Sistema de Cotação de Preço

A solução proposta pela Vita Tec oferece:

1) Maior controle, organização, e agilidade (porque centraliza as informações em sistema que pode ser acessado de qualquer lugar a qualquer momento, facilitando o registro e consulta de informações para a central de compras, além de tornar a comunicação entre os envolvidos no processo de cotação mais rápida, mantendo tudo registrado para possíveis auditorias);

2) Melhora a gestão do tempo e produtividade (elimina planilhas, envios e recebimentos manuais de e-mail’s, sobrando mais tempo para a gestão do negócio);

3) Aumenta chance de conseguir melhores preços (uma vez que todos os fornecedores serão avisados automaticamente, evitando a possibilidade de um fornecedor não ser avisado);

4) Em alguns casos reduz os custos com ligações telefônicas (já que a comunicação entre empresas, central de compras, e fornecedores, passa a ser automática e através do sistema);

5) Garante a transparência de todo o processo de cotação permitindo auditoria;

6) Melhora o controle e a visualização financeira de todos os processos de cotação de preços, preservando os históricos;

7) Maior eficiência na apresentação de informações para diretores (com os gráficos as informações passadas para diretoria se tornam mais visuais,         facilitando e acelerando a análise e tomada de decisões).

Saiba mais!

O Investimento na Felicidade

A discussão sobre felicidade no trabalho que venho propondo talvez pareça soft demais. Não é. Bastam uns poucos dados sobre a epidemia de infelicidade que assola organizações do mundo todo para demonstrar que o assunto é economicamente relevante.
O Gallup calculou o custo da crise de desengajamento americana em US$ 300 bilhões anuais, referentes à perda de produtividade. Empregados altamente engajados perdem, em média 7,6 dias por ano em “presenteísmo” (presentes de corpo no trabalho, mas não de alma). Seus colegas desengajados perdem quase o dobro: 14,1 dias por ano.
No Brasil, US$ 42 bilhões anuais são perdidos por baixo engajamento. A julgar por uma pesquisa da Towers Watson em 16 países, divulgada em julho de 2012, até que não estamos tão mal. Internacionalmente, 65% dos trabalhadores estão desengajados. No Brasil, são “apenas” 30%.
Muita gente está infeliz porque trabalha “no escuro”. Segundo a pesquisa da Towers Watson, no Brasil, 46% dos funcionários dizem não conhecer as metas das empresas onde trabalham. E 44% dizem que não sabem o que precisam fazer para ajudar a companhia a atingir seus resultados.
Outro fator de infelicidade é o descasamento entre valores pessoais e corporativos. Uma pesquisa da Bain & Company com 750 profissionais de seis países revelou que 15% dos executivos já aceitaram redução no salário para trabalhar em empresas que adotam práticas sustentáveis.
Há, ainda, o desconforto com jornadas de trabalho e demandas 24X7. No grupo das principais economias do planeta, os executivos brasileiros são os mais insatisfeitos com o equilíbrio entre vida familiar e dedicação profissional.
Demonstrado o prejuízo e as causas, cabe sustentar que ser feliz, como organização, é estratégico.
Raj Sisodia, um consultor indiano radicado nos EUA, comparou a valorização das ações de dois grupos de companhias americanas entre 1996 e 2011. As “empresas conscientes”, compromissadas igualmente com todos os seus stakeholders (funcionários incluídos), acumularam 1.646%. As 500 companhias mais negociadas na Bolsa de Nova York valorizaram 157% no mesmo período.
As tais empresas conscientes têm vantagens como menos processos trabalhistas e menos gastos com marketing. Para elas, “a alma é a propaganda do negócio”, como diz o consultor César Sousa.
Nas 100 melhores empresas para trabalhar, as palavras que os funcionários mais relacionam a suas companhias são “pessoas”, “família” e “tempo”. “Pagamento” ocupa apenas a 81ª posição.
FONTE: CorpTV

Profissionais de Tecnologia: Falta mão de obra!

Estudo revela demanda crescente por profissionais de tecnologia no Brasil, mas há falta de mão de obra qualificada

Oportunidades em TI devem crescer com os grandes eventos no país, porém deve haver uma lacuna de 117.200 profissionais especializados em redes e conectividade em 2015

SAO PAULO, BRASIL – (03/14/2013) – A demanda por profissionais de tecnologia da informação e comunicação (TIC) no Brasil excederá a oferta em 32% para o ano de 2015, chegando a uma lacuna de 117.200 trabalhadores especializados em redes e conectividade. Os dados são de um novo estudo da consultoria independente IDC, encomendado pela Cisco na América Latina.

O estudo “Habilidades em Redes e Conectividade na América Latina” (Networking Skills Latin America), analisou a disponibilidade de profissionais capacitados em TIC entre os anos 2011 e 2015, em oito países da região: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Peru e Venezuela.

No ano 2011, a América Latina teve uma lacuna de aproximadamente 139.800 profissionais com conhecimentos em redes e conectividade (aqueles necessários para planejar, desenhar, administrar e apoiar as tecnologias de redes em uma organização), com uma projeção de aumento desta lacuna para 296.200 para 2015. Estas cifras representam uma carência de 27% no ano de 2011 e de 35% em 2015.

A demanda por profissionais capacitados em redes e conectividade na América Latina está motivada pelas seguintes tendências:

  • Demanda por uma maior eficiência na infraestrutura de TI, com a virtualização como o grande vetor
  • Rápida adoção de TIC por parte dos governos e o setor privado
  • A proliferação de dispositivos conectados
  • Requerimentos da rede para suportar aplicações interativas (vídeo) e negócios suportados por TIC virtualizados.
  • Crescente demanda de conectividade baseada ou hospedada na nuvem através de múltiplas empresas

No Brasil há o impacto também da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 no aumento dos investimentos em TI por parte das empresas e Governo.

Resultados-chave do estudo no Brasil:

  • A lacuna de profissionais de rede e conectividade no Brasil em 2011 foi de aproximadamente 39.900 trabalhadores, o equivalente a 20% entre oferta e demanda de mão de obra.
  • A maior escassez ocorreu na chamada rede essencial, como segurança, telefonia IP e redes sem fio, com uma lacuna de 23.643 profissionais ou 17%.
  • Percentualmente, porém, a rede emergente, como comunicações unificadas, vídeo, computação em nuvem, mobilidade e data center e virtualização, representou uma maior escassez, com 27% entre a oferta e demanda de profissionais qualificados, uma lacuna de 16.232 profissionais em 2011.
  • Em 2012, a demanda prevista foi de 239.653 empregos na área de redes, com a possibilidade de chegar a 363.584 em 2015.
  • Para o ano de 2013 a previsão é de 276.306 vagas para 199.819 profissionais, uma lacuna, portanto, de 28% ou 76.487 de mão de obra.
  • As 363.584 vagas previstas para 2015 devem se concentrar mais na rede essencial com 232.032, mas a lacuna maior será na rede emergente, com 131.552 vagas para 64.650 profissionais qualificados (escassez de 51% ou 66.702 profissionais).
  • Com esses números, o Brasil é o segundo país com dificuldades para encontrar candidatos tecnicamente qualificados, ficando atrás apenas do México entre os países pesquisados na América Latina. Isso ocorre porque com a disponibilidade insuficiente de profissionais capacitados no mercado fica mais caro contratar e empregar profissionais de rede qualificados.
  • O Brasil registrou a menor taxa de recrutamento de profissionais de rede com apenas 19% das empresas entrevistadas contratando especialistas de rede durante o último ano. Considerando essa falta de candidatos qualificados, a IDC considera que as empresas brasileiras estão cada vez mais obtendo habilidades de rede de provedores de serviços por meio da terceirização.
  • As políticas governamentais e a dinâmica do setor são fatores de motivação importantes de um mapa tecnológico planejado. Apesar do aumento sazonal de desemprego no Brasil, a mão de obra qualificada permanece escassa o suficiente para forçar os empregadores a pagarem mais para competir por especialistas. Por outro lado, isso pode alimentar uma pressão inflacionária. A escassez de mão de obra qualificada forçou a média salarial a uma alta para atender à demanda do consumidor.
  • Os investimentos em TI por parte das empresas e governo para atender a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, 2014 e 2016, respectivamente, e os recentes incentivos fiscais do Governo sobre equipamentos de rede (incluindo dispositivos para o consumidor, como smartphones), juntamente com “novas” regras para o leilão do 4G contribuem para aumentar a lacuna de habilidades.
  • A IDC espera que o mercado de TI cresça a uma CAGR (taxa de crescimento anual composta) de 12% entre 2011 a 2015 no Brasil.

Destaques da América Latina

  • Os conhecimentos básicos em redes como segurança, telefonia IP e redes sem fio representaram 55% do total de lacuna de profissionais capacitados em 2011 na América Latina e representará 44% em 2015. Houve uma escassez de cerca de 76.800 profisionais em 2011, que aumentará para 129.100 em 2015. Essas cifras representam uma escassez de 22% no ano de 2011 e de 25% em 2015.
  • Os conhecimentos em tecnologias de redes emergentes, como comunicações unificadas, vídeo, computação em nuvem, mobilidade e data center e virtualização, representaram 45% do total de lacuna em 2011, aumentando para 56% em 2015. Dentro deste grupo, o estudo estimou uma escasez de pessoal capacitado de aproximadamente 63.000 profissionais, aumentando a 167.100 em 2015. Estas cifras representam uma lacuna adicional projetada de 42% em 2011 e de 53% em 2015.
  • 75% da organizações pesquisadas veem as certificações de fabricantes como um importante atributo para avaliar o potencial de profissionais para posições relacionadas com redes.
  • 25% dos entrevistados declararam ter contratado profissionais de redes nos últimos 12 meses.
  • Uma significativa proporção de organizações (27%) nos oito países pesquisados reconheceu que é difícil encontrar engenheiros com conhecimentos adequados para cumprir os requerimentos de suas organizações. A razão primária disso é o custo associado para contratar pessoal capacitado. A segunda razão é a dificuldade em avaliar a qualidade dos candidatos.
  • As posições de segurança são as mais difíceis de ocupar. Isto porque o conhecimento de segurança é uma demanda crescente nos oito países. 87% das empresas disseram que requerem habilidades extras nesta área nos próximos 12-24 meses.

Metodologia de estudo

A IDC realizou 767 entrevistas em oito países na América Latina: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Perú e Venezuela. As entrevistas foram realizadas entre abril e outubro de 2012 e segmentadas por indústrias verticais e tamanho: governo, educacção, saúde, telecomunicações, serviços financeiros, manufatura, mídia/transmissão/editoras, viagens/transporte/distribuição, recursos naturais e outros serviços em companhias com mais de 100 empregados. Os pesquisados foram selecionados com base em suas responsabilidades com a infraestrutura de rede e administração de professionais envolvidos no desenho, operação e manutenção, desenvolvimento e suporte de redes. A pesquisa foi realizada em espanhol e português. Os resultados foram analisados junto com os dados de práticas de pesquisa da IDC em tecnologias de redes e informação.

Citações de apoio:

“Uma mão de obra capacitada é uma vantagem competitiva para os países da América Latina, para a economia baseada em conhecimentos do século 21. Na medida em que a região experimenta a emergência rápida de tendências tecnológicas como nuvem, mobilidade, vídeo e Internet de todas as coisas, esta lacuna de profissionais capacitados representa um desafio real para o desenvolvimento econômico da região. Sem os conhecimentos adequados, o progresso tecnológico não se traduzirá em aumentos em produtividade”, afirma Jordi Botifoll, vice-presidente sênior de Cisco para América Latina.

“As oportunidades na área de tecnologia da informação e comunicação no Brasil estão aumentando significativamente com a preparação do País para sediar grandes eventos, como Copa do Mundo e Olimpíadas. A falta de mão de obra qualificada ainda é um fator preocupante para atender a esta demanda e ainda para que o Brasil possa competir mais efetivamente no mercado mundial”, afirma Giuseppe Marrara, diretor de Relações Governamentais da Cisco do Brasil.

“O estudo das tendências na América Latina mostra uma crescente necessidade na nossa região de pessoas com conhecimentos em redes. Equipes bem treinadas e focalizadas em atividades de maior valor agregado são necessárias para alinhar a demanda tecnológica com o negócio e criar valor para a organização. Porém ao mesmo tempo, a falta de profissionais capacitados pode dificultar a habilidade de extrair valor da tecnologia”, afirma Ricardo Villate, vice-presidente de Pesquisa e Consultoria da IDC na América Latina.

Fonte: Cisco Systems
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em Tecnologia da Informação, que ajuda as empresas a aproveitarem as oportunidades do amanhã, demonstrando que coisas surpreendentes acontecem quando se conecta o que antes estava desconectado. Para informações sobre a Cisco, acesse cisco.com.

Os gestores generosos

Já dizia Pietro Aretino: “As riquezas sem a generosidade são a pobreza dos plebeus.” Com esta frase convido aos amigos leitores para refletirmos sobre este ponto na gestão das organizações.

Gestores generosos, com organizações generosas, criam melhores ambientes de trabalho, atraem os profissionais mais talentosos e esses, por serem bem tratados, falam e passam uma  imagem melhor da marca e dos produtos da organização, atraem e atendem os melhores  clientes, que por sua vez, pagam valores generosos pelo que recebem.
A generosidade numa organização pode ser demonstrada de diversas maneiras como salários mais altos do que a média do mercado, premiações, reconhecimento público, incentivos na forma de comemorações em almoços, jantares e festas, presentes, brindes, fornecedores bem tratados, clientes bem atendidos e facilidades na compra e no uso daquilo que a própria organização faz e vende. Por outro lado, organizações mesquinhas geram empregados infelizes que transmitem este estado de espírito aos clientes e geram resultados como alta rotatividade de pessoal, mau atendimento, desperdício e outras perdas.
Os livros registram que um dos pais da Administração, Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, em 1914, ao aumentar consideravelmente, de uma só vez, o salário de todos os seus funcionários, assustando o mundo empresarial da época, ao ser entrevistado a respeito da atitude, afirmou: “A maior ação de corte de custos da minha empresa foi aumentar o salário de todos. Com isso atraí as melhores cabeças do setor e a nossa produtividade aumentou em 15% com 14% menos de trabalhadores na linha de produção.”
Seja qual for a sua função numa organização, você pode ser generoso também em doar seu tempo, atenção, reconhecimento e elogios, seja para seus empregados, ou para sua turma, seus colegas, família, amigos. Com isso você verá logo o quanto eles se dedicarão à sua causa e ao que solicitar a eles. Generosidade e nobreza de sentimentos andam sempre juntas em ações, embora nem sempre nos discursos. (baseado no texto de Eloi Zanetti publicado na Revista Amanhã)

Estresse que afeta o trabalho pode ser evitado

Trabalhar sob pressão é o que mais atrapalha a vida do brasileiro

Gabriela Paniago – Estação Sebrae On-line, Ed. 91

O estresse já se tornou algo normal no cotidiano de um empreendedor, e até mesmo, apenas estar inserido no mundo dos negócios, em algum momento pode trazer preocupações diárias. O importante é saber controlar as emoções para não deixar que isso atrapalhe as atividades profissionais.

Para evitar o estresse, além de se preocupar com o salário no fim do mês, o trabalhador deve buscar algum incentivo no que faz, ou seja, algo que lhe dê prazer de acordar todas as manhãs para se dedicar ao emprego. A consultora de Recursos Humanos e Psicóloga, Marcia Bellé, orienta como evitar o estresse nesses momentos: “cuidando as condições de trabalho para que sejam as melhores possíveis, isso inclui fatores como horários, quantidade de funções, e até mesmo equipamentos, móveis, iluminação, estrutura adequada e principalmente, cultivar um bom clima organizacional”.

Trabalhar de forma mais eficiente e com foco ajuda a alcançar mais resultados e aproveitar os bons momentos do trabalho sem estresse. As consequências que a má distribuição das tarefas profissionais podem gerar são inúmeras, tanto para o trabalhador, como para a empresa, influenciando até mesmo no atendimento aos clientes. Além disso, a produtividade e criatividade se tornam baixas, os conflitos tendem a aumentar, assim como a quantidade de afastamento ou funcionários com atestados.

Um estudo nacional da Trabalhando.com, realizado com 451 pessoas concluiu que estar sob pressão é a principal causa de estresse para 28% dos profissionais brasileiros. Equipamentos inadequados e mau humor dos colegas vêm logo em seguida neste ranking. Logo abaixo, com 10% dos resultados está: trabalhar mais horas do que deveria e receber um salário menor que de outros.

Todos os fatores que influenciam na qualidade de vida dos profissionais podem ser revertidos com algumas dicas. Estar cercado de pessoas positivas ajuda a ter bons pensamentos e não desistir das metas. Ao manter o foco, vise objetivos alcançáveis para não se desesperar. Metas são necessárias, mas não podem atrapalhar com pressão excessiva.

Para a psicóloga, Márcia Bellé, é possível não se sobrecarregar no mundo dos negócios respeitando os limites, organizando o tempo e cuidando da saúde. “O corpo humano funciona como uma máquina, e por isso também precisa abastecer (cuidados com a alimentação), descansar (repouso) e revisar (lazer)”, complementa a consultora.

Fonte: Sebrae