa. Isso derruba a mística de que a atividade é um mero evento social, desconectado da realidade da companhia e que no dia seguinte não se lembrará de nada do que foi visto.

2.2. Durante o Evento

Há uma regra entre os organizadores de evento que diz: “Só termina quando acaba”. De fato, até que todos tenham partido, nenhum detalhe pode ser negligenciado. Isso envolve, por exemplo, a estrutura física. Cadeiras desconfortáveis, baixo índice de luminosidade, ar condicionado desregulado, acústica deficiente, são fatores que comprometem a atenção dos participantes.

Os equipamentos solicitados pelo palestrante ou facilitador devem ser previamente checados. Atenção com pilhas e baterias usadas, pois podem falhar no momento da apresentação, prejudicando a qualidade do áudio. A sugestão é utilizar sempre peças novas.

Horários precisam ser respeitados e intervalos regulares devem ser previstos para café e refeições, sempre com escolha de cardápio adequado. Em treinamentos com imersão, é comum e mesmo aconselhável a realização de uma confraternização. Mas esta deve ocorrer apenas ao final do encontro, nunca na noite anterior ao último dia de evento, por exemplo, pois os efeitos de uma noite com poucas horas de sono e o provável consumo de álcool impactarão negativamente no rendimento da equipe.

Uma ocorrência comum observada é a ausência de um colaborador no evento sob a alegação de que gostaria de participar, mas sua caixa de entrada está cheia. Barreiras ambientais desta espécie precisam ser superadas com a ajuda da liderança. Agendas devem ser flexibilizadas, escalas remanejadas, todos os esforços empreendidos no sentido de possibilitar a inclusão de pessoas identificadas como target para o treinamento.

Por fim, não meça esforços no sentido de subsidiar o evento com a máxima qualidade. É lamentavelmente comum encontrarmos materiais pirateados sendo utilizados o que denota grande incoerência com o propósito do treinamento e possivelmente com a própria carta de valores da companhia.

2.3. Após o Evento

Concluída a atividade é importante verificar se as metas foram atingidas. O primeiro instrumento é uma pesquisa de satisfação que deve idealmente ser aplicada ainda durante o evento, ao seu término. Pesquisas respondidas posteriormente perdem em representatividade, posto que deixam de captar o momento vivenciado pelo participante.

Uma segunda mensuração deve investigar se houve melhora no desempenho e na produtividade em decorrência do treinamento realizado. Porém, isto só é possível se um pré-teste tiver sido realizado antes do evento.

Nesta etapa, cabe novamente ao líder identificar no colaborador as vantagens do treinamento, demonstrando-lhe pontualmente o progresso auferido. É a hora certa para recompensá-lo, sempre ressaltando que a remuneração financeira não é o único e nem sempre o melhor expediente para reconhecer e fidelizar talentos.

Mas como o trabalho não cessa, é significativo também reafirmar periodicamente os conceitos e aprendizados, a fim de promover a melhoria contínua. Um bom instrumento de apoio, nestes casos, pode ser o e-learning.

3. Conclusão

A realização de palestras e treinamentos é uma atribuição das corporações. Afinal, considerando-se a crise do ensino em nosso país e um modelo de desenvolvimento sócio-econômico que transfere muitas responsabilidades do Estado para as empresas, o trabalho de capacitação dos trabalhadores ganha relevância como pré-requisito na busca pela competitividade.

Mas sem planejamento adequado que identifique por que fazer o treinamento, quando e onde realizá-lo, quem participará, quem ministrará, quanto será investido, como será mensurado o resultado e o que empresa e colaboradores ganharão com a atividade, corre-se o risco de efetivamente ver tempo e dinheiro desperdiçados.

(www.sobreadministracao.com/como-investir-em-treinamento/)

Há diferença entre ser chefe e ser líder…

chefeeliderimagesDurante 16 anos, fui dirigente do campus da USP em Lorena, SP. Aprendi que o chefe que é líder é um bom chefe. Vamos falar aqui do “chefe que não é líder”. Esse chefe simplesmente manda e os subordinados obedecem. Por isso, há um ditado que diz: “Manda quem pode; obedece quem tem juízo”. Já o líder é aquele que tem qualidade para uma determinada função. Quem é o meu líder no caso do meu carro estragado? É o meu mecânico competente; eu não vou discutir com ele o defeito do carro. É por isso, que levo o carro a ele. Quando meu computador não funciona, o meu líder é o técnico de informática que domina o assunto.

O chefe é obedecido porque manda; o líder porque tem competência no assunto e sabe orientar. O chefe se impõe pela autoridade, e às vezes pelo autoritarismo; o líder se impõe pela capacitação e porque sabe motivar e orientar seus auxiliares. O chefe manda fazer alguma coisa; o líder a realiza junto com os seus companheiros. O líder sabe despertar cooperação, sabe integrar as pequenas capacidades e aptidões de cada um, sabe aproveitar as individualidades. Para isso, ele procura conhecer a cada um, perscrutar suas almas, conhecer seus defeitos e suas qualidades.

O chefe atua isolado, o líder age em conjunto, discute, ouve, pergunta, deixa todos falarem… O chefe que não é líder, quando alguma coisa dá errado, culpa logo alguém e quer punir; o líder assume junto a responsabilidade dos fracassos da equipe. O líder procura muito mais acompanhar do que fiscalizar, procura mais descentralizar do que concentrar tudo nele. O líder confia na sua equipe. O chefe faz às vezes chantagem; o líder não amedronta e nem ameaça, estimula. O líder cria um ambiente amigo, o chefe gera tensões entre os subordinados.

O chefe pode ter medo de ser superado por algum subordinado e, por isso, bloqueia o crescimento deles; o líder, ao contrário, promove o crescimento de todos; não faz mistério, comunica a verdade a todos. O chefe impõe, o líder propõe antes de decidir. O líder é humano, o chefe que não é líder, é insensível. O líder é amigo, o chefe é dono. O líder não tem medo de estar no meio dos seus, é seguro; o chefe se isola porque é inseguro. O líder não tem medo de ser humilde e não precisa ostentar seus títulos; não é irado e nem invejoso; o chefe que não é líder se impõe pelo currículo. Enfim, o líder se impõe por suas virtudes, o chefe que não é líder, por seu poder.

Prof. Felipe Aquino

(cleofas.com.br/ha-diferenca-entre-ser-chefe-e-ser-lider/)

Diretor de TI mais bem pago ganha US$ 70 mil por mês

Levantamento da consultoria Janco Associates, divulgado pelo Wall Street Journal, revela os 10 maiores salários de CIOs (diretores de TI) do mundo, apurados em 2012.

A Protecter & Gamble está no topo da lista, oferecendo ao executivo Filippo Passerini um salário base de US$ 837 mil por ano, ou, US$ 70 mil por mês.

A FedEx e a Norfolk seguem na lista com remunerações de US$ 63,5 mil e US$ 50 mil mensais, respectivamente.

Curiosamente, a única empresa da lista que trabalha diretamente com tecnologia é a varejista de produtos eletrônicos BestBuy.

Em 9º lugar, a companhia paga mais de US$ 56 mil por mês ao diretor de TI, mas sua bonificação é uma das mais baixas: US$ 2,2 milhões.

Veja abaixo o ranking completo com salários e bonificações anuais.

Reprodução

(Fonte: olhardigital.uol.com.br)

Seus funcionários estão ocupados o tempo todo? Péssimo sinal

Profissional ou executivo multitarefa. ocupado e estressado

Consultor norte-americano Randy Murray afirma que profissionais que parecem ocupados demais estão, na verdade, fingindo trabalhar.

Profissional ocupado: “teatro da produtividade” pode atrapalhar os resultados de um equipe.

São Paulo – Se os funcionários de uma empresa parecem muito ocupados durante todo o expediente, é um mau sinal. Eles provavelmente estão fingindo, e não de fato trabalhando.

É o que diz o consultor norte-americano Randy Murray. Ele, que também é dramaturgo, presta consultorias sobre comunicação para as maiores empresas dos Estados Unidos há mais de 25 anos. Dessa experiência é que veio a conclusão de que existe um “teatro da ocupação” nos locais de trabalho.

Ele faz a afirmação por um motivo simples, observado em muitas corporações: em um ambiente de trabalho normal, sem a presença do chefe, ouve-se algum barulho de digitação, conversas normais e ligações feitas e recebidas. Mas se o gestor aparece, “os sons do trabalho se transformam instantaneamente em digitação barulhenta, telefones sendo tirados do gancho e funcionários paralisados”, afirmou, por e-mail, em entrevista a EXAME.com.

consultor diz que há até mesmo dicas para fingir estar produzindo. “Carregar uma prancheta de anotações enquanto anda. Isso faz você parecer ocupado para o seu chefe”, brinca.

Segundo ele, os profissionais que chama de “trabalhadores do conhecimento”, pessoas como programadores, escritores, equipes de marketing e vendedores, têm um ritmo natural que inclui pensamento e reflexão. “Isso não parece ‘estar ocupado’ para quem está de fora (os chefes). Alguns profissionais se sentem culpados quando estão pensando. Não parece trabalho”, diz. É por causa deste tipo de pensamento, que eles começam pequenos teatros, “performando atividades que os fazem parecer ocupados”.

A ocupação constante às vistas do chefe, para Murray, pode trazer o efeito oposto ao desejado. “Eu tenho descoberto, de fato, que o chefe aparecer pode causar a diminuição ou mesmo a parada da produtividade para que o teatro possa ter lugar”, conta ele. “Isso é o oposto do que a maioria dos gestores querem, mas eles estão felizes em ver funcionários muito, muito ocupados”, completa. Além disso, segundo ele, o “teatro da produtividade” funciona ainda como uma camuflagem de proteção. “Em muitos ambientes de trabalho, se você não parece muito ocupado, você receberá mais coisas para fazer”.

Não se trata de trabalho em excesso

Não quer dizer que os colaboradores estejam concluindo suas tarefas muito rápido, ou recebendo mais trabalho do que deveriam. A questão é que o “trabalho do conhecimento” não acontece em ritmo constante, segundo Murray. “É simplesmente impossível para um programador se sentar em uma mesa, acertar o relógio e digitar programas por oito horas seguidas”, exemplifica.

(Fonte: Revista Exame)
exame.abril.com.br/gestao/noticias/seus-funcionarios-estao-ocupados-o-tempo-todo-e-mau-sinal