Brasil e outros 75 países vão iniciar negociações para regulamentar e-commerce

O Brasil e outros 75 países entraram em acordo, durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, para iniciar conversas sobre uma regulamentação mundial do e-commerce.

Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça/Foto: Jakob Polacsek/World Economic Forum
Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça/Foto: Jakob Polacsek/World Economic Forum

Segundo comunicado divulgado pelo grupo no dia 25 de janeiro, os membros confirmaram a intenção de começar negociações sobre aspectos comerciais do comércio eletrônico. De acordo com o cronograma, as primeiras discussões devem começar em março de 2019.

“Nós buscaremos alcançar um resultado de alto padrão [nas negociações], construído sob os acordos e legislações existentes da Organização Mundial do Comércio, com a participação do maior número possível de membros da OMC”, afirmou a nota conjunta.

“Reconhecemos e vamos levar em consideração as oportunidades e desafios únicos enfrentados pelos países, incluindo países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, assim como por micro, pequenas e médias empresas”, concluiu o texto.

Mudanças

Segundo comunicado da União Europeia, as negociações devem resultar em legislações multilaterais que consumidores e empresas, especialmente as menores, podem contar para facilitar e tornar mais seguro o e-commerce.

Entre as propostas, estão:

  • Melhorar a confiança dos consumidores no ambiente online e combater o spam;
  • Acabar com barreiras que atrapalhem vendas cross-border;
  • Garantir a validade de contratos e assinaturas digitais;
  • Banir permanentemente taxas de importações para transmissões eletrônicas,
  • Abordar temas como requerimentos obrigatórios de dados e divulgação obrigatória de código-fonte

Confira quais países confirmaram participação nas discussões (a União Europeia é formada por 28 nações, e Taipei é a capital de Taiwan):

  • Albânia;
  • Argentina;
  • Austrália;
  • Bahrein;
  • Brasil;
  • Brunei;
  • Canadá;
  • Chile;
  • China;
  • Colômbia;
  • Costa Rica;
  • El Salvador;
  • Emirados Árabes;
  • Estados Unidos;
  • Georgia;
  • Honduras;
  • Hong Kong,
  • China;
  • Islândia;
  • Israel;
  • Japão;
  • Cazaquistão;
  • Coreia do Norte;
  • Kuwait;
  • Laos;
  • Liechtenstein;
  • Malásia;
  • México;
  • Moldova;
  • Mongólia;
  • Montenegro;
  • Myanmar;
  • Nova Zelândia;
  • Nicarágua;
  • Nigéria;
  • Noruega;
  • Panamá;
  • Paraguai;
  • Peru;
  • Qatar;
  • Rússia;
  • Singapura;
  • Suíça;
  • Taipei chinesa;
  • Tailândia;
  • Macedônia;
  • Turquia;
  • Ucrânia;
  • União Europeia,
  • Uruguai.

(Fonte: E-Commerce brasil)

Brasil supera EUA e Canadá no uso da internet

Os brasileiros superam os americanos e os canadenses quando se trata do tempo que passam navegando na internet e assistindo televisão. É o que revela um estudo divulgado esta semana pela Worldwide Independent Network of Market Research (WIN) e realizada no Brasil pelo Ibope Inteligência, por meio da unidade de pesquisas online Conecta. Entre os entrevistados por aqui, 95% navegam na internet todos os dias e 82% assistem tevê diariamente, média acima do verificado nos países da América do Norte.

Segundo o levantamento, TV e internet são meios complementares, um vez que 72% da população de nove países das Américas navegam na web para buscar informações sobre algo que viram na televisão. Isso ocorre com mais força no Brasil, onde 96% dos entrevistados dizem fazer isso.

Assistir TV pelo smartphone também está se tornando comum, sobretudo no Brasil, onde esse hábito já é praticado na mesma proporção que nos Estados Unidos. Na média das Américas, 24% dos habitantes assistem televisão pelo smartphone. O uso do smartphone para assistir TV é mais comum em casa (69%) ou em transportes como ônibus e metrô (52%). Mas há também uma parcela significativa que faz isso no trabalho (43%), na casa de amigos (27%) e em restaurantes (26%).

O Brasil também é primeiro quando o assunto é assistir filmes e programas de TV por meio de serviços on demand, como Netflix. No país, 49% o fazem no mínimo semanalmente, o que coloca o Brasil no topo do ranking, junto com os Estados Unidos.

Foram realizadas 8.533 entrevistas em nove países da América Latina, em maio de 2016. No Brasil, foram entrevistados 1.004 internautas.

Fonte: http://www.portaldocanal.com/

Novo Data Center da Oracle no Brasil

Quem fez o anuncio do primeiro data center na América Latina, mais especificamente no Brasil, foi Mark Hurd, presidente mundial da Oracle, durante o Oracle CloudWorld Brasil. O novo projeto está programado para entrar em operação em meados de 2014. O data center ampliará a infraestrutura de nuvem pública global da Oracle para um total de 18 data centers, apoiando um portfólio mais abrangente de serviços de aplicativos, social, plataforma e infraestrutura, todos disponíveis por meio de assinatura. Por enquanto, os clientes da Oracle na América Latina continuarão utilizando os serviços dos data centers da Oracle em outros lugares do mundo.

“Estamos muito empolgados em proporcionar aos nossos clientes e parceiros da América Latina acesso à funcionalidade empresarial, de missão crítica, por meio do nosso novo data center. Com esse novo data center no País, a Oracle está ampliando seu compromisso com a base de clientes na América Latina e com as importantes exigências de residência de dados”, declarou Hurd.

Depois da apresentação, em uma sala privada, Mark Hurd falou com jornalistas, respondendo algumas perguntas direcionadas a ele.

“Futuramente, teremos uma quantidade excessiva de dados. É preciso que se analise isso e descarte o que não for necessário”, disse o presidente da Oracle. Foi questionado sobre segurança e localização de data centers, e também suas opiniões pessoais sobre o assunto. “Pesquisas indicam que em mais de 90% dos casos os ataques aos dados vem de alguém de dentro da empresa, ex-funcionário ou coisa assim”. Hurd disse que precisamos acabar com a mania de achar que tudo que é interno à nossa firewall está seguro. Não é verdade. Estamos oferecendo escolhas.

A ampliação da distribuição da Oracle no Brasil também foi destacada pelo executivo.

(Fonte: Portal do Canal)