4 Cargos de TI que Estarão em Alta até 2020

Entre as áreas que se apresentam como promissoras para os profissionais de TI estão os cargos relacionados com experiência do consumidor, design, arquitetura da informação e cultura organizacional.

A área TI, sobretudo com a Transformação Digital, é uma das que mais apresenta crescimento e está em constante desenvolvimento, exigindo novos profissionais de TI para cargos que sequer existiam até então. A revolução digital tem trazido maior dinamicidade à economia, mas também algumas incertezas, sobretudo em relação ao desenvolvimento, manutenção e novas habilidades que os talentos de TI devem apresentar nesse mercado em constante reformulação.   Para se ter uma ideia, somente no Brasil, o setor de TI gera mais de 1,3 milhão de empregos e apresenta um déficit de mais de 48 mil profissionais, que, de acordo com dados da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), se essa carência não for suprida, pode gerar perdas de receita de até R$ 115 bilhões até 2020. Nesse ambiente digital, especialistas indicam algumas carreiras que se apresentam como promissoras para os profissionais de TI sobretudo aquelas que estão relacionadas com experiência do consumidor, design, arquitetura da informação e cultura organizacional.Confira abaixo alguns cargos que estarão em alta até 2020:

1 – Analista de growth hacking: uma denominação recente, o growth hacking pode ser entendido como um novo modelo de estratégia de marketing. O analista dessa nova metodologia, baseada em experimentos para fazer a empresa crescer de forma acelerada, precisa entender de forma bastante aprofundada de análise de dados e ser capaz de associar esse conhecimento a áreas correlatas, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Big Data. O objetivo, como apontado acima, é fazer o negócio crescer com rapidez e de forma eficiente. É um novo perfil de profissional que está no radar das empresas nos próximos anos.

2 – Chief Culture Officer: numa adaptação para o português, o termo significa Diretor Executivo de Cultura. Esse profissional deve entender tanto do mercado como da cultura organizacional. Ele tem a missão de mostrar para todos os líderes da empresa, da chefia aos cargos de operação, a importância de uma cultura que defina o DNA do negócio. Na prática, esse profissional deve interpretar a cultura de seu tempo e o comportamento humano, antecipando tendências e orientando a empresa a responder às mudanças do mercado rapidamente, de maneira a tornar o negócio mais inteligente. Walt Disney e Steve Jobs são exemplo desse perfil.

3 – Designer especializado em experiência do cliente: mais um conceito novo: Customer Experience ou na tradução Experiência do Cliente, designa uma área exclusiva das empresas voltadas a entender seus clientes. Evidente que as novas tecnologias de análise de dados trouxeram combustível para o setor, que cada vez mais exige um profissional capaz de transformar a experiência do cliente em todo o processo. Nesse sentido, este designer especializado é o profissional capaz de tornar a experiência do cliente profunda e incrível de ponta a ponta. Como se mimasse o consumidor, levando ele de mãos dadas a encontrar exatamente aquilo que procura.

4 – Especialista de arquitetura em TI e APIs: conhece APIs e micros-serviços como ninguém. Espera-se que esse profissional proponha para os negócios novas tecnologias a serem analisadas, testadas e aplicadas nas soluções já existentes, assim como ser uma referência tecnológica para o time e ajudar a criar as soluções de forma detalhada. O grande desafio das empresas é sair das grandes plataformas e partir para uma arquitetura disruptiva, que possa criar novos aplicativos, capazes de serem integrados com sistemas inteligentes e, por isso, estes especialistas serão buscados para inovarem em processos, buscando soluções futuras.   Em resumo, para se trabalhar com TI hoje em dia, o profissional vai precisar se reinventar, buscando uma visão sistêmica da sua função, além de todo o conhecimento técnico acumulado ao longo de suas experiências.

Fonte: Canal Comstor.

12 motivos para ter um site!

Entre outros que poderiam ser listados, os motivos a seguir nada mais são que os próprios benefícios que você já deveria estar colhendo por ter um site:

1 – Além de trazer novos negócios, um site pode ter funcionalidades que facilitam o seu trabalho;

2 – Como os negócios na Internet movimentam cada vez mais dinheiro, você pode estar deixando de ganhar mais por não ter presença digital;

3 – Seus clientes terão a oportunidade de divulgar seus produtos e serviços sem custo para você, atingindo milhares de pessoas com a facilidade de um clique. É o boca-a-boca digital, muito mais rápido e para muito mais gente;

4 – Como negociamos com quem conhecemos, seus possíveis clientes, por terem a oportunidade de conhecer melhor a sua empresa, tenderão a negociar com você e não com as empresas que não conhecem;

5 – Um site com bom design dá credibilidade ao seu negócio. Os consumidores esperam que as empresas tenham site. E quem ainda não conhece sua empresa vai poder encontrá-la na Internet;

6 – Mesmo que seu negócio já tenha presença digital em redes sociais, convém lembrar que ainda é no Google que a maior parte das pesquisas é feita. Além disso, o sucesso de uma rede social pode passar, mas você sempre pode usar a de maior sucesso no momento para promover o seu site;

7 – Um site permite que seu público-alvo informe-se sobre o seu negócio a qualquer dia e horário;

8 – O investimento em um site é menor do que diversas outras formas de divulgação, e permite mensurar os resultados de forma praticamente imediata, pela própria Internet;

9 – Mesmo para produtos ou serviços que não podem ser vendidos pela Internet, o fato de ter um site lhe permitirá gerar mais negócios;

10 – Você pode analisar dados de acesso ao seu site e dados de cadastro para conhecer melhor o perfil de seus clientes. E com os dados, anunciar novidades para quem já demonstrou interesse pelo seu negócio;

11 – Os internautas consideram que os sites que aparecem nas primeiras posições de buscadores como o Google são das melhores empresas;

12 – Se o seu concorrente já tem site, você está ficando para trás… Se ele ainda não tem, você pode sair na frente.

E se você já tem um site, mas ele não está trazendo estes benefícios para você, escolha um bom fornecedor web para reformulá-lo e bons negócios!

(www.administradores.com.br/artigos/negocios/12-motivos-para-ter-um-site/73778/)

O Investimento na Felicidade

A discussão sobre felicidade no trabalho que venho propondo talvez pareça soft demais. Não é. Bastam uns poucos dados sobre a epidemia de infelicidade que assola organizações do mundo todo para demonstrar que o assunto é economicamente relevante.
O Gallup calculou o custo da crise de desengajamento americana em US$ 300 bilhões anuais, referentes à perda de produtividade. Empregados altamente engajados perdem, em média 7,6 dias por ano em “presenteísmo” (presentes de corpo no trabalho, mas não de alma). Seus colegas desengajados perdem quase o dobro: 14,1 dias por ano.
No Brasil, US$ 42 bilhões anuais são perdidos por baixo engajamento. A julgar por uma pesquisa da Towers Watson em 16 países, divulgada em julho de 2012, até que não estamos tão mal. Internacionalmente, 65% dos trabalhadores estão desengajados. No Brasil, são “apenas” 30%.
Muita gente está infeliz porque trabalha “no escuro”. Segundo a pesquisa da Towers Watson, no Brasil, 46% dos funcionários dizem não conhecer as metas das empresas onde trabalham. E 44% dizem que não sabem o que precisam fazer para ajudar a companhia a atingir seus resultados.
Outro fator de infelicidade é o descasamento entre valores pessoais e corporativos. Uma pesquisa da Bain & Company com 750 profissionais de seis países revelou que 15% dos executivos já aceitaram redução no salário para trabalhar em empresas que adotam práticas sustentáveis.
Há, ainda, o desconforto com jornadas de trabalho e demandas 24X7. No grupo das principais economias do planeta, os executivos brasileiros são os mais insatisfeitos com o equilíbrio entre vida familiar e dedicação profissional.
Demonstrado o prejuízo e as causas, cabe sustentar que ser feliz, como organização, é estratégico.
Raj Sisodia, um consultor indiano radicado nos EUA, comparou a valorização das ações de dois grupos de companhias americanas entre 1996 e 2011. As “empresas conscientes”, compromissadas igualmente com todos os seus stakeholders (funcionários incluídos), acumularam 1.646%. As 500 companhias mais negociadas na Bolsa de Nova York valorizaram 157% no mesmo período.
As tais empresas conscientes têm vantagens como menos processos trabalhistas e menos gastos com marketing. Para elas, “a alma é a propaganda do negócio”, como diz o consultor César Sousa.
Nas 100 melhores empresas para trabalhar, as palavras que os funcionários mais relacionam a suas companhias são “pessoas”, “família” e “tempo”. “Pagamento” ocupa apenas a 81ª posição.
FONTE: CorpTV

Profissionais de Tecnologia: Falta mão de obra!

Estudo revela demanda crescente por profissionais de tecnologia no Brasil, mas há falta de mão de obra qualificada

Oportunidades em TI devem crescer com os grandes eventos no país, porém deve haver uma lacuna de 117.200 profissionais especializados em redes e conectividade em 2015

SAO PAULO, BRASIL – (03/14/2013) – A demanda por profissionais de tecnologia da informação e comunicação (TIC) no Brasil excederá a oferta em 32% para o ano de 2015, chegando a uma lacuna de 117.200 trabalhadores especializados em redes e conectividade. Os dados são de um novo estudo da consultoria independente IDC, encomendado pela Cisco na América Latina.

O estudo “Habilidades em Redes e Conectividade na América Latina” (Networking Skills Latin America), analisou a disponibilidade de profissionais capacitados em TIC entre os anos 2011 e 2015, em oito países da região: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Peru e Venezuela.

No ano 2011, a América Latina teve uma lacuna de aproximadamente 139.800 profissionais com conhecimentos em redes e conectividade (aqueles necessários para planejar, desenhar, administrar e apoiar as tecnologias de redes em uma organização), com uma projeção de aumento desta lacuna para 296.200 para 2015. Estas cifras representam uma carência de 27% no ano de 2011 e de 35% em 2015.

A demanda por profissionais capacitados em redes e conectividade na América Latina está motivada pelas seguintes tendências:

  • Demanda por uma maior eficiência na infraestrutura de TI, com a virtualização como o grande vetor
  • Rápida adoção de TIC por parte dos governos e o setor privado
  • A proliferação de dispositivos conectados
  • Requerimentos da rede para suportar aplicações interativas (vídeo) e negócios suportados por TIC virtualizados.
  • Crescente demanda de conectividade baseada ou hospedada na nuvem através de múltiplas empresas

No Brasil há o impacto também da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 no aumento dos investimentos em TI por parte das empresas e Governo.

Resultados-chave do estudo no Brasil:

  • A lacuna de profissionais de rede e conectividade no Brasil em 2011 foi de aproximadamente 39.900 trabalhadores, o equivalente a 20% entre oferta e demanda de mão de obra.
  • A maior escassez ocorreu na chamada rede essencial, como segurança, telefonia IP e redes sem fio, com uma lacuna de 23.643 profissionais ou 17%.
  • Percentualmente, porém, a rede emergente, como comunicações unificadas, vídeo, computação em nuvem, mobilidade e data center e virtualização, representou uma maior escassez, com 27% entre a oferta e demanda de profissionais qualificados, uma lacuna de 16.232 profissionais em 2011.
  • Em 2012, a demanda prevista foi de 239.653 empregos na área de redes, com a possibilidade de chegar a 363.584 em 2015.
  • Para o ano de 2013 a previsão é de 276.306 vagas para 199.819 profissionais, uma lacuna, portanto, de 28% ou 76.487 de mão de obra.
  • As 363.584 vagas previstas para 2015 devem se concentrar mais na rede essencial com 232.032, mas a lacuna maior será na rede emergente, com 131.552 vagas para 64.650 profissionais qualificados (escassez de 51% ou 66.702 profissionais).
  • Com esses números, o Brasil é o segundo país com dificuldades para encontrar candidatos tecnicamente qualificados, ficando atrás apenas do México entre os países pesquisados na América Latina. Isso ocorre porque com a disponibilidade insuficiente de profissionais capacitados no mercado fica mais caro contratar e empregar profissionais de rede qualificados.
  • O Brasil registrou a menor taxa de recrutamento de profissionais de rede com apenas 19% das empresas entrevistadas contratando especialistas de rede durante o último ano. Considerando essa falta de candidatos qualificados, a IDC considera que as empresas brasileiras estão cada vez mais obtendo habilidades de rede de provedores de serviços por meio da terceirização.
  • As políticas governamentais e a dinâmica do setor são fatores de motivação importantes de um mapa tecnológico planejado. Apesar do aumento sazonal de desemprego no Brasil, a mão de obra qualificada permanece escassa o suficiente para forçar os empregadores a pagarem mais para competir por especialistas. Por outro lado, isso pode alimentar uma pressão inflacionária. A escassez de mão de obra qualificada forçou a média salarial a uma alta para atender à demanda do consumidor.
  • Os investimentos em TI por parte das empresas e governo para atender a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, 2014 e 2016, respectivamente, e os recentes incentivos fiscais do Governo sobre equipamentos de rede (incluindo dispositivos para o consumidor, como smartphones), juntamente com “novas” regras para o leilão do 4G contribuem para aumentar a lacuna de habilidades.
  • A IDC espera que o mercado de TI cresça a uma CAGR (taxa de crescimento anual composta) de 12% entre 2011 a 2015 no Brasil.

Destaques da América Latina

  • Os conhecimentos básicos em redes como segurança, telefonia IP e redes sem fio representaram 55% do total de lacuna de profissionais capacitados em 2011 na América Latina e representará 44% em 2015. Houve uma escassez de cerca de 76.800 profisionais em 2011, que aumentará para 129.100 em 2015. Essas cifras representam uma escassez de 22% no ano de 2011 e de 25% em 2015.
  • Os conhecimentos em tecnologias de redes emergentes, como comunicações unificadas, vídeo, computação em nuvem, mobilidade e data center e virtualização, representaram 45% do total de lacuna em 2011, aumentando para 56% em 2015. Dentro deste grupo, o estudo estimou uma escasez de pessoal capacitado de aproximadamente 63.000 profissionais, aumentando a 167.100 em 2015. Estas cifras representam uma lacuna adicional projetada de 42% em 2011 e de 53% em 2015.
  • 75% da organizações pesquisadas veem as certificações de fabricantes como um importante atributo para avaliar o potencial de profissionais para posições relacionadas com redes.
  • 25% dos entrevistados declararam ter contratado profissionais de redes nos últimos 12 meses.
  • Uma significativa proporção de organizações (27%) nos oito países pesquisados reconheceu que é difícil encontrar engenheiros com conhecimentos adequados para cumprir os requerimentos de suas organizações. A razão primária disso é o custo associado para contratar pessoal capacitado. A segunda razão é a dificuldade em avaliar a qualidade dos candidatos.
  • As posições de segurança são as mais difíceis de ocupar. Isto porque o conhecimento de segurança é uma demanda crescente nos oito países. 87% das empresas disseram que requerem habilidades extras nesta área nos próximos 12-24 meses.

Metodologia de estudo

A IDC realizou 767 entrevistas em oito países na América Latina: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Perú e Venezuela. As entrevistas foram realizadas entre abril e outubro de 2012 e segmentadas por indústrias verticais e tamanho: governo, educacção, saúde, telecomunicações, serviços financeiros, manufatura, mídia/transmissão/editoras, viagens/transporte/distribuição, recursos naturais e outros serviços em companhias com mais de 100 empregados. Os pesquisados foram selecionados com base em suas responsabilidades com a infraestrutura de rede e administração de professionais envolvidos no desenho, operação e manutenção, desenvolvimento e suporte de redes. A pesquisa foi realizada em espanhol e português. Os resultados foram analisados junto com os dados de práticas de pesquisa da IDC em tecnologias de redes e informação.

Citações de apoio:

“Uma mão de obra capacitada é uma vantagem competitiva para os países da América Latina, para a economia baseada em conhecimentos do século 21. Na medida em que a região experimenta a emergência rápida de tendências tecnológicas como nuvem, mobilidade, vídeo e Internet de todas as coisas, esta lacuna de profissionais capacitados representa um desafio real para o desenvolvimento econômico da região. Sem os conhecimentos adequados, o progresso tecnológico não se traduzirá em aumentos em produtividade”, afirma Jordi Botifoll, vice-presidente sênior de Cisco para América Latina.

“As oportunidades na área de tecnologia da informação e comunicação no Brasil estão aumentando significativamente com a preparação do País para sediar grandes eventos, como Copa do Mundo e Olimpíadas. A falta de mão de obra qualificada ainda é um fator preocupante para atender a esta demanda e ainda para que o Brasil possa competir mais efetivamente no mercado mundial”, afirma Giuseppe Marrara, diretor de Relações Governamentais da Cisco do Brasil.

“O estudo das tendências na América Latina mostra uma crescente necessidade na nossa região de pessoas com conhecimentos em redes. Equipes bem treinadas e focalizadas em atividades de maior valor agregado são necessárias para alinhar a demanda tecnológica com o negócio e criar valor para a organização. Porém ao mesmo tempo, a falta de profissionais capacitados pode dificultar a habilidade de extrair valor da tecnologia”, afirma Ricardo Villate, vice-presidente de Pesquisa e Consultoria da IDC na América Latina.

Fonte: Cisco Systems
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em Tecnologia da Informação, que ajuda as empresas a aproveitarem as oportunidades do amanhã, demonstrando que coisas surpreendentes acontecem quando se conecta o que antes estava desconectado. Para informações sobre a Cisco, acesse cisco.com.

Os gestores generosos

Já dizia Pietro Aretino: “As riquezas sem a generosidade são a pobreza dos plebeus.” Com esta frase convido aos amigos leitores para refletirmos sobre este ponto na gestão das organizações.

Gestores generosos, com organizações generosas, criam melhores ambientes de trabalho, atraem os profissionais mais talentosos e esses, por serem bem tratados, falam e passam uma  imagem melhor da marca e dos produtos da organização, atraem e atendem os melhores  clientes, que por sua vez, pagam valores generosos pelo que recebem.
A generosidade numa organização pode ser demonstrada de diversas maneiras como salários mais altos do que a média do mercado, premiações, reconhecimento público, incentivos na forma de comemorações em almoços, jantares e festas, presentes, brindes, fornecedores bem tratados, clientes bem atendidos e facilidades na compra e no uso daquilo que a própria organização faz e vende. Por outro lado, organizações mesquinhas geram empregados infelizes que transmitem este estado de espírito aos clientes e geram resultados como alta rotatividade de pessoal, mau atendimento, desperdício e outras perdas.
Os livros registram que um dos pais da Administração, Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, em 1914, ao aumentar consideravelmente, de uma só vez, o salário de todos os seus funcionários, assustando o mundo empresarial da época, ao ser entrevistado a respeito da atitude, afirmou: “A maior ação de corte de custos da minha empresa foi aumentar o salário de todos. Com isso atraí as melhores cabeças do setor e a nossa produtividade aumentou em 15% com 14% menos de trabalhadores na linha de produção.”
Seja qual for a sua função numa organização, você pode ser generoso também em doar seu tempo, atenção, reconhecimento e elogios, seja para seus empregados, ou para sua turma, seus colegas, família, amigos. Com isso você verá logo o quanto eles se dedicarão à sua causa e ao que solicitar a eles. Generosidade e nobreza de sentimentos andam sempre juntas em ações, embora nem sempre nos discursos. (baseado no texto de Eloi Zanetti publicado na Revista Amanhã)