Como Gerenciar um Data Center Corretamente?

Para garantir a alta performance e o bom funcionamento dos equipamentos da empresa, é necessário tomar alguns cuidados com o centro de dados.      

As empresas estão apostando, cada vez mais, na digitalização de suas infraestruturas para serem capazes de acompanhar o mercado competitivo atual e passarem pela Transformação digital. Nessa nova realidade, diversos dispositivos conectados, sistemas e plataformas modernas estão sendo implementados nos ambientes de trabalho. Graças à isso, as organizações tornam-se capazes de compartilhar inteligência entre pessoas e máquinas. No entanto, isso tem exigido mais esforços das equipes de TI e dos data centers.

Os data centers estão no centro da evolução das empresas e eles precisam ter capacidade para lidar com novas demandas que estão surgindo. Por isso, é preciso contar com uma equipe de TI preparada para realizar seu gerenciamento corretamente. Possuir um data center de alta performance e bem gerenciado é fundamental para as empresas acompanharem as inovações. É nele que organizações abrigam seus servidores, máquinas e outros equipamentos, além dos enormes fluxos de dados. Esses ambientes oferecem toda a infraestrutura crítica para o funcionamento dos processos das empresas. Por isso, é preciso manter o centro de dados cuidadosamente projetado e monitorado. No entanto, sua gestão está cada vez mais detalhada e complexa. Por isso, muitas empresas ainda possuem dúvidas sobre como gerenciar um data center corretamente e o que deve ser levado em consideração no processo.

As empresas devem buscar por data centers e formas de gerenciamento que atendam às necessidades de seus negócios. Para isso, alguns aspectos fundamentais devem ser avaliados: velocidade, disponibilidade, dinamicidade, integração e segurança. Desse modo, o processo de gestão deve acompanhar todos os equipamentos utilizados, assim como todos os usuários da empresa, seu funcionamento, estado de uso e movimentações em tempo real, 24 horas por dia. Portanto, para gerenciar um data center corretamente e ser capaz de identificar e controlar qualquer problema, é necessário considerar alguns pontos. Confira a seguir quais são eles.

 

1. GESTÃO DA DISPONIBILIDADE

Para gerenciar um data center corretamente, é necessário monitorar a disponibilidade de todos os elementos importantes para o funcionamento da empresa. Portanto, é preciso criar processos internos no data center para monitorar possíveis incidentes, detectar suas causas e solucioná-las. Isso garante que a empresa não passe por momentos de indisponibilidade.

 

2. REDUNDÂNCIA DE HARDWARE

Normalmente, os provedores dos serviços do data center ficam responsáveis pelo gerenciamento dos hardwares que suportam as principais aplicações da empresa. Eles fornecem ainda planos de contingência para que seja possível controlar falhas humanas, ciberataques e desastres naturais. No entanto, possuir redundância de hardware é necessário para que a empresa não perca seus dados, nem fique fora do ar caso algum problema aconteça. Além disso, as organizações devem implementar processos de automação para a substituição das máquinas que apresentarem problemas.

 

3. GESTÃO DE BACKUP

Outra questão importante para gerenciar um data center corretamente é verificar se ele conta com gestão de backup. Uma rotina de realização de cópias de segurança é essencial, principalmente dos dados críticos do negócio, garantindo a continuidade das atividades mediante qualquer contratempo.

 

4. SEGURANÇA DO AMBIENTE

Além dos backups, quando o assunto é tráfego de dados e ativos de TI, a segurança, tanto física quanto digital dos servidores, deve ser de alta qualidade. Isso é fundamental para garantir que as informações hospedadas no data center fiquem protegidas contra ciberataques e vazamentos de dados.

 

5. REFRIGERAÇÃO EFICIENTE

Quando o data center é local, alguns cuidados físicos também são necessários, como garantir uma climatização adequada. Isso é fundamental para o seu bom funcionamento e para a vida útil dos equipamentos da empresa. Portanto, é necessário projetar um sistema de refrigeração de acordo com o porte do data center e a quantidade de servidores que ele hospeda. Para gerenciar um data center corretamente, a empresa precisa analisar quais fatores podem comprometer o rendimento de suas máquinas e quais estratégias são necessárias para garantir a refrigeração adequada. Por meio de um gerenciamento bem-sucedido, as empresas são capazes de controlar totalmente o que acontece em seu ambiente. Dessa forma, elas acompanham a complexidade dos processos atuais e se mantêm à frente dos concorrentes no mercado.

(Fonte: Westcon)

5 Habilidades Essenciais para Profissionais de Big Data

Extrair o máximo de valor de seus dados para usá-los de forma certeira e estratégia fazem parte dos desejos de toda empresa. Quanto mais acesso aos dados a empresa tiver, mais qualificados estarão seus processos e mais a frente da concorrência e próxima dos seus clientes ela estará. E para ter acesso a todos esses dados, a empresa precisa ter em mãos os melhores profissionais de TI, que estejam aptos para atender um aumento de volume de referências disponíveis para extrair o máximo de seus recursos. O profissional de dados será cada vez mais requisitado, tendo em vista que as estimativas da IBM para até 2020 é que as informações geradas em banco de dados seja 300 vezes maior do que em 2010. Para isso será necessário dispor de profissionais altamente capacitados para dar suporte nessa nova realidade. Os cientistas de dados são profissionais que o mercado busca a todo tempo. E não só para ficar nos bastidores, executando tarefas críticas de banco de dados. O profissional de hoje precisa não só manipular um grande volume de dados mas também ter uma visão de longo alcance para detectar e interpretar as informações a partir da análise dessas informações. Dessa forma, é possível prever resultados e mitigar riscos e ameaças à corporação. Mas quais outras características um especialista em Big Data precisa ter? A seguir exploramos 5 habilidades essenciais que esses profissionais devem ter e quais as características fundamentais os ajudam em suas tarefas.

 

1.PENSAMENTO CRÍTICO

Antes de fazer qualquer julgamento, o cientista de dados precisa desenvolver o pensamento crítico. Assim, ele consegue não só reunir dados, mas fazer análises objetivas antes de fazer um relatório final. Para isso, é preciso ter sabedoria para ignorar informações irrelevantes e analisar as que realmente importam para o negócio. Essa é uma habilidade que determina a astúcia e o sucesso do profissional de Big Data. Além de ter experiência e intuição, e deixar as crenças pessoais de lado para analisar a situação a olho nu de forma crítica, sem interferências. Trata-se de saber avaliar uma situação com maturidade e vários pontos de vista, de acordo com as diretrizes da empresa que ele está atuando. Somente um profissional analítico com pensamento crítico é capaz de solucionar problemas dessa forma.

 

2. PROGRAMAÇÃO

Códigos não são problemas para esses profissionais. Eles são capazes de lidar com programação e saem ganhando quando se especializam cada vez mais nessa área. A quantidade de dados produzida diariamente requer especialistas em codificações e algoritmos. Para o profissional de Big Data se dar bem, ele precisa ter habilidade em códigos, matemática, algoritmos, saber lidar com grande volume de dados, computação em nuvem, trabalhar com dados em tempo real, árvore de decisão, entre outros. De toda forma, se por acaso o profissional não souber codificar, não é um problema grave. Mas é importante que ele tenha na sua equipe alguém que saiba e atenda essa demanda.

 

3. TECNOLOGIAS

Com o aumento da capacidade computacional e alta conectividade, é preciso que o profissional de Big Data esteja acompanhando de perto as novas necessidades da empresa e que saiba analisar qual tecnologia é a ideal para determinada demanda. Nem sempre a solução será a tecnologia de ponta. Algumas soluções podem até ser bem simples, por isso é recomendado que o profissional tenha um olhar treinado para distinguir isso. Entre as principais tecnologias que o cientista de dados precisa estar de olho são Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Big Data Analytcis e Machine Learning. Todas funcionam online e conseguem aprender de forma contínua. Mesmo assim, o profissional é extremamente requisitado pois é preciso que uma inteligência humana seja capaz de contextualizar esses dados para fazer melhor uso deles.

 

4. ANÁLISE DE RISCOS

Entender como a engenharia da rede funciona é primordial para que o cientista de dados consiga fazer uma análise de risco certeira para a melhoria nos processos da empresa. Grande parte dos processos de TI envolvem riscos e testes. Por isso, ter uma análise de risco bem no início de cada processo pode mitigar os riscos e tornar os procedimentos mais seguros, além de garantir a confiança dos clientes.

 

5. SOLUÇÃO PROBLEMAS

Mesmo que solucionar problemas esteja entre as habilidades mais procuradas em profissionais de Big Data, é interessante que o profissional consiga antecipar tendências. Por isso, construir análises de riscos que prevejam possíveis entraves ainda na fase de desenvolvimento pode ser mais efetivo do que esperar o erro acontecer para consertá-lo depois. Resolver pendências está no escopo de trabalho do profissional de Big Data. Eles já possuem o olhar treinado para analisar os dados de forma a corrigir possíveis erros. Entendem que tipo de ferramenta é ideal para cada caso e, por isso, trabalham de maneira assertiva e rigorosa para alcançar resultados. Basicamente, para ser um grande profissional de Big Data e analisar dados é preciso ter duas grandes características bem contraditórias: inteligência cognitiva para o processamento de dados e uma forte intuição para a solução de problemas.

(Fonte: Westcon)

8 HÁBITOS QUE TODO LÍDER DIGITAL DEVE TER PARA SER EFICAZ

Há muito tempo, um líder digital deixou de ser apenas um técnico de TI capaz de resolver problemas tecnológicos. Os desafios com a Transformação Digital são muito mais relacionados à liderança e gestão de pessoas do que simplesmente implementação de ferramentas. Um líder digital de sucesso é aquele que possui habilidade de visão de futuro, engajamento com as metas, problemas e com a equipe, além da pessoa que tenha conhecimento de gestão e desenvolveu ferramentas pessoais para fazer uma boa governança interna. Entre as muitas habilidades exigidas de um líder digital eficaz, algumas são mais comuns de serem encontradas, como:

1 – Comunicação clara: o gestor sabe o que quer e consegue transmitir de forma clara os comandos, as necessidades e fazer a divisão de tarefas de forma eficiente.

2 – Ser um bom ouvinte: ouvir a opinião da equipe e sugestões de outros departamentos é uma habilidade muito forte desses líderes, que não pensam somente nos seus departamentos, mas buscam soluções em todas as possibilidades.

3 – Desburocratizar processos: agilidade e qualidade nas entregas. Essa é uma das metas diárias dos gestores que tentam facilitar ao máximo o fluxo dos processos, questões de aprovações, definições rápidas, pouco tempo gasto em reuniões desnecessárias e muito mais dedicação na ação.

4 – Contratar perfis inovadores na equipe: o líder de sucesso é o que busca colaboradores para a sua equipe que tenha perfil complementar aos que já estão contratados, mas que também desafiam toda a equipe para que saiam da zona de conforte e busquem novas demandas. Especialistas acreditam que todo o paradigma tecnológico é quebrado porque existe em primeiro lugar uma demanda humana, uma pessoa que precisou de algo que ainda deve ser desenvolvido. Um gestor eficaz busca essas pessoas, as que vão enxergar uma necessidade futura para poder antecipar demandas.

5 – Colocar a mão na massa: apenas coordenar e organizar o processo de trabalho não é possibilidade para os gestores de liderança. Quem tem esse perfil coloca a mão na massa e trabalha junto com a equipe, seja para desenvolver, resolver, compartilhar ideias ou mesmo dar o exemplo para o time.

6 – Aceitar que erros acontecem: mesmo que são feitos vários planejamentos, reuniões de alinhamento, diagnósticos e todo processo parece estar correto, os erros são iminentes. Sejam grandes ou pequenos, sejam erros humanos ou de máquinas e o gestor precisa aceitar que existe essa possibilidade e deve saber trabalhar com frustrações, coordenar uma nova fase do processo e mesmo motivar a equipe para começar um projeto do zero.

7 – Relacionamento interpessoal multinível: diretor só se relaciona com diretor, gerente só com gerente. Errado! Líderes eficazes conhecem os estagiários, as pessoas de outros departamentos, as secretárias e porteiros e sempre buscam ouvir suas opiniões em busca de soluções.

8 – Ter visão de futuro: antecipar a necessidade do negócio e já ter a solução nas mãos é o ideal para esses gestores. Para isso, porém, precisam estar atentos aos movimentos do mercado do segmento ao qual a empresa faz parte, assim como das novas tecnologias que entram diariamente a venda. Devem conhecer de ponta a ponta a infraestrutura tecnológica do negócio e saber quais os gaps, quais os ativos que precisarão de ajustes em breve ou que estão ficando obsoletos, deixando de acompanhar a Transformação Digital. Enfim, é um trabalho árduo. Além de todo o conhecimento técnico adquirido ao longo dos anos, todas as vivências desses gestores são utilizadas nas tomadas de decisão e no relacionamento com outras pessoas.

(Fonte: Canal Comstor)

4 Cargos de TI que Estarão em Alta até 2020

Entre as áreas que se apresentam como promissoras para os profissionais de TI estão os cargos relacionados com experiência do consumidor, design, arquitetura da informação e cultura organizacional.

A área TI, sobretudo com a Transformação Digital, é uma das que mais apresenta crescimento e está em constante desenvolvimento, exigindo novos profissionais de TI para cargos que sequer existiam até então. A revolução digital tem trazido maior dinamicidade à economia, mas também algumas incertezas, sobretudo em relação ao desenvolvimento, manutenção e novas habilidades que os talentos de TI devem apresentar nesse mercado em constante reformulação.   Para se ter uma ideia, somente no Brasil, o setor de TI gera mais de 1,3 milhão de empregos e apresenta um déficit de mais de 48 mil profissionais, que, de acordo com dados da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), se essa carência não for suprida, pode gerar perdas de receita de até R$ 115 bilhões até 2020. Nesse ambiente digital, especialistas indicam algumas carreiras que se apresentam como promissoras para os profissionais de TI sobretudo aquelas que estão relacionadas com experiência do consumidor, design, arquitetura da informação e cultura organizacional.Confira abaixo alguns cargos que estarão em alta até 2020:

1 – Analista de growth hacking: uma denominação recente, o growth hacking pode ser entendido como um novo modelo de estratégia de marketing. O analista dessa nova metodologia, baseada em experimentos para fazer a empresa crescer de forma acelerada, precisa entender de forma bastante aprofundada de análise de dados e ser capaz de associar esse conhecimento a áreas correlatas, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Big Data. O objetivo, como apontado acima, é fazer o negócio crescer com rapidez e de forma eficiente. É um novo perfil de profissional que está no radar das empresas nos próximos anos.

2 – Chief Culture Officer: numa adaptação para o português, o termo significa Diretor Executivo de Cultura. Esse profissional deve entender tanto do mercado como da cultura organizacional. Ele tem a missão de mostrar para todos os líderes da empresa, da chefia aos cargos de operação, a importância de uma cultura que defina o DNA do negócio. Na prática, esse profissional deve interpretar a cultura de seu tempo e o comportamento humano, antecipando tendências e orientando a empresa a responder às mudanças do mercado rapidamente, de maneira a tornar o negócio mais inteligente. Walt Disney e Steve Jobs são exemplo desse perfil.

3 – Designer especializado em experiência do cliente: mais um conceito novo: Customer Experience ou na tradução Experiência do Cliente, designa uma área exclusiva das empresas voltadas a entender seus clientes. Evidente que as novas tecnologias de análise de dados trouxeram combustível para o setor, que cada vez mais exige um profissional capaz de transformar a experiência do cliente em todo o processo. Nesse sentido, este designer especializado é o profissional capaz de tornar a experiência do cliente profunda e incrível de ponta a ponta. Como se mimasse o consumidor, levando ele de mãos dadas a encontrar exatamente aquilo que procura.

4 – Especialista de arquitetura em TI e APIs: conhece APIs e micros-serviços como ninguém. Espera-se que esse profissional proponha para os negócios novas tecnologias a serem analisadas, testadas e aplicadas nas soluções já existentes, assim como ser uma referência tecnológica para o time e ajudar a criar as soluções de forma detalhada. O grande desafio das empresas é sair das grandes plataformas e partir para uma arquitetura disruptiva, que possa criar novos aplicativos, capazes de serem integrados com sistemas inteligentes e, por isso, estes especialistas serão buscados para inovarem em processos, buscando soluções futuras.   Em resumo, para se trabalhar com TI hoje em dia, o profissional vai precisar se reinventar, buscando uma visão sistêmica da sua função, além de todo o conhecimento técnico acumulado ao longo de suas experiências.

Fonte: Canal Comstor.

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Por Que Devo Ter Um Site

Em breves palavras vamos tentar entender a importância de um site, seja para uma empresa grande, média, pequenos negócios, ou até mesmo para profissionais liberais/autônomos!

Muitas pessoas acreditam que não é necessário ter um site, basta ter as “redes sociais”!

Pois bem, isso não é verdade! É um erro pensar assim.

É certo que as redes sociais são muito importantes nos dias de hoje, mas não dispensam, jamais, um site e todo seu “poder de fogo”!

Entre vários pontos podemos citar:

  1. a rede social NÃO é sua, a qualquer momento ela pode ser alterada e ninguém vai perguntar para você se concorda com a alteração;
  2. você tem nenhuma garantia de que as suas informações colocadas ali estarão seguras, ou seja, se elas desaparecem por qualquer que seja a razão, não adianta reclamar – e acredite, é mais comum do que se imagina;
  3. todo mundo tem redes sociais, site só os “top”;
  4. as redes sociais de todos são exatamente iguais, layout e cores, só muda o conteúdo que você coloca;
  5. a rede social está sujeita a ficar “fora do ar” por motivos que não tem nada ver com você;
  6. o site é seu, mudanças só ocorrem por sua vontade e autorização;
  7. no site você tem segurança garantida em contrato de que suas informações estarão seguras;
  8. em hospedagens de empresas como a Vitae Tec você tem garantia de disponibilidade;
  9. hospedando seu site na Vitae Tec você recebe contas de e-mail ilimitadas;
  10. o site mostra para seus clientes e clientes em potencial, maior credibilidade do seu negócio;
  11. o site ajuda a reforçar sua marca, seu nome;
  12. o site permite que você tenha recursos ilimitados como: atendimento online, cadastro de clientes, pagamentos, orçamentos personalizados, total liberdade para criar layout das páginas, formulário de contato, mapa de localização, vitrine online e muito mais;
  13. com o domínio do site e as contas de e-mail você poderá atender seu público de maneira personalizada. Imagine você recebendo um e-mail “joao_1950@gmail.com” e outro “joao@nomedalojadojoao.com”, qual deles lhe passaria maior credibilidade?!

Estes são só alguns exemplos que mostram as vantagens de um site!

No entanto, também não é indicado ter o site e não ter presença nas redes sociais. SIM é muito importante manter as redes sociais, além do site!

 

O que dizem as pesquisas

1) Pesquisa mostra que a maioria do público entrevistado (63%) procura informações na internet antes de realizar uma compra! (EGM – Estudo Geral de Meios, Ipsos Connect)

2) Estudo realizado pela E-commerce Radar – Atlas, primeiro semestre de 2017.

3) Pesquisa do Sebrae no último dia dos pais mostra que 84,4% dos consumidores pesquisam na internet antes de realizar uma compra!

4) As pessoas passam diariamente, em média, 12h e 39m na internet (PC/Tablet/Mobile), e 02h e 37m assistindo TV. (Fonte: Hootsuite/We Are Social – Janeiro/2017)

 
Ainda tem dúvidas sobre a importância do site?!

Como posso ter um site? Qual o investimento?

Para ter seu site é muito mais simples do que você imagina, basta procurar uma empresa que lhe ofereça garantias!

Aqui na Vitae Tec você pode ter seu site de duas formas:

  1. Tradicional: A partir de R$ 2.300,00 (consulte o valor ao contratar) o site institucional mais simples, o valor vai aumentando de acordo com os recursos desejados. O site será desenvolvido especialmente para você, projeto específico, com layout voltado para seu negócio, e a homologação de entrega será apenas quando você disser que está tudo conforme você gostaria que estivesse! Neste modelo de trabalho você paga um valor e o site é seu. Depois você poderá hospedá-lo (deixar o site disponível para ser acessado) na aqui na Vitae Tec ou em qualquer outra empresa de sua preferência. O prazo para entrega depende do que será desenvolvido no site, em média a partir de 30 dias;
  2. Site-Express: R$ 79,00/mês (consulte o valor ao contratar) para alugar um pacote de serviços que inclui:
  • modelo de site (o cliente escolhe um dos modelos disponíveis – pode personalizar cores, imagens, textos, e outros pequenos detalhes)
  • hospedagem
  • domínio (endereço eletrônico)
  • e-mails ilimitados
  • prazo de entre em até 3 dias
 
 

Observações:

  1. Com os dois modelos de trabalho seu site terá um painel de controle para você mesmo administrar o conteúdo;
  2. Todos os sites negociados pela Vitae Tec são responsivos (se ajustam em qualquer tamanho de tela).

 

Veja no vídeo abaixo alguns exemplos de sites simples:

 

 
 

Conclusão

Podemos dizer que as redes sociais tem um papel importante em ajudar a divulgar seu negócio, o seu site tem importância em fortalecer sua marca, seu nome, e melhorar a interação com seu público.

E ao contrário do que alguns possam imaginar, é rápido, fácil, e um excelente custo x benefício adquirir um site!

Vem pra Vitae Tec!

 

Não fique para trás da concorrência, tenha ainda hoje seu site! Mesmo com os modelos mais simples que oferecemos seu negócio já passará mais credibilidade e segurança ao seu público!

E todos viveremos felizes para sempre!!! 🙂

 

Sistemas de TI Governamentais Antigos Passam por Transformação Digital

Soluções inovadoras permitem gestão pública mais eficiente, transparente e participativa.

De acordo com a Technology Business Research (TBR), empresa de análises em TI sediada nos Estados Unidos, as soluções de última geração da tecnologia da informação estão começando a contribuir para a recuperação do setor público em todo o mundo.

A grande dificuldade dos governos em investir na atualização de sistemas obsoletos têm sido resolvida por fornecedores que estão oferecendo ferramentas mais acessíveis e personalizadas, sendo um dos motivos apontados pela TBR para a melhoria da eficiência das redes públicas.

Assim como acontece em qualquer empresa privada, a busca por soluções automatizadas, com custos mais baixos e que resolva de forma única as situações do dia a dia, são preocupações também dos governos nas esferas municipais, estaduais e federais. Se existem ferramentas que vão facilitar o trabalho dos servidores, assim como agilizar os processos dos cidadãos internamente nos departamentos, por que não utilizar?

As grandes dificuldades estão em dois pontos: o primeiro deles é ter um sistema que respeite as regras e legislações dos que regem o país. Por exemplo, todos os meses um município deve entregar um balanço financeiro em uma tabela de Excel, porém, o sistema que é utilizado gera o arquivo em outro formato, criando mais um entreve para a agilidade do processo, gerando retrabalho para os que devem entregar esse material.

O segundo ponto é o fato da migração de sistemas. A cada 4 anos no Brasil são eleitos novos prefeitos. Estes vão querer ouvir fornecedores de tecnologia, repensar na situação de seu município e formas de melhorar a sua gestão. Caso ele decida por trocar de sistema, inicia-se a migração de todas as informações que foram armazenadas ao longo de anos como os dados dos cidadãos, balanços, históricos de servidores, enfim, uma grande quantidade de dados, podendo demorar mais de 6 meses para a migração completa.

Porém, os fornecedores de software de gestão pública entendem esta dificuldade e têm desenvolvido muitas possibilidades para agilizar as ações dos governos públicos. É o caso, por exemplo, de um Banco de Preços, criado por uma indústria de TI brasileira, que possibilita o acompanhamento na evolução dos valores dos principais itens adquiridos por uma prefeitura, fazendo um registro dos preços praticados a cada compra realizada.

O objetivo é avaliar altas ou reduções sazonais e identificar se o preço adquirido sofreu variação superior ao índice inflacionário. Com esta ferramenta, cidades como Vitória, capital do estado do Espirito Santo, conseguiram diminuir em 60% o tempo gasto com cotações de preços para se montar licitações.

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Em 2012 o BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, criou o concurso “GovernArte: a arte do bom governo” e o Prêmio Eduardo Campos que reconhece iniciativas de cidades da América Latina e Caribe que implementaram práticas inovadoras em suas gestões para melhorar a vida de seus cidadãos.

No ano passado, as categorias foram “Cidades e Big Data” e “Cidades e Registros de Pessoas”, já apontando a importância da transformação digital nos sistemas governamentais. Na categoria Big Data, os vencedores foram o aplicativo utilizado na cidade de São Bernardo do Campo/SP em que o cidadão pode solicitar de forma móvel – através de celulares, tablets ou mesmo pelo computador – serviços como reparação de buracos na via pública, coleta de lixo, poda de árvores, varrição pública, entre outros, e a estratégia utilizada pelo município de Fortaleza, no estado do Ceará, para reduzir o tempo de viagem no transporte público por meio da análise de Big Data relativa ao deslocamento de pedestres e veículos.

A vantagem para as cidades é que o governo passa a reunir informações estratégicas para planejar, executar e fiscalizar serviços locais, tornando a gestão mais participativa e transparente.

Estes exemplos mostram que existem ferramentas tecnológicas de última geração que podem transformar a forma com é feita a gestão não somente dos municípios como também de esferas de governo em âmbito regional, estadual e nacional. Existem fornecedores especializados em gestão pública e que podem trazer soluções personalizadas para quaisquer necessidades dos governantes.

Fontes: http://blog.geoactivegroup.com/2016/07/digital-transformation-of-legacy.html http://www.smarapd.com.br/gestao-publica.php http://www.dgabc.com.br/Noticia/1954873/tecnologia-a-favor-da-gestao-publica http://www.iadb.org/pt/noticias/comunicados-de-imprensa/2015-12-18/anuncio-dos-vencedores-do-governarte-2015,11377.html

(Canal Comstor)

A importância do PL 4330 da terceirização para o mercado brasileiro de TI

TI empresas

A terceirização é uma realidade no país, utilizada por todos os setores da Economia e por todos os portes de empresas; no entanto, essa modalidade contratual tem gerado muitos conflitos judiciais, porque ainda não existe no país regulamentação específica para essa forma de contratação.

A súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) – que tem sido a referência para reger essa modalidade no Brasil – reconhece como legítima a terceirização nos serviços especializados ligados à “atividade-meio” do tomador, bem como na contratação de certos tipos de serviços tais como vigilância, conservação e limpeza. Mas a súmula 331 nada diz a respeito da chamada terceirização da “atividade-fim” das empresas.

O problema se agrava porque não existe uma definição clara para o que se entende por atividade-fim ou para seu contraponto, que seria a atividade-meio, e esta indefinição joga as empresas num cenário de incerteza que inibe investimentos e limita o crescimento do país.

No atual cenário econômico e na era da globalização – em que dificilmente um produto é concluído por apenas uma empresa e existe uma grande cooperação de várias companhias de diversos países, proporcionada pelas cadeias de valor e a tecnologia da informação – fica praticamente impossível criar essa fronteira e separar o que seria atividade-fim e atividade-meio.

Atualmente, todos os setores passam por alguma solução de tecnologia em sua produção ou prestação de serviço. Um mercado bastante pujante, a TI faturou US$ 60,2 bilhões no Brasil e o país se posicionou como o 7º maior mercado mundial de TI em 2012.

A indefinição das atividades que podem ou não ser terceirizadas causa uma grande insegurança jurídica, já que o entendimento é bastante subjetivo e inibe os investimentos em setores cuja dinâmica impulsiona a contratação de serviços terceirizados, como é o caso das atividades de Tecnologia da Informação.

Para garantir que o crescimento alcançado nos últimos anos continue e que o Brasil possa se destacar como um país inovador e tecnologicamente avançado, é fundamental que o Congresso aprove uma lei com uma definição clara sobre as atividades que podem ser objeto da terceirização.

O Projeto de Lei 4330, que tramita no Congresso Nacional desde 2004, pode ser a solução para essa questão da terceirização no país. Ele dispõe sobre “o contrato de prestação de serviços a terceiros e as relações dele decorrentes”, permitindo a contratação de serviços terceirizados para qualquer atividade, estabelecendo as obrigações que devem ser atendidas por quem contrata esse tipo de serviço.

Caso o projeto de lei seja aprovado, o Brasil pode experimentar um novo momento de crescimento econômico, com investimentos internos e externos, segurança para que as empresas de diversos setores, e em especial de TI, possam operar sem riscos de ter suas relações com empresas terceirizadas questionadas no futuro. Podemos viver um momento de maior geração de postos de trabalho para aproveitar os próximos anos de boom demográfico que o país terá pela frente e gerar no Brasil novos pólos de tecnologia, com profissionais de alta especialização. O resultado disso será percebido diretamente pelo consumidor, que poderá adquirir um serviço ou produto com melhor qualidade e menor custo.

De outro lado, enquanto perdurar a ausência da lei regulamentando a terceirização, o Brasil permanecerá num verdadeiro limbo jurídico, obrigando as empresas a contratarem serviços no exterior, tornando-se importadoras de serviços – especialmente no setor de Tecnologia da Informação cujas atividades podem ser desenvolvidas a distância – gerando muitos empregos de alta qualidade em outros países.

A edição de lei estabelecendo que a terceirização pode se aplicar a qualquer atividade de uma empresa trará a segurança para os investimentos no país. Ganham todos e fortalecemos a própria democracia.

Jorge Sukarie é Presidente da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software e membro da entidade desde 1989. Formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas em 1986, e Pós-Graduado pela mesma instituição, em 1987, com ênfase em Finanças e Marketing. Curso de Especialização em Gerenciamento de Empresas feito na Harvard Business School em Boston (USA). Sukarie também é Sócio fundador e Presidente da Brasoftware Informática Ltda.

(corporate.canaltech.com.br/coluna/mercado/A-importancia-do-PL-4330-da-terceirizacao-para-o-mercado-brasileiro-de-TI/)

Principais tendências estratégicas em TI para 2014 (Parte II)

Confira a segunda parte do post sobre as tendências estratégicas em TI para 2014

Na postagem de ontem começamos a falar sobre as principais tendências de tecnologia para 2014. Leia abaixo a segunda parte da série.

A era da Nuvem Individual

A era da Nuvem Pessoal vai marcar um poderoso afastamento dos dispositivos para os serviços. Neste novo mundo, as especificidades dos dispositivos se tornarão menos importantes para a organização, embora que ainda sejam necessários. Os usuários irão utilizar um conjunto de dispositivos, o que significa que o PC permanecerá como uma das muitas opções, mas nenhum dispositivo será o gadget principal. Em vez disso, a Nuvem pessoal assumirá esse papel. O acesso à Nuvem e ao conteúdo armazenado ou compartilhado a partir da Nuvem será gerenciado e protegido, e não apenas com foco no próprio dispositivo.

Software Defined Anything (SDx)

Software Defined Anything (SDx) é um termo que engloba a crescente dinâmica do mercado que busca padrões melhorados para infraestrutura de programação e interoperabilidade do Data Center, impulsionada pela automação inerente à computação em Nuvem, DevOps e o rápido provisionamento de infraestrutura, já que a tendência é a escalabilidade. Como um coletivo, o SDx também incorpora várias iniciativas como OpenStack, OpenFlow, o Projeto Open Compute e Open Rack, que compartilham de visões semelhantes. E à medida que a tecnologia SDx evolui individualmente e as parcerias começarem a surgir, as empresas deverão não só procurar padrões emergentes e capacidades em transição para beneficiar seus portfólios, mas também desafiar fornecedores de tecnologia a demonstrarem seu compromisso com os verdadeiros padrões de interoperabilidade dentro de seus domínios específicos.

Mesmo que um dos objetivos dos fornecedores seja trabalhar com padrões abertos, as definições de SDx podem ser consideradas de diversas formas, menos como abertas. Fornecedores de Redes definidas por Software (SDN), Data Center definido por Software (SDDC), Armazenamento definido por Software (SDS) e as tecnologias de Infraestrutura definida por Software (SDI) estão tentando manter a liderança em seus respectivos domínios, enquanto entregam iniciativas SDx para ajudar as jogadas adjacentes do mercado. Assim, os fornecedores que dominam um setor da infraestrutura só podem querer cumprir os padrões que têm o potencial de diminuir custos e abrir oportunidades competitivas mais amplas, mesmo quando o consumidor se beneficia da simplicidade, redução de custos e eficiência de consolidação.

TI escalável

TI escalável pela Web é um padrão de computação de classe mundial que oferece as capacidades de grandes provedores de serviços em Nuvem dentro de um cenário de TI da empresa, repensando o funcionamento dos departamentos a partir da escalabilidade da TI. Grandes provedores de serviços em Nuvem como Amazon, Cisco, Facebook, entre outros, estão reinventando a forma como os serviços de TI podem ser implementados.

Suas capacidades vão além do escalonamento em termos de dimensão para incluir também escalabilidade no que se refere à velocidade e agilidade. Se as empresas querem manter o ritmo, então elas precisam imitar as arquiteturas, processos e práticas desses provedores de Nuvem exemplares. O Gartner chama a atenção para a combinação de todos estes elementos de TI escalável pela Web. A TI escalável pela Web busca alterar a cadeia de valor de TI de forma sistêmica. Os Data Centers são projetados com uma perspectiva de engenharia industrial que procura todas as oportunidades para reduzir custos e desperdícios. Isso vai além de instalações reprojetadas com o intuito de serem mais eficientes em termos energéticos, o que inclui o design in-house dos principais componentes de hardware, como servidores, equipamentos de armazenamento e redes. Arquiteturas orientadas pela Web permitem aos desenvolvedores criarem sistemas muito flexíveis e resilientes que se recuperam de falhas mais rapidamente.

Máquinas inteligentes

Até 2020, a era das máquinas inteligentes irá florescer com uma proliferação de assistentes pessoais inteligentes e contextualmente conscientes, sistemas industriais avançados globais e disponibilidade pública dos primeiros exemplos de veículos autônomos. A era das máquinas inteligentes será a mais disruptiva na história da TI. Novos sistemas que começam a executar algumas tarefas que as tecnologias da informação podem realizar, e que antes pensávamos que somente os humanos poderiam executar estão finalmente emergindo. O Gartner prevê que as pessoas irão investir, controlar e usar suas próprias máquinas inteligentes para facilitar o dia a dia. Empresas também irão investir em máquinas inteligentes, buscando aumentar a produtividade dos colaboradores, facilitar processos e trazer mais eficiência pra o ambiente corporativo em diversos âmbitos. Além disso, a consumerização de TI será reforçada pelas máquinas inteligentes logo após o início da primeira onda de compra das empresas.

Impressora 3D

O crescimento do mercado mundial de impressoras 3D tem uma projeção de 75% em 2014 e as vendas unitárias de impressoras 3D ao redor do mundo devem duplicar em 2015. Nos últimos anos, o mercado de dispositivos muito caros e fabricação com obsolescência programada liderou as vendas, mas agora o mercado de dispositivos que variam de US$ 50.000 a US$ 500, mas possuem capacidades de construção, está nascendo e crescendo muito rapidamente.

O mercado consumidor hype das impressoras 3D fez com que as organizações mudassem sua visão com relação à tecnologia. A demanda pelo produto mostrou que a impressão 3D é uma realidade viável​​ e com ótimo custo-benefício que tem como objetivo reduzir custos através de desenhos melhorados, prototipagem aerodinâmica e fabricação de curto prazo.

(Fonte: blogbrasil.comstor.com/)

Diretor de TI mais bem pago ganha US$ 70 mil por mês

Levantamento da consultoria Janco Associates, divulgado pelo Wall Street Journal, revela os 10 maiores salários de CIOs (diretores de TI) do mundo, apurados em 2012.

A Protecter & Gamble está no topo da lista, oferecendo ao executivo Filippo Passerini um salário base de US$ 837 mil por ano, ou, US$ 70 mil por mês.

A FedEx e a Norfolk seguem na lista com remunerações de US$ 63,5 mil e US$ 50 mil mensais, respectivamente.

Curiosamente, a única empresa da lista que trabalha diretamente com tecnologia é a varejista de produtos eletrônicos BestBuy.

Em 9º lugar, a companhia paga mais de US$ 56 mil por mês ao diretor de TI, mas sua bonificação é uma das mais baixas: US$ 2,2 milhões.

Veja abaixo o ranking completo com salários e bonificações anuais.

Reprodução

(Fonte: olhardigital.uol.com.br)