SOFTWARE AS A SERVICE (SAAS): QUAIS OS BENEFÍCIOS DESSE MODELO PARA OS NEGÓCIOS?

Esse modelo baseado em Nuvem é a melhor opção para as empresas que querem reduzir custos, otimizar processos e garantir a segurança de seus dados.

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A Transformação Digital tem mudado rapidamente a forma com que os ativos de TI são implementados e utilizados pelas empresas. Com isso, a contratação de serviços em Nuvem tem se mostrado uma tendência muito vantajosa, pois possibilita o acesso a uma série de recursos que as organizações não possuíam internamente. O modelo SaaS (Software as a Service) é uma ferramenta extremamente valiosa nesse contexto.

Ele disponibiliza um sistema que não precisa ser instalado nas máquinas das empresas, podendo ser acessado apenas por meio de login e senha.

Ao utilizar esse conceito, é possível contar com uma maior automatização de processos, escalabilidade dos recursos e maior desempenho. Por isso o Saas tornou-se uma ferramenta valiosa para as empresas que querem se manter competitivas no mercado atual.

O que é SaaS e como funciona?
O Software como serviço surgiu como uma evolução da Cloud Computing para oferecer o melhor do software sem que seja necessário instalar novos programas nos computadores corporativos. Em vez de comprar novas licenças, esse modelo é vendido como um serviço por meio de assinaturas mensais, sendo acessado pela Nuvem via internet. Suas funcionalidades são atualizadas constantemente pelos provedores do serviço, o que permite que as empresas sempre contem com o melhor desempenho das aplicações. Por ser vendido como serviço, não é necessário realizar a contratação de recursos excedentes. Dessa forma, as empresas podem utilizar o sistema de “pay per use”, ou seja, elas pagam apenas pelo que utilizar em um determinado tempo.   Ao adotar o modelo SaaS, as empresas podem contar com a flexibilização de adquirir apenas o que for necessário para sua demanda.

Quais os benefícios para os negócios?
O software como serviço impacta diretamente na forma como as empresas realizam seus trabalhos e fazem suas entregas. Ele otimiza a produtividade de toda empresa e proporciona melhores resultados para os negócios.

Principais benefícios dessa tecnologia:
1. Disponibilidade, mobilidade, alta acessibilidade:
Por utilizar a nuvem, os serviços estarão disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana. Basta que o usuário utilize um dispositivo conectado à internet. Portanto, o SaaS garante a disponibilidade e mobilidade para os colaboradores da empresa. Com o aumento do uso de smartphones e outros dispositivos móveis no ambiente de trabalho, esse serviço torna-se ainda mais viável para os negócios.

2. Atualizações automáticas:
Como os upgrades das plataformas SaaS são gerenciados e realizados pelos fornecedores, as empresas não precisam se preocupar em realizar downloads ou instalar novas versões. Assim, a empresa pode contar sempre com a última versão dos serviços utilizados, evitando erros, períodos de indisponibilidade e vulnerabilidades.

3. Redução de gastos:
Ao utilizar o Software como Serviço, as organizações podem realizar seus pagamentos baseados no pay per use. Desse modo, não precisam lidar com alto custo de licenças de software e máquinas modernas. Os serviços contratados podem ser pagos por meio de mensalidades conforme as necessidades da empresa.

4. Redução de infraestruturas e manutenções:
Como é hospedado na Nuvem, esse modelo permite que a organização reduza ao máximo suas infraestruturas, pois não é necessário contar com mais servidores e máquinas para rodar os softwares contratados. Por meio de qualquer dispositivo conectado à rede, é possível ter acesso aos serviços. Assim, a empresa passa a não ter que realizar manutenções e atualizações.

5. Segurança da informação:
O software como serviço evita que os usuários mantenham dados importantes em seus dispositivos, pois tudo estará salvo na Cloud Computing. Portanto, mesmo que algum computador sofra alguma falha ou seja invadido por uma ciberameaça, a recuperação das informações é muito simples. Além disso, os fornecedores do serviço possuem profissionais capacitados e estabelecem protocolos rígidos de acesso. Logo, a organização não precisa investir em ferramentas caras de proteção.

6. Escalabilidade:
O modelo SaaS possibilita que as organizações contratem o serviço de acordo com suas demandas. Desse modo, é possível escalar os recursos caso a empresa cresça, mudando para pacotes mais abrangentes, ou reduza o serviço, caso sua necessidade diminua. Ao ser oferecido por meio da Nuvem, o Software como Serviço dispensa a necessidade de infraestruturas robustas e equipes focadas em sua gestão. Por isso, as vantagens para as empresas podem ser sentidas diretamente em seus negócios. Desse modo, é possível focar recursos e orçamentos em outras áreas que sejam mais estratégicas para o core business.

(Fonte: Canal Comstor)

Como escolher bons fornecedores de TI?

A dependência das organizações por provedores de serviços de TI tem aumentado a cada dia. Por isso, é importante traçar uma estratégia para que eles se tornem não apenas fornecedores de produtos, mas verdadeiros parceiros que contribuem efetivamente para o sucesso dos negócios. É fundamental que a organização busque por fornecedores bem posicionados no mercado e que possam oferecer soluções que façam a diferença na rotina administrativa. Para que essa escolha seja feita corretamente, a empresa deve analisar os perfis e capacidades dos provedores e algumas de suas características.



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Acompanhe a seguir quais são os aspectos importantes que precisam ser considerados:

1. Verificar os antecedentes da empresa: Primeiramente, antes de fechar acordo com um fornecedor de TI, é preciso pesquisar sobre o histórico da empresa em outras parcerias, buscando a opinião e avaliação de outros clientes. É necessário verificar se a empresa é confiável e se realmente entrega o que promete. O fornecedor ideal de TI é aquele que possui capacidade para atender a todas as exigências de uma empresa não apenas no presente, mas também no futuro. Ele deve ter uma estrutura capaz de acompanhar o crescimento das demandas, implementando novas soluções à medida que se tornam necessárias.

2. Consultar as certificações do fornecedor: Justamente por não serem especialistas em tecnologia, as organizações buscam parceiros que possam oferecer sua expertise sobre o assunto. Portanto, é necessário consultar se o provedor do serviço possui certificações que comprovem seu conhecimento e habilidades. Essas certificações são obtidas por meio de auditorias feitas por empresas especializadas. Elas servem para provar que o fornecedor possui os requisitos técnicos necessários para cumprir com todas as demandas que ele oferece.

3. Conhecer o portfólio oferecido: É sempre importante conhecer o portfólio dos fabricantes para entender quais soluções são oferecidas e se elas realmente atendem as demandas da empresa. Para isso, a organização precisa conhecer sua própria realidade e desenvolver um planejamento sobre quais ferramentas serão essenciais para o futuro de seus negócios. Assim, é possível contratar aquele fornecedor que consiga atender a todas as necessidades.

4. Descobrir o tipo de suporte técnico: Outro ponto importante para se tomar uma decisão, é o tipo de suporte técnico oferecido. Nos dias de hoje é essencial manter a disponibilidade total dos serviços para não perder clientes. As empresas podem ter grandes prejuízos caso seus sistemas enfrentem períodos de inatividade. Portanto, o fornecedor de TI deve ser aquele que estará disponível sempre que necessário, oferecendo um suporte 24 horas por dia, 7 dias por semana.

5. Saber quais diferenciais são oferecidos: Há uma série de fornecedores de tecnologia disponível no mercado. Por isso, na hora de fazer uma escolha, as corporações precisam analisar o que é oferecido além de seu pacote básico. Isso é fundamental, pois as empresas estão em constante evolução e poderão ter novas demandas no futuro que exijam ferramentas mais complexas. Desse modo, os fornecedores de TI devem ser especializados em algumas áreas importantes, como na segurança da informação, oferecendo soluções mais robustas e as principais tendências do mercado.

6. Considerar o custo-benefício: Outro passo importante para a parceria ser bem-sucedida, é selecionar um provedor de TI que ofereça seus serviços com qualidade e por um preço justo, claro, pois toda empresa visa economizar. Portanto, como você pode ver, para buscar por uma parceria de sucesso, é necessário encontrar fornecedores de TI que sejam confiáveis, tenham uma boa reputação no mercado, um portfólio variado e grande domínio sobre o assunto.

(Fonte: Canal Comstor)

COMO REDUZIR CUSTOS COM BACKUP NA NUVEM?

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Falar hoje em armazenamento de dados e backup em Nuvem, necessariamente temos que abordar a Transformação Digital. Ela é o motor para todas as mudanças que as empresas vêm enfrentando, já que ampliou o uso de soluções de Computação em Nuvem que ajudaram a conectar colaboradores, parceiros, clientes e equipamentos remotos. Essas conexões em Nuvem ampliaram a conexão de dispositivos dos mais diversos tamanhos em uma rede mais diversificada: a Internet das Coisas que transmite uma quantidade gigantesca de dados. Essa montanha de dados representa o Big Data e o surgimento deste fenômeno tem relação direta com essas duas tecnologias extremamente presentes na nossa realidade nos últimos anos. A grande quantidade de informações a serem armazenadas, entretanto, gera custos para as empresas, uma vez que o serviço de Nuvem é contratado de acordo com a demanda de capacidade de cada negócio. Em comparação com o backup tradicional e local, em que os dados são armazenados em discos rígidos físicos com capacidade limitada, os backups na Nuvem são flexíveis por natureza e são facilmente dimensionados para cima e para baixo de acordo com o requisito. A possibilidade de flexibilizar o modelo de contratação sob demanda ideal para cada empresa também traz outra importante vantagem: a redução de custos. Desde que as empresas tenham um monitoramento do comportamento de sua rede, dos dados que movimentam e da sazonalidade do negócio, criando um plano de gestão da Nuvem, aproveitando toda a flexibilidade que ela oferece, é possível investir com mais eficiência.

Quais as formas de reduzir custos com backup na Nuvem? Uma das formas de reduzir custo com backup na Nuvem é justamente diminuindo a capacidade de armazenamento em momentos de menor demanda da empresa, acompanhando a sazonalidade do negócio. Em meses de menos movimento, o ideal é reduzir o contrato com a provedora. Outra forma é otimizar a performance da Nuvem, contratando apenas as funcionalidades que realmente serão úteis para atender as necessidades de armazenamento.   O correto é elaborar um plano de capacidade, selecionando realmente a carga de trabalho que precisa estar em Nuvem, que será utilizada pela equipe que atua de forma móvel, migrando documentos que precisam ser acessados por eles, seus parceiros, clientes ou fornecedores. Outros tipos de dados, mas internos e que não tem uma importância estratégica para a empresa, podem ser guardados internamente. Este documento também tem a função de planejar o investimento que será feito na Nuvem, escalonando o crescimento da empresa com a sua necessidade de armazenamento sem precisar agir com ações emergenciais. A automatização das rotinas é outro caminho. Se a empresa trabalha durante 10 horas por dia, somente nos dias da semana, nos horários da madrugada e finais de semana, o sistema pode ser desconectado automaticamente, reduzindo significativamente os gastos das 14h a mais por dia, sem uso. Depois de realizar essas mudanças, o ideal é monitorar os índices de eficiência da empresa, se os trabalhos foram realizados de forma eficiente e se não houve algum tipo de percalço que precisaria de ajuste e, se houve mesmo, financeiramente falando, economia dos investimentos. Ter índices comparativos de período semelhantes é muito importante para realizar essa avaliação.

(Fonte: Comstor)

13 Principais Profissões de TI que Estarão em Alta em 2019

O setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, sobretudo com a Transformação Digital, é uma das que mais apresenta crescimento e está em constante desenvolvimento, exigindo novas habilidades, aptidões e novos perfis de profissionais de TI para cargos que sequer existiam até então. É uma área que tem exigido muito dos departamentos de Recursos Humanos, uma vez que os candidatos às vagas a serem preenchidas pelas empresas precisam ter muitos conhecimentos acumulados em pouco período que tiveram para aprender as funcionalidades de novas tecnologias, até que novas já começam a surgir no mercado. A revolução digital tem trazido maior dinamicidade à economia, mas também algumas incertezas, sobretudo no que se refere ao desenvolvimento e manutenção de talentos de TI. Para se ter uma ideia, somente no Brasil, o setor gera mais de 1,3 milhão de empregos e apresenta um déficit de mais de 48 mil profissionais, que, de acordo com dados da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), se essa carência não for suprida, pode gerar perdas de receita de até R$ 115 bilhões até 2020. Pesquisa da consultoria de recrutamento Page Personnel aponta quais os cargos terão maiores oportunidades de trabalho até o final de 2019:

1 – Desenvolvimento de software: uma das atividades que não sai do radar das empresas, que buscam profissionais qualificados em programação especialmente para desenvolver programas específicos que vão atender a demandas personalizadas dos negócios.

2 – Projetos de ERP: ouvir as necessidades dos usuários, corrigir bugs e realizar melhorias no processo de uma rede já existente é função deste profissional, que também precisa saber programar o sistema para fazer os ajustes necessários.

3 – Gestão da Informação: trabalhar com banco de dados e mantê-lo organizado para que a busca seja eficiente é uma das funções do cargo. Deve conhecer linguagens e estruturas específicas de alguns bancos. É um profissional de demanda crescente, uma vez que as informações são primordiais para alimentar Big Data, Inteligência Artificial e Machine Learning.

4 – Gestão de Projetos: são muitos os projetos desenvolvidos ao mesmo tempo em um departamento de TI e este profissional deve ser minimamente organizado para fazer a coordenação das ações para que tudo funcione no prazo estipulado.

5 – Suporte: solução de problemas técnicos é outra vaga que não sai de moda e que vai perdurar infinitamente. Porém, as exigências para a função são cada vez maiores, uma vez que as tecnologias e ambientes estão mais complexos. 6 – Usabilidade: a necessidade de interfaces simples e usuais, fáceis de serem utilizadas pelos usuários abre a necessidade de ter um profissional para cuidar desta questão.

7 – Business Intelligence: o profissional de BI deve ter o olhar preditivo, acompanhando a jornada digital do cliente, além dos movimentos de mercado e do setor para antecipar seus passos e gerar demandas internas para que o negócio antecipe as suas decisões.

8 – Infraestrutura de redes: o mercado está com alta necessidade de segurança dos dados e das informações e grande tendências da utilização de sistemas integrados por isso, profissionais que tem especialização em infraestrutura de rede serão demandados não somente em 2019 como também nos próximos anos.

9 – Segurança da Informação: está é outra das funções fundamentais com o desenvolvimento das tecnologias e exigências da Transformação Digital. O especialista em segurança da informação deve, porém, se manter atualizado com os tipos de ameaças e buscar soluções de proteção. Para a atuação no ambiente digital, especialistas outras possibilidades de carreiras que se apresentam como promissoras para os profissionais de TI até meados de 2020, sobretudo aquelas que estão relacionadas com experiência do consumidor, design, arquitetura da informação e cultura organizacional;

10 – Analista de growth hacking: uma denominação recente, o growth hacking pode ser entendido como um novo modelo de estratégia de marketing. O analista dessa nova metodologia, baseada em experimentos para fazer a empresa crescer de forma acelerada e sustentável, precisa entender de forma bastante aprofundada de análise de dados e associar esse conhecimento a áreas correlatas, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Big Data, além das metas e estratégias das empresas.

11 – Chief Culture Officer: numa adaptação para o português, o termo significa Diretor Executivo de Cultura. Esse profissional deve entender tanto do mercado como da cultura organizacional e tem a missão de mostrar para todos os líderes da empresa, da chefia aos cargos de operação, a importância de uma cultura que defina o DNA do negócio.

12 – Designer especializado em experiência do cliente: mais um conceito novo: Costumer Experience ou na tradução Experiência do Cliente, designa uma área exclusiva das empresas voltadas a entender seus clientes. Este designer especializado é o profissional capaz de tornar a experiência do cliente profunda e incrível de ponta a ponta.

13 – Especialista de arquitetura em TI e APIs: conhece APIs e microsserviços como ninguém. Espera-se desse profissional que proponha para os negócios novas tecnologias a serem analisadas, testadas e aplicadas nas soluções já existentes, assim como ser uma referência tecnológica para o time e ajudar a criar as soluções de forma detalhada. Enfim, profissionais que estão se formando ou pensando em iniciar cursos e buscar certificações, essas são algumas indicações de profissionais que estão nos radares das empresas de diferentes portes e segmento.

(Fonte: Canal Comstor)

5 Habilidades Essenciais para Profissionais de Big Data

Extrair o máximo de valor de seus dados para usá-los de forma certeira e estratégia fazem parte dos desejos de toda empresa. Quanto mais acesso aos dados a empresa tiver, mais qualificados estarão seus processos e mais a frente da concorrência e próxima dos seus clientes ela estará. E para ter acesso a todos esses dados, a empresa precisa ter em mãos os melhores profissionais de TI, que estejam aptos para atender um aumento de volume de referências disponíveis para extrair o máximo de seus recursos. O profissional de dados será cada vez mais requisitado, tendo em vista que as estimativas da IBM para até 2020 é que as informações geradas em banco de dados seja 300 vezes maior do que em 2010. Para isso será necessário dispor de profissionais altamente capacitados para dar suporte nessa nova realidade. Os cientistas de dados são profissionais que o mercado busca a todo tempo. E não só para ficar nos bastidores, executando tarefas críticas de banco de dados. O profissional de hoje precisa não só manipular um grande volume de dados mas também ter uma visão de longo alcance para detectar e interpretar as informações a partir da análise dessas informações. Dessa forma, é possível prever resultados e mitigar riscos e ameaças à corporação. Mas quais outras características um especialista em Big Data precisa ter? A seguir exploramos 5 habilidades essenciais que esses profissionais devem ter e quais as características fundamentais os ajudam em suas tarefas.

 

1.PENSAMENTO CRÍTICO

Antes de fazer qualquer julgamento, o cientista de dados precisa desenvolver o pensamento crítico. Assim, ele consegue não só reunir dados, mas fazer análises objetivas antes de fazer um relatório final. Para isso, é preciso ter sabedoria para ignorar informações irrelevantes e analisar as que realmente importam para o negócio. Essa é uma habilidade que determina a astúcia e o sucesso do profissional de Big Data. Além de ter experiência e intuição, e deixar as crenças pessoais de lado para analisar a situação a olho nu de forma crítica, sem interferências. Trata-se de saber avaliar uma situação com maturidade e vários pontos de vista, de acordo com as diretrizes da empresa que ele está atuando. Somente um profissional analítico com pensamento crítico é capaz de solucionar problemas dessa forma.

 

2. PROGRAMAÇÃO

Códigos não são problemas para esses profissionais. Eles são capazes de lidar com programação e saem ganhando quando se especializam cada vez mais nessa área. A quantidade de dados produzida diariamente requer especialistas em codificações e algoritmos. Para o profissional de Big Data se dar bem, ele precisa ter habilidade em códigos, matemática, algoritmos, saber lidar com grande volume de dados, computação em nuvem, trabalhar com dados em tempo real, árvore de decisão, entre outros. De toda forma, se por acaso o profissional não souber codificar, não é um problema grave. Mas é importante que ele tenha na sua equipe alguém que saiba e atenda essa demanda.

 

3. TECNOLOGIAS

Com o aumento da capacidade computacional e alta conectividade, é preciso que o profissional de Big Data esteja acompanhando de perto as novas necessidades da empresa e que saiba analisar qual tecnologia é a ideal para determinada demanda. Nem sempre a solução será a tecnologia de ponta. Algumas soluções podem até ser bem simples, por isso é recomendado que o profissional tenha um olhar treinado para distinguir isso. Entre as principais tecnologias que o cientista de dados precisa estar de olho são Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Big Data Analytcis e Machine Learning. Todas funcionam online e conseguem aprender de forma contínua. Mesmo assim, o profissional é extremamente requisitado pois é preciso que uma inteligência humana seja capaz de contextualizar esses dados para fazer melhor uso deles.

 

4. ANÁLISE DE RISCOS

Entender como a engenharia da rede funciona é primordial para que o cientista de dados consiga fazer uma análise de risco certeira para a melhoria nos processos da empresa. Grande parte dos processos de TI envolvem riscos e testes. Por isso, ter uma análise de risco bem no início de cada processo pode mitigar os riscos e tornar os procedimentos mais seguros, além de garantir a confiança dos clientes.

 

5. SOLUÇÃO PROBLEMAS

Mesmo que solucionar problemas esteja entre as habilidades mais procuradas em profissionais de Big Data, é interessante que o profissional consiga antecipar tendências. Por isso, construir análises de riscos que prevejam possíveis entraves ainda na fase de desenvolvimento pode ser mais efetivo do que esperar o erro acontecer para consertá-lo depois. Resolver pendências está no escopo de trabalho do profissional de Big Data. Eles já possuem o olhar treinado para analisar os dados de forma a corrigir possíveis erros. Entendem que tipo de ferramenta é ideal para cada caso e, por isso, trabalham de maneira assertiva e rigorosa para alcançar resultados. Basicamente, para ser um grande profissional de Big Data e analisar dados é preciso ter duas grandes características bem contraditórias: inteligência cognitiva para o processamento de dados e uma forte intuição para a solução de problemas.

(Fonte: Westcon)

4 Profissões de Análise de Dados que Estão em Alta no Mercado

Contratar profissionais capazes de analisar e interpretar grandes fluxos de dados é fundamental para que as empresas consigam entender seus clientes e aumentar suas vendas.

As profissões ligadas a análises de dados estão cada vez mais em alta no mercado. Isso tem acontecido graças ao aumento da importância de tratar e interpretar os grandes fluxos de dados gerados pela sociedade.

As análises de Big Data têm possibilitado que as empresas captem insights poderosos sobre seus consumidores, permitindo que elas tomem decisões estratégicas para seus negócios. O volume de dados gerado constantemente se tornou um dos principais desafios das empresas na atualidade. Portanto, elas passaram a depender, cada vez mais, de profissionais capacitados a realizarem todas as etapas de uma análise de dados – armazenar, separar, traduzir e fazer bom uso das informações.

O campo da Ciência de Dados é muito amplo, abrangendo diferentes etapas, desde a limpeza de dados até a implementação de modelos de análises preditivos. Portanto, para um profissional de TI ser capaz de trabalhar com essa enorme quantidade de dados, é preciso desenvolver habilidades científicas, além de se atualizar constantemente, já que novas ferramentas de processamento de dados surgem a todo momento no mercado.

Há diversos requisitos essenciais para executar análises de dados de forma efetiva, como adquirir conhecimentos em áreas de exatas e tecnológicas, como estatística, computação e matemática. O universo de análise de dados é tão amplo, que diferentes profissões ligadas a esse processo estão surgindo no mercado. Um único cientista de dados não é capaz de lidar com todas as áreas. Normalmente, esse profissional torna-se especialista apenas em alguns processos.

Por isso, para ter uma equipe completa para realizar análises efetivas de Big Data, a empresa precisa contar com diferentes profissionais, cientistas e analistas.   Confira a seguir quais são as principais carreiras que envolvem as análises de dados:

1. ENGENHEIRO DE DADOS

Os engenheiros de dados são membros fundamentais para uma equipe corporativa de análises de dados. Eles são responsáveis por detectar tendências nos conjuntos de dados analisados e desenvolver algoritmos para transformar as informações brutas em insights úteis para a empresa. É esse profissional que projeta os sistemas e estruturas que irão reunir e armazenar todos os dados dos usuários e resolver problemas, garantindo que todos os conteúdos sejam mantidos em segurança e possam ser facilmente recuperáveis.

2. ANALISTA DE DADOS

Esse profissional realiza a coleta, compilação, análise e interpretação dos dados para encontrar insights que afetam diretamente as decisões nas empresas. Eles são responsáveis por fazer diversas análises todos os dias e, normalmente, envolvem-se com as atividades diárias da organização. O analista auxilia as demais equipes, como as de marketing e vendas para ajudar a melhorar as estratégias utilizadas.

3. VISUALIZADOR DE DADOS

A importância desse profissional tem aumentado entre as empresas. Ele tem a função de apresentar os insights conseguidos por meio das análises, utilizando painéis informativos sobre as métricas da organização.

4. CIENTISTA DE DADOS

Um cientista de dados projeta modelos e mecanismos de aprendizado orientados para os negócios. Para isso, ele utiliza técnicas matemáticas para encontrar soluções de problemas de negócio ou científico. O cientista promove informações para que as empresas possam otimizar processos e maximizar a eficiência das análises. Ele pode, por exemplo, projetar algoritmos para recomendar quais são os produtos mais populares da empresa para os compradores a partir de históricos de navegação, compras ou parâmetros semelhantes. Dessa forma, a empresa torna-se capaz de compreender o cliente e aumentar sua lucratividade.

Estas são apenas algumas carreiras que surgiram com o avanço das análises de dados. Esse campo é muito extenso e tende a se ampliar cada vez mais. É fundamental que os profissionais de TI estejam sempre em busca de ampliar seus conhecimentos.

Além disso, as empresas também precisam estar atentas à necessidade de contratar novos colaboradores ou consultores especialistas para que consigam realizar análises mais completas e eficientes de seus dados.

(Fonte: Westcon)

5 Motivos Para o Blockchain Ser Considerado a Nova Ferramenta de Colaboração Para os Negócios

Descubra os principais motivos pelos quais o blockchain é considerado a mais nova ferramenta para os negócios.

 

O blockchain é agora uma nova e grande alternativa à moeda tradicional e a todo o sistema bancário centralizado, que não apenas está mudando a maneira como lidamos com as transações financeiras, mas também em vários aspectos do mundo corporativo. Desde que Satoshi Nakamoto publicou uma invenção que ele chamou de bitcoin em 2009, o blockchain teve seus altos e baixos. Mas ultimamente, no entanto, as pessoas passaram a olhar para esse sistema além de uma tecnologia controversa e passaram a considerar as infinitas possibilidades que ela pode representar.

Hoje, sabemos que a tecnologia do blockchain pode representar uma grande mudança na maneira como lidamos com os negócios em vários aspectos.

 

O que é um blockchain?

Ao permitir que a informação digital seja distribuída, mas não copiada, a tecnologia blockchain criou uma revolução na forma como realizamos as nossas transações digitais. O sistema de segurança do blockchain é feito usando-se criptografia para vincular o conteúdo do bloco recém-adicionado a cada bloco anterior, de modo que qualquer alteração no conteúdo de um bloco anterior na cadeia, invalidaria os dados em todos os outros blocos. Os blockchains são orientados por consenso, ou seja, um grande número de computadores está conectado à rede e, em um bloco são armazenados dados como o momento em que a transação ocorreu, a chave pública dos usuários que dela participaram e um identificador único. Os resultados são compartilhados com todos os outros computadores da rede, os computadores, ou nós, conectados a essa rede devem concordar com a solução, daí o termo “consenso”. Isso torna o trabalho descentralizado, ou seja, nenhuma única entidade pode assumir o controle das informações no blockchain. Portanto, não precisamos confiar em uma única pessoa responsável, gerando mais confiança no sistema.

A beleza desse sistema é que as transações registradas podem ser publicadas e verificadas, de modo que qualquer pessoa possa visualizar o conteúdo do blockchain e verificar se os eventos que foram gravados nele realmente ocorreram.

 

O blockchain para empresas

Apesar de inicialmente ter sido criado com um foco de negociação de Bitcoin, o blockchain pode ser usado para qualquer tipo de informação. Essa tecnologia está mudando a maneira como administramos os nossos negócios, especialmente pelos 5 motivos que iremos falar agora.

1. Sistema bancário – transações financeiras  Como podemos observar, o blockchain foi criado inicialmente para substituir as instituições financeiras tradicionais. Por este motivo, os bancos inicialmente passaram a se opor ao sistema, temendo o domínio caso as moedas não regulamentadas ficassem populares. Porém, o blockchain agora tem um novo amigo, e não por acaso é o sistema bancário global, ou seja, essa tecnologia tem crescido muito e ganhado cada vez mais a confiança de todos, e neste ponto acaba se tornando uma grande opção para as empresas efetuarem suas transações.

2. Facilitação de transações comerciais A tecnologia blockchain possibilita que as empresas criem uma rede autônoma para os seus fornecedores e parceiros, podendo desta forma automatizar os contratos, eliminado praticamente todos os gastos com intermediários. Isso é extremamente útil, pois sabemos que os gastos são um grande desafio para a maioria das organizações. O blockchain promove mais agilidade em todo o processo, conectando, sem intermediários, compradores e vendedores.

3. Armazenamento em nuvem Conhecemos o blockchain como um excelente sistema que facilita imensamente as transações financeiras, porém a sua tecnologia pode ser usada para muito além disso, como por exemplo armazenamento em nuvem. O poder da Blockchain não é apenas sua criptografia pesada, mas também sua distribuição através de uma cadeia de computadores, tornando-a ainda mais difícil de atacar. Isso é diferente de uma abordagem de nuvem híbrida em que as empresas mantêm dados na nuvem pública e privada. O Blockchain cria um mercado de armazenamento distribuído e descentralizado. Outro grande benefício que o blockchain pode trazer para as empresas, é que ele ajuda os usuários a terem mais privacidade, pois os dados e os arquivos não são totalmente controlados nem acessíveis por um único servidor. Em vez disso, os fragmentos criptografados são distribuídos por vários “nós” controlados por chaves que os usuários mantêm.

4. Gerenciar e assegurar registros privados descentralizados Sabemos que mesmo com todo o cuidado e utilizando de terceiros para proteger seus bancos de dados e informações, as empresas sofrem por causa das falhas no sistema. E podemos considerar com uma das grandes vantagens do blockchain o fato de cada registro ser individualmente criptografado e exigir uma chave de acesso personalizada. É claro que isso não garante que todos os dados estejam 100% seguros, mas ajuda a reduzir imensamente o número de falhas e fraudes. Ou seja, um hacker precisaria ter acesso a cada uma das chaves para conseguir acessar todos os dados cadastrados.

5. Aumento da produtividade Com a utilização da tecnologia blockchain, os recursos, o tempo e a energia atualmente destinados a alguns pontos da infraestrutura de TI e segurança da informação por exemplo, podem ser destinados a outras atividades estratégicas das organizações, gerando desta forma uma maior produtividade e economia. A tecnologia blockchain simplifica os processos e, consequentemente, reduz os esforços de trabalho gerando mais produtividade para o negócio como um todo. Como podemos observar, não nos surpreende, portanto, que a inovação blockchain tenha inspirado inúmeros empresários de todo o mundo a abrir suas próprias empresas e implementar os benefícios dessa nova tecnologia nos seus negócios.

Fonte: Canal Comstor

Os 7 Maiores Riscos a Dispositivos Móveis Corporativos

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Pesquisa aponta que 54% dos negócios tiveram informações roubadas porque os usuários perderam seus dispositivos.

Por conta de seus recursos exclusivos, os dispositivos móveis são mais difíceis de se proteger do que as máquinas convencionais, que utilizam hardware interno tradicional. Por causa disso, existem alguns riscos em dispositivos móveis corporativos, que devem ser levados em consideração pela equipe de segurança digital de uma empresa, como por exemplo:

1 – Portabilidade: por serem menores, celulares e tablets são mais fáceis de serem roubados. Estando nas mãos de pessoas má intencionadas, os dados da empresa podem estar correndo risco. A dica é orientar os usuários para manter os aparelhos sempre consigo, raramente em bolsas e mochilas e que nos aparelhos haja possibilidades de rastreamento do equipamento caso seja perdido.

2 – Roubo: o usuário pode estar sendo observado enquanto digita senhas de desbloqueio, login e senhas em softwares. Mesmo que haja controle biométrico em alguns casos, como digital e reconhecimento facial, quando está coagida a pessoa dificilmente não dará suas digitais para o ladrão. No mercado já existem películas anti spy, que bloqueiam a visão lateral da tela a partir do ângulo de 30 graus, além de escurecer a tela, sem distorcer a imagem. Pode ser uma opção para todos os dispositivos corporativos.

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3 – Configurações erradas: em dispositivos utilizados normalmente para uso pessoal, não existe configuração antimalware e criptografia de dados. No entanto, essas funções devem ser configuradas nos aparelhos corporativos.

4 – Phishing: pelo computador é possível checar links e URLs antes de clicar, conhecendo pela sua formatação se são confiáveis ou não. Pelos dispositivos móveis, com telas menores, a checagem pode ser mais trabalhosa, podendo haver caracteres alfanuméricos que conseguem enganar os usuários. A dica é não acessar o material pelos dispositivos até poder confirmar em um sistema desktop se é seguro.

5 – Senhas fracas para acesso a Nuvem: o invasor pode recuperar dados pertencentes a todos os aplicativos, assim como mensagens, contatos, dados pessoais, de cartão de crédito e registros de chamadas. Além disso, passa a controlar remotamente várias ações, como fazer compras em aplicativos e instalar funções não autorizadas. A única forma de barrar este tipo de invasão é criar senhas fortes e mudá-las constantemente.

6 – Ataques via SMS: são muitas as mensagens via SMS que começam a surgir nos celulares com links para serem clicados e remetidos a uma página específica. É importante checar a origem destas mensagens antes de clicar no anúncio, mais uma vez, protegendo-se contra o phishing.

7 – Wi-Fi público: aeroportos, bares, restaurantes e outros locais públicos para trazerem mais conforto aos seus clientes, oferecem Wi-Fi grátis. Porém, nessas redes o nível de proteção dos dispositivos é mínimo. Acesso a contas bancárias e informações estratégicas não podem ser acessadas quando o dispositivo está conectado a essas redes públicas. Além disso, é necessário evitar colocar senhas e fazer logins de acesso a softwares nesses locais, pois facilitam a rastreabilidade de hackers.

Na pesquisa “O fator humano na segurança de TI: como os funcionários estão deixando os negócios vulneráveis de dentro para fora”, a Kaspersky Lab constatou que 54% dos negócios tiveram informações roubadas porque os usuários perderam seus dispositivos. Além disso, 48% dos incidentes foram resultados direto do descuido dos funcionários, que clicaram ou aceitaram links maliciosos. Enfim, todos esses fatores devem ser considerados pelas empresas que oferecem os dispositivos para seus colaboradores ou que permitem o BYOD, sinalizando na política interna de segurança digital as regras de uso do aparelho, quais as navegações e aplicativos são permitidos.

Fonte: Canal Comstor

4 Cargos de TI que Estarão em Alta até 2020

Entre as áreas que se apresentam como promissoras para os profissionais de TI estão os cargos relacionados com experiência do consumidor, design, arquitetura da informação e cultura organizacional.

A área TI, sobretudo com a Transformação Digital, é uma das que mais apresenta crescimento e está em constante desenvolvimento, exigindo novos profissionais de TI para cargos que sequer existiam até então. A revolução digital tem trazido maior dinamicidade à economia, mas também algumas incertezas, sobretudo em relação ao desenvolvimento, manutenção e novas habilidades que os talentos de TI devem apresentar nesse mercado em constante reformulação.   Para se ter uma ideia, somente no Brasil, o setor de TI gera mais de 1,3 milhão de empregos e apresenta um déficit de mais de 48 mil profissionais, que, de acordo com dados da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), se essa carência não for suprida, pode gerar perdas de receita de até R$ 115 bilhões até 2020. Nesse ambiente digital, especialistas indicam algumas carreiras que se apresentam como promissoras para os profissionais de TI sobretudo aquelas que estão relacionadas com experiência do consumidor, design, arquitetura da informação e cultura organizacional.Confira abaixo alguns cargos que estarão em alta até 2020:

1 – Analista de growth hacking: uma denominação recente, o growth hacking pode ser entendido como um novo modelo de estratégia de marketing. O analista dessa nova metodologia, baseada em experimentos para fazer a empresa crescer de forma acelerada, precisa entender de forma bastante aprofundada de análise de dados e ser capaz de associar esse conhecimento a áreas correlatas, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Big Data. O objetivo, como apontado acima, é fazer o negócio crescer com rapidez e de forma eficiente. É um novo perfil de profissional que está no radar das empresas nos próximos anos.

2 – Chief Culture Officer: numa adaptação para o português, o termo significa Diretor Executivo de Cultura. Esse profissional deve entender tanto do mercado como da cultura organizacional. Ele tem a missão de mostrar para todos os líderes da empresa, da chefia aos cargos de operação, a importância de uma cultura que defina o DNA do negócio. Na prática, esse profissional deve interpretar a cultura de seu tempo e o comportamento humano, antecipando tendências e orientando a empresa a responder às mudanças do mercado rapidamente, de maneira a tornar o negócio mais inteligente. Walt Disney e Steve Jobs são exemplo desse perfil.

3 – Designer especializado em experiência do cliente: mais um conceito novo: Customer Experience ou na tradução Experiência do Cliente, designa uma área exclusiva das empresas voltadas a entender seus clientes. Evidente que as novas tecnologias de análise de dados trouxeram combustível para o setor, que cada vez mais exige um profissional capaz de transformar a experiência do cliente em todo o processo. Nesse sentido, este designer especializado é o profissional capaz de tornar a experiência do cliente profunda e incrível de ponta a ponta. Como se mimasse o consumidor, levando ele de mãos dadas a encontrar exatamente aquilo que procura.

4 – Especialista de arquitetura em TI e APIs: conhece APIs e micros-serviços como ninguém. Espera-se que esse profissional proponha para os negócios novas tecnologias a serem analisadas, testadas e aplicadas nas soluções já existentes, assim como ser uma referência tecnológica para o time e ajudar a criar as soluções de forma detalhada. O grande desafio das empresas é sair das grandes plataformas e partir para uma arquitetura disruptiva, que possa criar novos aplicativos, capazes de serem integrados com sistemas inteligentes e, por isso, estes especialistas serão buscados para inovarem em processos, buscando soluções futuras.   Em resumo, para se trabalhar com TI hoje em dia, o profissional vai precisar se reinventar, buscando uma visão sistêmica da sua função, além de todo o conhecimento técnico acumulado ao longo de suas experiências.

Fonte: Canal Comstor.

Produtividade na Era Industrial

Entenda como fábricas altamente tecnológicas podem oferecer diversos benefícios ligados aos processos produtivos.

Produtividade Industrial

O termo Indústria 4.0 foi criado pelos alemães e define o aumento da informatização na manufatura, conectando máquinas e equipamentos autônomos através de sensores de IoT com redes de Internet.

Se a 1ª Revolução Industrial se definiu a partir da utilização de teares mecânicos movidos à água ou vapor no final do século 18 e a 2ª Revolução aconteceu quase 100 anos depois com a introdução da produção em massa com a ajuda da energia elétrica, a 3ª Revolução Industrial foi contada a partir do momento em que a TI e computadores começaram a ser empregados no processo produtivo, no início da década de 1970.   Agora, em um novo momento, já chamado de 4ª Revolução Industrial, os protagonistas são sensores, IoT, Big Data, automação, Inteligência Artificial e outras ferramentas tecnológicas que permitem, cada dia mais, que as máquinas interfiram e melhorem os processos produtivos.

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As características da Indústria 4.0 que permitem beneficiar diferentes negócios são, principalmente:

  • 1. Interoperabilidade Operação entre o homem e a máquina, que conectados se comunicam.
  • 2. Virtualização Conexão entre dados dos sensores das máquinas com modelos de simulação, que ensinam a forma correta do robô trabalhar.
  • 3. Descentralização O aprendizado das máquinas permite que sistemas ciberfísicios tomem suas próprias decisões baseadas em repetições de padrões e programação de modelos.
  • 4. Capacidade em tempo real Com inúmeros sensores instalados em todas as máquinas da cadeia produtiva, geram-se dados imediatamente, agilizado o processo de tomada de decisão por parte dos gestores.
  • 5. Orientado a serviços Oferta de serviços através da Internet.
  • 6. Modularidade Flexibilidade das fábricas inteligentes, de forma que se torna possível substituir ou expandir módulos individuais de produção.

Automação é a palavra-chave desse modelo de negócio, que tem crescido exponencialmente mundo a fora entre companhias que buscam maior competitividade, uma vez que indústrias altamente tecnológicas são capazes de reduzir erros de produção, minimizando o desperdício de materiais e conquistando, por meio da robótica, condições de trabalharem os três turnos sem pausa, durante os 365 dias do ano, se necessário.

As oportunidades que surgem com a Indústria 4.0 são inúmeras, sendo possível destacar, especialmente, o rastreamento de toda a cadeia produtiva, desde a geração das primeiras peças de um produto até a sua chegada ao consumidor final. Além disso, possibilita o desenvolvimento de novos mercados para produtos e serviços e inclui ainda mais as micro e pequenas empresas como fornecedoras da cadeia de suprimentos.

Entre as forças da 4ª Revolução Industrial estão o aumento da produtividade, da eficiência, da competitividade global e de receita, além do crescimento do número de empregos altamente qualificados e mais bem pagos.

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Ameaças e fraquezas da Indústria 4.0  

O Departamento de Política Científica e Econômica da União Europeia fez uma análise dos potenciais e dificuldades que serão enfrentados com a chegada das altas tecnologias às fábricas. No Brasil, o departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP seguiu os mesmos princípios e listou as fraquezas da Indústria 4.0 para o cenário nacional.   Entre os elementos apontados pela UE como os que mais sofrem ameaças listaram a cibersegurança, a propriedade intelectual e a privacidade dos dados, além da substituição de mão de obra humana e da vulnerabilidade das cadeias de valor globais.

A União Europeia acredita que é necessário considerar entre as fraquezas a grande dependência que essas tecnologias têm com redes de internet, o que pode causar grandes danos em decorrência de pequenas interrupções, tornando necessária a criação de muitas normas e padrões para regulamentar o setor, com tantas novidades que estão sendo embutidas.   Além disso, listaram também a potencial perda de controle sobre a empresa, elevados custos de desenvolvimento e implementação das tecnologias, destacando que no quesito mão de obra surge a necessidade da contratações de estrangeiros com conhecimento qualificado.

No Brasil, ainda foram considerados o ambiente de negócios avesso ao investimento, o risco de que a Norma Regulamentadora número 12 (NR 12) do Ministério do Trabalho, que tem como objetivo garantir que máquinas e equipamentos seja seguros para o uso do trabalhador, prejudique a colaboração entre robôs e humanos e, por fim, a possibilidade do país se tornar apenas um cliente dessas novas tecnologias e não um desenvolvedor.   Em território nacional temos, ainda, os impactos sociais, que deverão ser muito grandes, especialmente por falta de qualificação dos profissionais, gerando desemprego em todos os níveis e diminuindo a renda per capita. Também é considerada como fraqueza, a falta de infraestrutura tecnológica e ausência de linhas de financiamento próprias para o desenvolvimento de fábricas inteligentes.

Fonte: Canal Comstor

Por Que Devo Ter Um Site

Em breves palavras vamos tentar entender a importância de um site, seja para uma empresa grande, média, pequenos negócios, ou até mesmo para profissionais liberais/autônomos!

Muitas pessoas acreditam que não é necessário ter um site, basta ter as “redes sociais”!

Pois bem, isso não é verdade! É um erro pensar assim.

É certo que as redes sociais são muito importantes nos dias de hoje, mas não dispensam, jamais, um site e todo seu “poder de fogo”!

Entre vários pontos podemos citar:

  1. a rede social NÃO é sua, a qualquer momento ela pode ser alterada e ninguém vai perguntar para você se concorda com a alteração;
  2. você tem nenhuma garantia de que as suas informações colocadas ali estarão seguras, ou seja, se elas desaparecem por qualquer que seja a razão, não adianta reclamar – e acredite, é mais comum do que se imagina;
  3. todo mundo tem redes sociais, site só os “top”;
  4. as redes sociais de todos são exatamente iguais, layout e cores, só muda o conteúdo que você coloca;
  5. a rede social está sujeita a ficar “fora do ar” por motivos que não tem nada ver com você;
  6. o site é seu, mudanças só ocorrem por sua vontade e autorização;
  7. no site você tem segurança garantida em contrato de que suas informações estarão seguras;
  8. em hospedagens de empresas como a Vitae Tec você tem garantia de disponibilidade;
  9. hospedando seu site na Vitae Tec você recebe contas de e-mail ilimitadas;
  10. o site mostra para seus clientes e clientes em potencial, maior credibilidade do seu negócio;
  11. o site ajuda a reforçar sua marca, seu nome;
  12. o site permite que você tenha recursos ilimitados como: atendimento online, cadastro de clientes, pagamentos, orçamentos personalizados, total liberdade para criar layout das páginas, formulário de contato, mapa de localização, vitrine online e muito mais;
  13. com o domínio do site e as contas de e-mail você poderá atender seu público de maneira personalizada. Imagine você recebendo um e-mail “joao_1950@gmail.com” e outro “joao@nomedalojadojoao.com”, qual deles lhe passaria maior credibilidade?!

Estes são só alguns exemplos que mostram as vantagens de um site!

No entanto, também não é indicado ter o site e não ter presença nas redes sociais. SIM é muito importante manter as redes sociais, além do site!

 

O que dizem as pesquisas

1) Pesquisa mostra que a maioria do público entrevistado (63%) procura informações na internet antes de realizar uma compra! (EGM – Estudo Geral de Meios, Ipsos Connect)

2) Estudo realizado pela E-commerce Radar – Atlas, primeiro semestre de 2017.

3) Pesquisa do Sebrae no último dia dos pais mostra que 84,4% dos consumidores pesquisam na internet antes de realizar uma compra!

4) As pessoas passam diariamente, em média, 12h e 39m na internet (PC/Tablet/Mobile), e 02h e 37m assistindo TV. (Fonte: Hootsuite/We Are Social – Janeiro/2017)

 
Ainda tem dúvidas sobre a importância do site?!

Como posso ter um site? Qual o investimento?

Para ter seu site é muito mais simples do que você imagina, basta procurar uma empresa que lhe ofereça garantias!

Aqui na Vitae Tec você pode ter seu site de duas formas:

  1. Tradicional: A partir de R$ 2.300,00 (consulte o valor ao contratar) o site institucional mais simples, o valor vai aumentando de acordo com os recursos desejados. O site será desenvolvido especialmente para você, projeto específico, com layout voltado para seu negócio, e a homologação de entrega será apenas quando você disser que está tudo conforme você gostaria que estivesse! Neste modelo de trabalho você paga um valor e o site é seu. Depois você poderá hospedá-lo (deixar o site disponível para ser acessado) na aqui na Vitae Tec ou em qualquer outra empresa de sua preferência. O prazo para entrega depende do que será desenvolvido no site, em média a partir de 30 dias;
  2. Site-Express: R$ 79,00/mês (consulte o valor ao contratar) para alugar um pacote de serviços que inclui:
  • modelo de site (o cliente escolhe um dos modelos disponíveis – pode personalizar cores, imagens, textos, e outros pequenos detalhes)
  • hospedagem
  • domínio (endereço eletrônico)
  • e-mails ilimitados
  • prazo de entre em até 3 dias
 
 

Observações:

  1. Com os dois modelos de trabalho seu site terá um painel de controle para você mesmo administrar o conteúdo;
  2. Todos os sites negociados pela Vitae Tec são responsivos (se ajustam em qualquer tamanho de tela).

 

Veja no vídeo abaixo alguns exemplos de sites simples:

 

 
 

Conclusão

Podemos dizer que as redes sociais tem um papel importante em ajudar a divulgar seu negócio, o seu site tem importância em fortalecer sua marca, seu nome, e melhorar a interação com seu público.

E ao contrário do que alguns possam imaginar, é rápido, fácil, e um excelente custo x benefício adquirir um site!

Vem pra Vitae Tec!

 

Não fique para trás da concorrência, tenha ainda hoje seu site! Mesmo com os modelos mais simples que oferecemos seu negócio já passará mais credibilidade e segurança ao seu público!

E todos viveremos felizes para sempre!!! 🙂

 

Internet das Coisas – Os carros autônomos começarão a mudar a sociedade

Semana das previsões 2017: Internet das Coisas

Os carros autônomos começarão a mudar a sociedade

Algumas das maiores empresas automotivas e de tecnologia do mundo estão trabalhando agressivamente no lançamento de veículos totalmente autônomos. Elon Musk, da Tesla, recentemente lançou oficialmente a tendência prometendo que, até o final de 2017, ele terá um carro pronto que pode dirigir de Los Angeles para Nova York sem a necessidade de um motorista humano.   Embora os benefícios potenciais de segurança sejam atrativos para as cidades, muitos funcionários municipais vêem carros autônomos como uma ameaça. Muitas cidades dependem fortemente de bilhetes de estacionamento, parquímetros e infrações de trânsito. Em 2015, a cidade de Nova York gerou US $ 1,9 bilhão em taxas e multas. Imagine se tudo isso desaparecesse.   Esse fato mostra uma triste constatação: muitas cidades não querem que o problema dos grandes congestionamentos seja resolvido. A receita adquirida com as falhas humanas é bem grande e se essas falhas forem eliminadas, isso seria uma ameaça para as prefeituras. Faria mais sentido se as cidades seguissem e cobrassem proprietários de veículos autônomos em uma cidade inteligente. Algo como: “Seu veículo será cobrado cada quilômetro para usar suas ruas.”   A cidade de Londres poderia ser um modelo para outras que procuram resolver problemas com o tráfego, mas sem deixar de gerar receita. A cidade impõe essa carga usando uma tecnologia automática de reconhecimento de matrículas. De 2003 a 2013, o esquema arrecadou £ 2,6 bilhões em receita, o que permitiu fazer melhorias na infraestrutura e rede de transporte público.   Uma transição similar poderia acontecer na qual funcionários do governo devem repensar o transporte para acomodar carros conectados. Para especialistas, os carros conectados vão ajudar a impulsionar a Internet das Coisas. A primeira implantação de telefones celulares foi baseada em carros, era um lugar lógico para colocar um telefone, da mesma forma, a indústria de transporte é um lugar lógico para a tecnologia IoT.

(Fonte: Comstor)

Por que a Automação e os Algorítimos são o Futuro das Contratações em TI?

Por que a automação e os algoritmos são o futuro das contratações em TI

O setor da tecnologia está em constante evolução, tornando o mundo cada vez mais digital, o que faz o número de dados criados pela sociedade aumentar rapidamente. O funcionamento das empresas está se tornando altamente automatizado e complexo para conseguir lidar com essa grande quantidade de informação. Devido a isso, as corporações estão cada vez mais dependentes da tecnologia de algoritmos. Este é um mundo novo que apresenta inúmeras possibilidades.

Os algoritmos são responsáveis por transformar o grande volume de dados que essas empresas possuem em ações úteis e melhorar a experiência dos usuários. As decisões a serem tomadas no dia a dia, tanto por empresas, como por toda a sociedade, estão passando a depender ainda mais deles.

A implantação de computação em nuvem, Internet das Coisas, dispositivos móveis, entre outras tecnologias, por corporações de diversos setores tem feito com que os principais cargos na área de TI se transformem. As empresas passam a depender da automação até para conseguirem encontrar os melhores candidatos para fazer parte de suas equipes.

Os algoritmos tornam essa tarefa mais simples. Eles são uma forma organizada de expressar determinada sequência de passos para se atingir um objetivo específico. Por isso, a partir deles, as corporações conseguem classificar os profissionais de TI e combinar os candidatos com as oportunidades de emprego disponíveis.

A demanda por esse modelo de contratação está crescendo rapidamente, pois é possível preencher as vagas disponíveis na metade do tempo e ter menores gastos do que se utilizando métodos de recrutamento tradicionais.

As empresas utilizam ferramentas programadas para analisar as respostas dadas pelos candidatos a partir de várias fórmulas criadas por gestores de TI, que calculam o resultado e definem, sem erros, quais profissionais têm os melhores pré-requisitos e se encaixam melhor nas vagas disponíveis.

Os algoritmos conseguem puxar dados disponíveis em sites e redes sociais, como Linkedin, Facebook e Twitter dos candidatos. Ele compara os perfis nessas redes, verifica as experiências que correspondem às qualificações exigidas, conseguindo priorizar aqueles que possuírem mais referências e habilidades desejadas.

É possível, também, utilizar algoritmos em bancos de dados. Normalmente, os recrutadores já possuem milhares de currículos de candidatos em suas bases de dados. O algoritmo torna mais fácil para eles verificar aqueles mais qualificados.

Utilizar esta metodologia garante uma grande vantagem competitiva, pois torna o ciclo de contratação mais curto e reduz gastos, encontrando apenas os candidatos certos com base na descrição do trabalho. Isso garante que a média de tempo no cargo aumente, diminuindo a necessidade de se realizar novos processos de contratação.

Cada empresa utiliza uma metodologia para realizar essa tarefa e leva em conta diversos pontos diferentes. Recrutar funcionários pode parecer uma tarefa incapaz de utilizar a automação, por exigir capacidades humanas, como interpretar indicadores sociais, porém, muitas vezes, a parcialidade e gostos pessoais podem atrapalhar. Por isso, o ideal é combinar o uso dos algoritmos com a entrevista pessoal para que as decisões sejam mais efetivas.

(Fonte: Westcon)

Fraudes em Dispositivos Móveis Mudam o Foco Para Autenticação Multifator

Fraudes em dispositivos móveis mudam o foco para autenticação multifator

É comum, especialmente em redes bancárias, a autenticação do usuário através de mais de um fator. Para sacar dinheiro no caixa eletrônico, por exemplo, além da necessidade do cartão com os dados da conta, muitos bancos ainda pedem senha e/ou algum tipo de leitura biométrica, seja das digitais ou palmas das mãos.   Esta autenticação multifator em três etapas possivelmente será uma das soluções para evitar as novas fraudes que estão surgindo a partir de dispositivos móveis. Para a recuperação da senha de um endereço de e-mail, por exemplo, recebe-se uma mensagem SMS com um código de ativação. Porém, quem garante que a pessoa que está com o celular é a mesma proprietária do e-mail?   Os dispositivos podem ser perdidos, roubados, invadidos, clonados e chegar até as principais informações dos usuários torna-se cada vez mais fácil. Pesquisas da Kaspersky Lab, Nokia, FBI e do Federal Financial Institutions Examination Council, além da IBM e outras fontes mostram que o malware móvel está aumentando tanto nos EUA como no mundo todo. Esses malwares estão sendo projetados para cometer fraudes bancárias ou de transação, incluindo, por exemplo, Uber e Airbnb, através da espionagem de credenciais do consumidor ou interceptando senhas de SMS.   Somente a autenticação por SMS prova continuamente ser muito vulnerável e convencer consumidores e empresas em alterar a forma de proteger as identidades tem sido um grande desafio. Por um lado estão os consumidores ávidos pela compra e que querem realizar as transações de formas cada vez mais rápidas, sem necessidade de incluir inúmeras informações e do outro lado estão as empresas, que querem facilitar a cada dia a experiência de compra de seus clientes, mas com segurança.   E nesse cenário, a autenticação multifator com mais de duas fases está se mostrando cada vez mais necessária ou mesmo a criação de uma alternativa atraente que substitua o atual cenário de identificação. Os fatores de autenticação para humanos são classificados em três casos e uma combinação entre eles seria o ideal:   • Algo que o usuário saiba: senhas, pins, logins, frases de segurança. • Algo que o usuário possua: cartão, token, certificado digital, códigos enviados via SMS. • Algo que o usuário é: impressão digital, padrão de retina, padrão de voz, padrão de vasos sanguíneos, reconhecimento facial, assinatura ou qualquer outro método biométrico e singular do indivíduo.

O National Institute of Standards and Technology (NIST) dos EUA incentiva a utilização somente da biometria, sendo uma forma de identificação fácil de usar, mais segura e praticamente inviolável, diminuindo os riscos de hackeamento de informações. A favor desta ideia está o fato que os dispositivos móveis já são comercializados com ferramentas que permitem a leitura biométrica de algumas formas, como impressão digital, reconhecimento facial e de voz.   Empresas inovadoras estão criando situações de autenticação que combinam mais de uma etapa de biometria, pedindo, por exemplo, digitais, padrões de vasos sanguíneos e leitura de retina ou mesmo que o cliente faça uma selfie para que o sistema faça o reconhecimento facial, o que não seria uma má ideia para usuários menos desconfiados, aproveitando comportamentos mais naturais e simples.   A biometria porém, está sujeita a problemas de abrangência e precisão, uma vez que o corpo humano está em constante mudança. Pessoas muito jovens ou idosas que façam trabalhos manuais mais pesados ou utilizando produtos químicos, por exemplo, poderão não ter suas impressões digitais reconhecidas. Esta situação deve ser levada em consideração.   A medida em que a economia digital se desenvolve rapidamente é preciso descontinuar o uso de abordagens que estão desatualizadas, personalizar as formas com as quais os clientes querem ser digitalmente reconhecidos ou mesmo criar novos métodos e combinações em camadas que garantam a verdadeira proteção das instituições e dos indivíduos.

Fonte: Canal Comstor

Só no Dia 25/11/2016 E-commerce Fatura R$ 1,9 bi

O e-commerce brasileiro faturou R$ 1,9 bilhão na Black Friday de 2016, alta de 17% na comparação com 2015. O levantamento é da Ebit, empresa especialista em informações sobre o varejo eletrônico. O número de pedidos cresceu 5%, para 2,23 milhões, e o tíquete médio foi de R$ 653, 13% maior que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 da sexta-feira (25).

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Somado ao faturamento das quatro horas de quinta-feira (24), quando os principais e-commerces iniciaram promoções, o faturamento foi de R$ 2,06 bilhões, em linha com a previsão da Ebit, de R$ 2,1 bilhões para a edição de 2016. “Os varejistas se prepararam antes e anteciparam muitos descontos das categorias mais buscadas pelos consumidores e isso acelerou parte das vendas para a quinta-feira, mas os picos de consumo continuaram acontecendo na madrugada de sexta-feira, especialmente entre às 0h e 1h”, diz em comunicado Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Segundo Guasti, o crescimento de 17% do número de e-consumidores ativos, chegando a 1,955 milhão, com 281.264 usuários novos, mostra uma sedimentação da data na cultura do varejo brasileiro. O especialista acredita ainda que o sucesso da Black Friday deve refletir-se também nas vendas do final de semana e na segunda-feira, conhecida como “Cyber Monday”.

(Portal do Canal)

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Site Express

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Pesquisa mostra que a maioria do público entrevistado (63%) procura informações na internet antes de realizar uma compra!
(EGM – Estudo Geral de Meios, Ipsos Connect)

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Estudo: organizações subaproveitam nuvem

Patrocinado pela Cisco, levantamento constata que adoção de cloud é rápida, mas 69% não possuem estratégias consideradas maduras.

A Cisco divulgou esta semana os resultados de um estudo global indicando que, embora a adoção da nuvem esteja acelerada, poucas organizações estão aproveitando o valor que ela realmente oferece. Cerca de 68% delas usam cloud para ajudar a gerar resultados de negócios, um aumento de 61% em relação ao estudo do ano passado. O aumento da adoção está sendo alimentada por aplicativos nativos de nuvem, incluindo soluções baseadas em nuvem, segurança e Internet das Coisas (IoT).

No entanto, a maioria (69%) não tem estratégias consideradas maduras e apenas 3% tem estratégias otimizadas, gerando resultados efetivos de negócios. Entre os obstáculos para maior maturidade estão deficiência de capacidades e habilidades, falta de uma estratégia e um roteiro bem definido, um legado de estruturas organizacionais de silos entre as áreas de TI e negócios.

Em média, a maioria das organizações em estágios mais avançados de adoção de cloud veem um benefício anual por aplicativo baseado em nuvem de US$ 3 milhões em receitas adicionais e US$ 1 milhão em economia de custos. Estes aumentos de receita têm sido em grande parte o resultado de vendas de novos produtos e serviços, ganhando novos clientes, ou pela habilidade acelerada de vender para novos mercados.

O estudo também revela que 95% destas organizações líderes com estratégias otimizadas de nuvem construíram um ambiente de TI híbrido, que utiliza múltiplas nuvens públicas e privadas baseadas em economia, localização e políticas de governança.

O estudo patrocinado pela Cisco e feito pela IDC foi baseado em pesquisa de mercado realizada com executivos responsáveis por decisões de TI em mais de 6.100 organizações em 31 países que estão implementando nuvens privadas, públicas e híbridas.

A adoção de nuvem híbrida (nuvem privada e serviços de nuvem pública) varia conforme o país ou região, com a Coreia (55%) e o Japão (54%) entre os países com o maior percentual de organizações que usam a combinação, e a Austrália (41%) com o menor.

Fonte: Portal do Canal

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Sistemas de TI Governamentais Antigos Passam por Transformação Digital

Soluções inovadoras permitem gestão pública mais eficiente, transparente e participativa.

De acordo com a Technology Business Research (TBR), empresa de análises em TI sediada nos Estados Unidos, as soluções de última geração da tecnologia da informação estão começando a contribuir para a recuperação do setor público em todo o mundo.

A grande dificuldade dos governos em investir na atualização de sistemas obsoletos têm sido resolvida por fornecedores que estão oferecendo ferramentas mais acessíveis e personalizadas, sendo um dos motivos apontados pela TBR para a melhoria da eficiência das redes públicas.

Assim como acontece em qualquer empresa privada, a busca por soluções automatizadas, com custos mais baixos e que resolva de forma única as situações do dia a dia, são preocupações também dos governos nas esferas municipais, estaduais e federais. Se existem ferramentas que vão facilitar o trabalho dos servidores, assim como agilizar os processos dos cidadãos internamente nos departamentos, por que não utilizar?

As grandes dificuldades estão em dois pontos: o primeiro deles é ter um sistema que respeite as regras e legislações dos que regem o país. Por exemplo, todos os meses um município deve entregar um balanço financeiro em uma tabela de Excel, porém, o sistema que é utilizado gera o arquivo em outro formato, criando mais um entreve para a agilidade do processo, gerando retrabalho para os que devem entregar esse material.

O segundo ponto é o fato da migração de sistemas. A cada 4 anos no Brasil são eleitos novos prefeitos. Estes vão querer ouvir fornecedores de tecnologia, repensar na situação de seu município e formas de melhorar a sua gestão. Caso ele decida por trocar de sistema, inicia-se a migração de todas as informações que foram armazenadas ao longo de anos como os dados dos cidadãos, balanços, históricos de servidores, enfim, uma grande quantidade de dados, podendo demorar mais de 6 meses para a migração completa.

Porém, os fornecedores de software de gestão pública entendem esta dificuldade e têm desenvolvido muitas possibilidades para agilizar as ações dos governos públicos. É o caso, por exemplo, de um Banco de Preços, criado por uma indústria de TI brasileira, que possibilita o acompanhamento na evolução dos valores dos principais itens adquiridos por uma prefeitura, fazendo um registro dos preços praticados a cada compra realizada.

O objetivo é avaliar altas ou reduções sazonais e identificar se o preço adquirido sofreu variação superior ao índice inflacionário. Com esta ferramenta, cidades como Vitória, capital do estado do Espirito Santo, conseguiram diminuir em 60% o tempo gasto com cotações de preços para se montar licitações.

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Em 2012 o BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, criou o concurso “GovernArte: a arte do bom governo” e o Prêmio Eduardo Campos que reconhece iniciativas de cidades da América Latina e Caribe que implementaram práticas inovadoras em suas gestões para melhorar a vida de seus cidadãos.

No ano passado, as categorias foram “Cidades e Big Data” e “Cidades e Registros de Pessoas”, já apontando a importância da transformação digital nos sistemas governamentais. Na categoria Big Data, os vencedores foram o aplicativo utilizado na cidade de São Bernardo do Campo/SP em que o cidadão pode solicitar de forma móvel – através de celulares, tablets ou mesmo pelo computador – serviços como reparação de buracos na via pública, coleta de lixo, poda de árvores, varrição pública, entre outros, e a estratégia utilizada pelo município de Fortaleza, no estado do Ceará, para reduzir o tempo de viagem no transporte público por meio da análise de Big Data relativa ao deslocamento de pedestres e veículos.

A vantagem para as cidades é que o governo passa a reunir informações estratégicas para planejar, executar e fiscalizar serviços locais, tornando a gestão mais participativa e transparente.

Estes exemplos mostram que existem ferramentas tecnológicas de última geração que podem transformar a forma com é feita a gestão não somente dos municípios como também de esferas de governo em âmbito regional, estadual e nacional. Existem fornecedores especializados em gestão pública e que podem trazer soluções personalizadas para quaisquer necessidades dos governantes.

Fontes: http://blog.geoactivegroup.com/2016/07/digital-transformation-of-legacy.html http://www.smarapd.com.br/gestao-publica.php http://www.dgabc.com.br/Noticia/1954873/tecnologia-a-favor-da-gestao-publica http://www.iadb.org/pt/noticias/comunicados-de-imprensa/2015-12-18/anuncio-dos-vencedores-do-governarte-2015,11377.html

(Canal Comstor)

Smartphones: Samsung cresce, Apple despenca

As vendas globais de smartphones para usuários finais alcançaram 344 milhões de unidades no segundo trimestre de 2016, aumento de 4,3% sobre o mesmo período de 2015. Segundo o Gartner, responsável pelos números, as vendas de todos os tipos de telefones móveis caíram 0,5%, sendo que apenas cinco entre os 10 maiores fabricantes registraram crescimento – quatro chineses (Huawei, Oppo, Xiaomi e BBK) e a sul-coreana Samsung.

“A demanda por smartphones premium desacelerou no segundo trimestre de 2016 porque os consumidores estão esperando lançamentos de novos hardwares para a segunda metade do ano”, diz Anshul Gupta, diretor de pesquisa do Gartner. O declínio nas vendas dos chamados “feature phones” (-14%) reforçou o declínio das vendas globais de celulares no trimestre.

Todos os mercados maduros, exceto o Japão, observaram desaceleração da demanda por smartphones – declínio nas vendas de 4,9%. Em contrapartida, todas as regiões emergentes, exceto América Latina, mostraram crescimento das vendas de smartphones de 9,9%.

A Samsumg não só continua liderando o mercado como expandiu sua parcela, crescendo de 21,8% das vendas no segundo trimestre de 2015 para 22,3% no mesmo período deste ano, ou 76,7 milhões de unidades. A Apple, por sua vez, caiu de 14,6% para 12,9% (44,3 milhões de unidades). A Huawei aparece em terceiro, com 8,9% de share e 30,6 milhões de unidades vendidas.

A queda da Apple é que mais chama atenção. A queda foi registrada tanto na América do Norte, onde a empresa é sediada, como na Europa Ocidental, embora os maiores declínios estejam na China e na Ásia, chegando a -26%.

Em termos de sistema operacional, o Android (do Google) recuperou participação sobre o iOS (da Apple) ao alcançar uma participação de 86% no segundo trimestre de 2016. O desempenho do Android vem da demanda por smartphones de médio e baixo preço, principalmente em mercados emergentes, mas também nos aparelhos mais caros, que registaram aumento de 6,5% no trimestre.

Fonte: Portal do Canal

SEU SITE EM ATÉ 3 DIAS!

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A Vitae Tec oferece o serviço “Site Express”, onde o cliente escolhe um layout de site dentro das opções disponíveis, e escolhe o endereço eletrônico (domínio) para seu novo site. Em até três dias úteis após o pagamento o site escolhido estará disponível. Além da rapidez, o cliente pode gerenciar o conteúdo de seu site e personalizar textos e imagens. Pagamento mensal. Inclusos registro de domínio, hospedagem com 3GB de espaço, contas de e-mail personalizadas e ilimitadas. Saiba mais em http://vitaetec.com/br/site-express

Metade dos servidores estarão na nuvem em 2017

Em 2017, metade dos servidores vendidos no mundo servirão para a nuvem. E a crise econômica global deve contribuir para isso, acelerando a ida das empresas para ambientes e aplicações cobradas como serviço. É o que acredita o Dell’Oro, especialista em informações sobre o mercado de telecomunicações e TI mundialmente, em novo relatório.

“Notamos algumas mudanças chave nos últimos anos que estão nos levando a acreditar que a migração para a nuvem está acelerando”, pondera Sameh Boujelbene, diretor do Dell’Oro, em comunicado. “A diversidade de ofertas de cloud está crescendo e as barreiras para a adoção estão sendo removidas.”

Para o analista, o número crescente de dispositivos conectados vai criar mais dados que precisam ser processados e armazenados, aumentando a pressão sobre os datacenters.

(http://www.portaldocanal.com)

BYOD: 43% das empresas permitem dispositivos

Cerca de 43% das empresas brasileiras permitem que os funcionários acessem informações corporativas em aparelhos pessoais, incluindo calendário, e-mail, rede e arquivos. É o que mostra um estudo conduzido pela Navita no segundo semestre de 2015, com 200 gestores de TI do País, e publicado recentemente.

Apesar do “permissivismo”, a pesquisa revelou também que 68% das empresas se preocupam com o tema, e destes 17% possuem programas de BYOD (“traga seu dispositivo”, na sigla em inglês) formais – 77% ainda em processo inicial de implementação, 43% em fase embrionária.

Entre os que tem programa estabelecido, apenas 32% implementou uma ferramenta que supra a demanda de BYOD ao dividir o acesso de dispositivos móveis pessoais e corporativos, aplicando políticas corporativas sem impactar a usabilidade no ambiente pessoal. Segundo a Navita, os benefícios de um programa de BYOD são muitos, entre eles o controle da informação e a redução dos riscos de segurança e trabalhistas, entre outros.

O relatório “BYOD – Utilização de dispositivos móveis pessoais nas empresas – Prós e Contras” pode ser baixado no site da Navita.

(http://www.portaldocanal.com/)

12 motivos para ter um site!

Entre outros que poderiam ser listados, os motivos a seguir nada mais são que os próprios benefícios que você já deveria estar colhendo por ter um site:

1 – Além de trazer novos negócios, um site pode ter funcionalidades que facilitam o seu trabalho;

2 – Como os negócios na Internet movimentam cada vez mais dinheiro, você pode estar deixando de ganhar mais por não ter presença digital;

3 – Seus clientes terão a oportunidade de divulgar seus produtos e serviços sem custo para você, atingindo milhares de pessoas com a facilidade de um clique. É o boca-a-boca digital, muito mais rápido e para muito mais gente;

4 – Como negociamos com quem conhecemos, seus possíveis clientes, por terem a oportunidade de conhecer melhor a sua empresa, tenderão a negociar com você e não com as empresas que não conhecem;

5 – Um site com bom design dá credibilidade ao seu negócio. Os consumidores esperam que as empresas tenham site. E quem ainda não conhece sua empresa vai poder encontrá-la na Internet;

6 – Mesmo que seu negócio já tenha presença digital em redes sociais, convém lembrar que ainda é no Google que a maior parte das pesquisas é feita. Além disso, o sucesso de uma rede social pode passar, mas você sempre pode usar a de maior sucesso no momento para promover o seu site;

7 – Um site permite que seu público-alvo informe-se sobre o seu negócio a qualquer dia e horário;

8 – O investimento em um site é menor do que diversas outras formas de divulgação, e permite mensurar os resultados de forma praticamente imediata, pela própria Internet;

9 – Mesmo para produtos ou serviços que não podem ser vendidos pela Internet, o fato de ter um site lhe permitirá gerar mais negócios;

10 – Você pode analisar dados de acesso ao seu site e dados de cadastro para conhecer melhor o perfil de seus clientes. E com os dados, anunciar novidades para quem já demonstrou interesse pelo seu negócio;

11 – Os internautas consideram que os sites que aparecem nas primeiras posições de buscadores como o Google são das melhores empresas;

12 – Se o seu concorrente já tem site, você está ficando para trás… Se ele ainda não tem, você pode sair na frente.

E se você já tem um site, mas ele não está trazendo estes benefícios para você, escolha um bom fornecedor web para reformulá-lo e bons negócios!

(www.administradores.com.br/artigos/negocios/12-motivos-para-ter-um-site/73778/)

A importância do PL 4330 da terceirização para o mercado brasileiro de TI

TI empresas

A terceirização é uma realidade no país, utilizada por todos os setores da Economia e por todos os portes de empresas; no entanto, essa modalidade contratual tem gerado muitos conflitos judiciais, porque ainda não existe no país regulamentação específica para essa forma de contratação.

A súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) – que tem sido a referência para reger essa modalidade no Brasil – reconhece como legítima a terceirização nos serviços especializados ligados à “atividade-meio” do tomador, bem como na contratação de certos tipos de serviços tais como vigilância, conservação e limpeza. Mas a súmula 331 nada diz a respeito da chamada terceirização da “atividade-fim” das empresas.

O problema se agrava porque não existe uma definição clara para o que se entende por atividade-fim ou para seu contraponto, que seria a atividade-meio, e esta indefinição joga as empresas num cenário de incerteza que inibe investimentos e limita o crescimento do país.

No atual cenário econômico e na era da globalização – em que dificilmente um produto é concluído por apenas uma empresa e existe uma grande cooperação de várias companhias de diversos países, proporcionada pelas cadeias de valor e a tecnologia da informação – fica praticamente impossível criar essa fronteira e separar o que seria atividade-fim e atividade-meio.

Atualmente, todos os setores passam por alguma solução de tecnologia em sua produção ou prestação de serviço. Um mercado bastante pujante, a TI faturou US$ 60,2 bilhões no Brasil e o país se posicionou como o 7º maior mercado mundial de TI em 2012.

A indefinição das atividades que podem ou não ser terceirizadas causa uma grande insegurança jurídica, já que o entendimento é bastante subjetivo e inibe os investimentos em setores cuja dinâmica impulsiona a contratação de serviços terceirizados, como é o caso das atividades de Tecnologia da Informação.

Para garantir que o crescimento alcançado nos últimos anos continue e que o Brasil possa se destacar como um país inovador e tecnologicamente avançado, é fundamental que o Congresso aprove uma lei com uma definição clara sobre as atividades que podem ser objeto da terceirização.

O Projeto de Lei 4330, que tramita no Congresso Nacional desde 2004, pode ser a solução para essa questão da terceirização no país. Ele dispõe sobre “o contrato de prestação de serviços a terceiros e as relações dele decorrentes”, permitindo a contratação de serviços terceirizados para qualquer atividade, estabelecendo as obrigações que devem ser atendidas por quem contrata esse tipo de serviço.

Caso o projeto de lei seja aprovado, o Brasil pode experimentar um novo momento de crescimento econômico, com investimentos internos e externos, segurança para que as empresas de diversos setores, e em especial de TI, possam operar sem riscos de ter suas relações com empresas terceirizadas questionadas no futuro. Podemos viver um momento de maior geração de postos de trabalho para aproveitar os próximos anos de boom demográfico que o país terá pela frente e gerar no Brasil novos pólos de tecnologia, com profissionais de alta especialização. O resultado disso será percebido diretamente pelo consumidor, que poderá adquirir um serviço ou produto com melhor qualidade e menor custo.

De outro lado, enquanto perdurar a ausência da lei regulamentando a terceirização, o Brasil permanecerá num verdadeiro limbo jurídico, obrigando as empresas a contratarem serviços no exterior, tornando-se importadoras de serviços – especialmente no setor de Tecnologia da Informação cujas atividades podem ser desenvolvidas a distância – gerando muitos empregos de alta qualidade em outros países.

A edição de lei estabelecendo que a terceirização pode se aplicar a qualquer atividade de uma empresa trará a segurança para os investimentos no país. Ganham todos e fortalecemos a própria democracia.

Jorge Sukarie é Presidente da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software e membro da entidade desde 1989. Formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas em 1986, e Pós-Graduado pela mesma instituição, em 1987, com ênfase em Finanças e Marketing. Curso de Especialização em Gerenciamento de Empresas feito na Harvard Business School em Boston (USA). Sukarie também é Sócio fundador e Presidente da Brasoftware Informática Ltda.

(corporate.canaltech.com.br/coluna/mercado/A-importancia-do-PL-4330-da-terceirizacao-para-o-mercado-brasileiro-de-TI/)

Principais tendências estratégicas em TI para 2014 (Parte II)

Confira a segunda parte do post sobre as tendências estratégicas em TI para 2014

Na postagem de ontem começamos a falar sobre as principais tendências de tecnologia para 2014. Leia abaixo a segunda parte da série.

A era da Nuvem Individual

A era da Nuvem Pessoal vai marcar um poderoso afastamento dos dispositivos para os serviços. Neste novo mundo, as especificidades dos dispositivos se tornarão menos importantes para a organização, embora que ainda sejam necessários. Os usuários irão utilizar um conjunto de dispositivos, o que significa que o PC permanecerá como uma das muitas opções, mas nenhum dispositivo será o gadget principal. Em vez disso, a Nuvem pessoal assumirá esse papel. O acesso à Nuvem e ao conteúdo armazenado ou compartilhado a partir da Nuvem será gerenciado e protegido, e não apenas com foco no próprio dispositivo.

Software Defined Anything (SDx)

Software Defined Anything (SDx) é um termo que engloba a crescente dinâmica do mercado que busca padrões melhorados para infraestrutura de programação e interoperabilidade do Data Center, impulsionada pela automação inerente à computação em Nuvem, DevOps e o rápido provisionamento de infraestrutura, já que a tendência é a escalabilidade. Como um coletivo, o SDx também incorpora várias iniciativas como OpenStack, OpenFlow, o Projeto Open Compute e Open Rack, que compartilham de visões semelhantes. E à medida que a tecnologia SDx evolui individualmente e as parcerias começarem a surgir, as empresas deverão não só procurar padrões emergentes e capacidades em transição para beneficiar seus portfólios, mas também desafiar fornecedores de tecnologia a demonstrarem seu compromisso com os verdadeiros padrões de interoperabilidade dentro de seus domínios específicos.

Mesmo que um dos objetivos dos fornecedores seja trabalhar com padrões abertos, as definições de SDx podem ser consideradas de diversas formas, menos como abertas. Fornecedores de Redes definidas por Software (SDN), Data Center definido por Software (SDDC), Armazenamento definido por Software (SDS) e as tecnologias de Infraestrutura definida por Software (SDI) estão tentando manter a liderança em seus respectivos domínios, enquanto entregam iniciativas SDx para ajudar as jogadas adjacentes do mercado. Assim, os fornecedores que dominam um setor da infraestrutura só podem querer cumprir os padrões que têm o potencial de diminuir custos e abrir oportunidades competitivas mais amplas, mesmo quando o consumidor se beneficia da simplicidade, redução de custos e eficiência de consolidação.

TI escalável

TI escalável pela Web é um padrão de computação de classe mundial que oferece as capacidades de grandes provedores de serviços em Nuvem dentro de um cenário de TI da empresa, repensando o funcionamento dos departamentos a partir da escalabilidade da TI. Grandes provedores de serviços em Nuvem como Amazon, Cisco, Facebook, entre outros, estão reinventando a forma como os serviços de TI podem ser implementados.

Suas capacidades vão além do escalonamento em termos de dimensão para incluir também escalabilidade no que se refere à velocidade e agilidade. Se as empresas querem manter o ritmo, então elas precisam imitar as arquiteturas, processos e práticas desses provedores de Nuvem exemplares. O Gartner chama a atenção para a combinação de todos estes elementos de TI escalável pela Web. A TI escalável pela Web busca alterar a cadeia de valor de TI de forma sistêmica. Os Data Centers são projetados com uma perspectiva de engenharia industrial que procura todas as oportunidades para reduzir custos e desperdícios. Isso vai além de instalações reprojetadas com o intuito de serem mais eficientes em termos energéticos, o que inclui o design in-house dos principais componentes de hardware, como servidores, equipamentos de armazenamento e redes. Arquiteturas orientadas pela Web permitem aos desenvolvedores criarem sistemas muito flexíveis e resilientes que se recuperam de falhas mais rapidamente.

Máquinas inteligentes

Até 2020, a era das máquinas inteligentes irá florescer com uma proliferação de assistentes pessoais inteligentes e contextualmente conscientes, sistemas industriais avançados globais e disponibilidade pública dos primeiros exemplos de veículos autônomos. A era das máquinas inteligentes será a mais disruptiva na história da TI. Novos sistemas que começam a executar algumas tarefas que as tecnologias da informação podem realizar, e que antes pensávamos que somente os humanos poderiam executar estão finalmente emergindo. O Gartner prevê que as pessoas irão investir, controlar e usar suas próprias máquinas inteligentes para facilitar o dia a dia. Empresas também irão investir em máquinas inteligentes, buscando aumentar a produtividade dos colaboradores, facilitar processos e trazer mais eficiência pra o ambiente corporativo em diversos âmbitos. Além disso, a consumerização de TI será reforçada pelas máquinas inteligentes logo após o início da primeira onda de compra das empresas.

Impressora 3D

O crescimento do mercado mundial de impressoras 3D tem uma projeção de 75% em 2014 e as vendas unitárias de impressoras 3D ao redor do mundo devem duplicar em 2015. Nos últimos anos, o mercado de dispositivos muito caros e fabricação com obsolescência programada liderou as vendas, mas agora o mercado de dispositivos que variam de US$ 50.000 a US$ 500, mas possuem capacidades de construção, está nascendo e crescendo muito rapidamente.

O mercado consumidor hype das impressoras 3D fez com que as organizações mudassem sua visão com relação à tecnologia. A demanda pelo produto mostrou que a impressão 3D é uma realidade viável​​ e com ótimo custo-benefício que tem como objetivo reduzir custos através de desenhos melhorados, prototipagem aerodinâmica e fabricação de curto prazo.

(Fonte: blogbrasil.comstor.com/)

Principais tendências de tecnologia para 2014 (Parte I)

Gartner divulga as principais tendências de tecnologia para 2014.

describe the imageEsta é uma postagem especial que pretende levar até você as principais tendências de TI para 2014. Como o assunto é extenso, dividimos em duas partes. Aqui vai a primeira.

O instituto de pesquisa Gartner apresentou recentemente no Gartner Symposium/ITxpo 2013, estimativas e tendências de estratégias tecnológicas para 2014. O Instituto definiu o conceito de “tecnologia estratégica” como aquela que tem potencial de impactar significativamente nas empresas nos próximos três anos. Fatores que denotam esse impacto são o alto potencial disruptivo para a TI ou para a empresa, a necessidade de um investimento financeiro maior ou o risco de atraso na adoção.

As novas tecnologias estão aparecendo e evoluindo rapidamente. Exemplos dessa evolução podem ser encontrados na Cloud Computing, tanto para o público consumidor quanto para as empresas, na mobilidade, com smartphones, tablets e aplicativos cada vez mais populares, na Internet of Everything, que fez surgir a necessidade do IPv6 para conectar mais objetos e pessoas à rede, entre tantas outras tendências.

As tecnologias estratégicas escolhidas pelo Gartner podem ser tanto tecnologias que já existiam e que agora estão em um nível de maturidade suficiente para utilização, ou também uma tecnologia emergente que pode oferecer oportunidade para que as empresas possam adquirir vantagens estratégicas em uma adoção antecipada. Essas tecnologias irão impactar diretamente os planos a longo prazo das organizações, além de seus programas e iniciativas. Lembrando que essas tecnologias não foram citadas devido ao fato de já estarem recebendo investimentos ou sendo adotadas pelas empresas. A lista tem como objetivo apresentar algumas tendências tecnológicas às empresas e CIOs.

Diversidade de dispositivos móveis e gerenciamento

Até 2018, a variedade crescente de dispositivos, de formatos de computação, contextos e paradigmas de interação do usuário vai tornar a estratégia de “Everything Everywhere” difícil de ser alcançada. A conseqüência inesperada dos programas de consumerização de TI (BYOD) é o aumento do tamanho da força de trabalho móvel em até três vezes. Isso está colocando uma enorme pressão sobre as áreas de TI e Finanças.

As empresas ainda têm um logo caminho a percorrer. Políticas de segurança sobre o uso de dispositivos próprios do colaborador precisam ser completamente revistas e, se necessário, ampliadas para atender as mudanças que as novas tecnologias estão trazendo. A maioria das organizações só têm políticas de segurança voltadas para o acesso das redes corporativas através de dispositivos que a empresa possui e gerencia. Definir políticas claras em torno do que os colaboradores podem fazer ou não é outro ponto importante. Dessa forma, é possível balancear flexibilidade com segurança e exigiências de privacidade.

Aplicativos X Aplicações Móveis

Previsões indicam que até 2014 o desempenho melhorado do JavaScript começará a transformar o HTML5 e os navegadores nos principais ambientes de desenvolvimento de aplicações corporativas. Como consequência, desenvolvedores deverão focar na criação de modelos de interface que incluam mais recursos de voz e vídeo, possibilitando conectar pessoas através de novas e diferentes formas. O uso de aplicativos irá crescer e o de aplicações diminuir. Isso porque os aplicativos são mais práticos e fáceis de instalar e as aplicações, apesar de mais completas, são mais pesadas.

Os desenvolvedores vão precisar encontrar formas de criar aplicativos mais sofisticados e eficientes através da união de outros aplicativos com funções diferentes. Juntos, eles deverão complementar e oferecer mais ferramentas para o usuário. Construir interfaces para aplicações que abrangem uma variedade de dispositivos exige um entendimento de peças fragmentadas da construção de apps e uma estrutura de programação adaptável que as reúne em um conteúdo otimizado para cada dispositivo.

Isso significa que o mercado para a criação de apps ainda continuará bem fragmentado pois, segundo estimativas do Gartner, existem aproximadamente 100 potenciais fornecedores de ferramentas do tipo, e não é provável que nos próximos dois ou três anos aconteça a consolidação de alguma ferramenta que seja otimizada para todos os tipos de aplicativos mobile. Outra previsão do Gartner é com relação à próxima evolução da experiência do usuário, que será baseada em emoções e ações, para motivar mudanças no comportamento do usuário final.

A Internet de Todas as Coisas

A Internet está sendo implementada em todos os objetos, seja no mundo corporativo ou no universo do consumidor comum. Carros, televisões, aviões, geladeiras, dispositivos móveis, tudo está sendo conectado à Internet. O problema é que a maior parte das empresas e fornecedores de tecnologia não estão preparados. O Gartner identificou 4 modelos de uso básicos da Internet of Things que estão emergindo:

– Gerenciamento
– Monetização
– Operação
– Ampliação

O interessante é observar que esses modelos podem ser aplicados a pessoas, coisas, informações e lugares. Por esse motivo, a Internet of Things será sucedida pela Internet of Everything, onde tudo estará conectado.

Nuvem Híbrida e TI como Service Broker

Unir Nuvens Públicas Pessoais e serviços de Nuvem Privada Externa é extremamente essencial. As empresas devem desenvolver serviços de Nuvem Privada com o projeto da Nuvem Híbrida em mente e terem certeza que a integração futura e a interoperabilidade das nuvens será possível. E é importante também apontar que o gerenciamento dessas composições será responsabilidade do fornecedor de serviços em Nuvem que lida com a agregação, integração e customização dos serviços. Empresas que estão expandindo para Nuvens Híbridas a partir de serviços de Nuvem Privada, estão se apoiando em fornecedores de serviços de Cloud para que a mudança seja feita de forma eficiente e sem nenhum erro no processo.

No entanto, a maioria dos serviços de Nuvem Híbrida será, inicialmente, muito menos dinâmica. A implantação antecipada de Nuvens Híbridas provavelmente será mais estática, (a integração entre uma Nuvem Privada interna e um serviço de Nuvem Pública para determinadas funcionalidades ou dados, por exemplo). Depois, mais composições de implantação irão emergir à medida que os fornecedores evoluírem (por exemplo, ofertas de infraestrutura privada como um serviço [IaaS], que podem alavancar prestadores de serviços externos que se baseiam na política de segurança e utilização.

Arquitetura de Cloud/Client

Modelos de Cloud/Client estão mudando. E nessa arquitetura, o cliente é uma aplicação rica em execução em um dispositivo conectado à Internet, e o servidor é um conjunto de serviços de aplicações hospedados em uma plataforma de computação em Nuvem cada vez mais elástica e escalável. A Nuvem é o ponto central que controla tudo. Com isso, o sistema e as aplicações podem se estender por vários dispositivos de clientes funcionando da mesma forma em todos eles, seja com um ambiente baseado em um aplicativo nativo do dispositivo ou baseado em um navegador.

Uma outra tendência que algumas empresas estão começando a utilizar, agora que a segurança das redes e das próprias arquiteturas de Nuvem está funcionando com mais qualidade, é a de explorar o espaço de armazenamento do dispositivo do colaborador, devido a capacidades robustas em muitos dispositivos móveis, ao aumento da demanda nas redes, ao custo das redes e à necessidade de gerenciar o uso de largura de banda. No entanto, as demandas cada vez mais complexas de usuários de dispositivos móveis irão conduzir os aplicativos a exigirem quantidades crescentes de computação server-side e de capacidade de armazenamento.

(Fonte: blogbrasil.comstor.com/)