Estudo: organizações subaproveitam nuvem

Patrocinado pela Cisco, levantamento constata que adoção de cloud é rápida, mas 69% não possuem estratégias consideradas maduras.

A Cisco divulgou esta semana os resultados de um estudo global indicando que, embora a adoção da nuvem esteja acelerada, poucas organizações estão aproveitando o valor que ela realmente oferece. Cerca de 68% delas usam cloud para ajudar a gerar resultados de negócios, um aumento de 61% em relação ao estudo do ano passado. O aumento da adoção está sendo alimentada por aplicativos nativos de nuvem, incluindo soluções baseadas em nuvem, segurança e Internet das Coisas (IoT).

No entanto, a maioria (69%) não tem estratégias consideradas maduras e apenas 3% tem estratégias otimizadas, gerando resultados efetivos de negócios. Entre os obstáculos para maior maturidade estão deficiência de capacidades e habilidades, falta de uma estratégia e um roteiro bem definido, um legado de estruturas organizacionais de silos entre as áreas de TI e negócios.

Em média, a maioria das organizações em estágios mais avançados de adoção de cloud veem um benefício anual por aplicativo baseado em nuvem de US$ 3 milhões em receitas adicionais e US$ 1 milhão em economia de custos. Estes aumentos de receita têm sido em grande parte o resultado de vendas de novos produtos e serviços, ganhando novos clientes, ou pela habilidade acelerada de vender para novos mercados.

O estudo também revela que 95% destas organizações líderes com estratégias otimizadas de nuvem construíram um ambiente de TI híbrido, que utiliza múltiplas nuvens públicas e privadas baseadas em economia, localização e políticas de governança.

O estudo patrocinado pela Cisco e feito pela IDC foi baseado em pesquisa de mercado realizada com executivos responsáveis por decisões de TI em mais de 6.100 organizações em 31 países que estão implementando nuvens privadas, públicas e híbridas.

A adoção de nuvem híbrida (nuvem privada e serviços de nuvem pública) varia conforme o país ou região, com a Coreia (55%) e o Japão (54%) entre os países com o maior percentual de organizações que usam a combinação, e a Austrália (41%) com o menor.

Fonte: Portal do Canal

Cisco cria o processador de rede mais avançado do mundo

nPower revoluciona o mercado com taxa de transferência real de 400 Gbps a partir de um único chip.

Cisco cria o processador de rede mais avançado do mundo blog resized 600

A Cisco anunciou recentemente o lançamento do processador de rede mais escalável e programável do mundo. Ele foi projetado para suportar a Internet de Todas as Coisas (IoE), já que são esperados trilhões de “eventos em rede” avançados, previstos para entrarem on-line ao longo da próxima década. Esse novo processador de rede integrado oferece níveis de desempenho e largura de banda, além de um controle programável usando APIs abertas e recursos de computação avançados.

O nPower X1, a primeira geração dos novos processadores da Cisco, será o primeiro de toda a indústria capaz de um desempenho de processamento de multi-terabits ao processar trilhões de transações. Devido à grande experiência da Cisco em inovação de chips de rede, o Power X1 já foi desenvolvido pensando nas redes definidas por software (SDN), o que permite uma rápida reprogramação que garantem níveis maiores de velocidade no serviço e inteligência de rede simplificada.

O nPower X1 apresenta outros avanços em processamento de rede:

• Todas as funções de processamento de pacotes, gerenciamento de tráfego e de entrada/saída são integradas em um único nPower X1 e operam em alto desempenho e escala.

• Possui um controle programável com o mais alto desempenho capaz de processar com perfeição centenas de milhões de transações por segundo.

• Possui 4 bilhões de transistores em um único chip. Isso garante maior desempenho, funcionalidade, capacidade de programação e escala para um processador de rede.

• Apresenta soluções com taxa de transferência oito vezes maior e consumo de energia por bit um quarto menor se comparado com o último processador de rede.